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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não fará novas visitas ao Nordeste até o primeiro turno das eleições, em 2 de outubro, frustrando aliados na região. A estratégia é focar eventos no Sudeste até o dia da votação.
A informação foi confirmada à Folha pelo senador Humberto Costa (PT-PE), um dos coordenadores da campanha do petista no Nordeste. A avaliação interna é a de que, na região, Lula tem vantagem segura sobre o candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL). Já no Sudeste, a disputa está mais acirrada.
Assim, Lula só deve voltar ao Nordeste no período eleitoral para uma eventual nova etapa da campanha presidencial ou, se for eleito no dia 2, para apoiar candidatos a governador que ainda estarão em disputas.
Nos próximos dias, as atenções do ex-presidente estarão voltadas para São Paulo e Minas Gerais, os dois maiores colégios eleitorais do país, e para o Rio de Janeiro —aliados consideram que a movimentação no Sudeste pode definir uma vitória já agora.
Pesquisa Datafolha de 15 de setembro mostra que, no Nordeste, Lula tem 59% das intenções de voto, e Bolsonaro, 22%. No Sudeste, o petista tem 43%, e o presidente, 34%.
A ausência de Lula no Nordeste na reta final frustrou aliados regionais do petista. Integrantes do PT na Bahia, no Ceará e em Pernambuco tinham reforçado os pedidos à direção nacional do partido para que o ex-presidente fizesse uma nova passagem por esses estados, como ocorreu em julho.
Para tentar compensar os aliados, Lula gravará presencialmente nesta semana em São Paulo com candidatos do Nordeste para a propaganda eleitoral no rádio e na televisão.
A situação mais preocupante é a de Danilo Cabral (PSB), que, com 8% das intenções de voto em pesquisa do Ipec, enfrenta dificuldades em Pernambuco para chegar ao segundo turno da corrida pelo governo do estado.
Uma parte dos eleitores do ex-presidente se identifica com a ex-petista Marília Arraes (Solidariedade), líder no levantamento, com 38% da preferência.
A campanha de Danilo ao governo contava com um ato com Lula no estado, o que poderia impulsioná-lo na corrida pelo segundo lugar contra Raquel Lyra (PSDB), com 13%, Anderson Ferreira (PL), com 12%, e Miguel Coelho (União Brasil), com 8%.
Na Bahia, o candidato Jerônimo Rodrigues (PT) tem reduzido a diferença em relação a ACM Neto (União Brasil), mas ainda está muito distante do líder nas pesquisas. Levantamento do Datafolha divulgado em 14 de setembro mostra que o petista tem 28% das intenções de voto, ante 49% do ex-prefeito de Salvador.
Na segunda (19), o senador Jaques Wagner (PT-BA), um dos principais líderes do PT baiano, ainda manifestava o desejo de uma nova agenda com Lula no Nordeste.
No entanto à Rádio Metrópole de Salvador disse que não poderia reclamar caso não fosse viável um novo evento com o ex-presidente, alegando que o petista já fez ao menos dois atos de campanha presenciais com Jerônimo Rodrigues.
A avaliação é que, com a presença de Lula, o candidato ao governo baiano poderia reforçar ao eleitorado os vínculos com o ex-presidente na reta final da campanha. Para impulsionar Jerônimo, o governador Rui Costa (PT) tem ampliado as participações em atos de rua e carreatas em Salvador e no interior.
No Ceará, a disputa de momento do PT é para chegar ao segundo turno. Apoiado por Lula, Elmano de Freitas (PT), com 22%, aparece em empate técnico na sondagem do Ipec com Roberto Cláudio (PDT), com 21%. Na liderança, está o Capitão Wagner (União Brasil), com 35%.
A avaliação na cúpula petista é a de que Elmano está em ascensão e poderá chegar ao segundo turno com boas chances mesmo sem um ato com o ex-presidente para alavancar a campanha.
Lula e o ex-governador Camilo Santana (PT), candidato ao Senado, são os principais cabos eleitorais de Elmano. Camilo lidera a corrida ao Senado com 66% dos votos, segundo levantamento do Ipec divulgado no último dia 9, e tenta transferir mais votos para Elmano na disputa para governador.
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