Acessiblidade
PODCAST CORREIO RURAL
Ouça seu Podcast semanal do Correio Rural na voz de Bruno Blecher
17/10/2022 09h00
Bruno Blecher edição Denis Felipe
Facebook
Linkedin
Twitter
Whatsapp
Veja também
Facebook
Twitter
Whatsapp
Facebook
Twitter
Whatsapp
Facebook
Twitter
Whatsapp
Facebook
Twitter
Whatsapp
PODCAST CORREIO RURAL
Ouça seu Podcast semanal do Correio Rural na voz de Bruno Blecher
26/09/2022 07h50
Facebook
Twitter
Whatsapp
A restauração florestal pode gerar muitos empregos.
Segundo uma pesquisa feita pelos professores Pedro Bancolin da ESALQ USP e Rafael Chaves, especialista em meio ambiente da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente São Paulo a restauração de doze milhões de hectares de terras degradadas até dois mil e trinta que é a meta do Brasil.
Em compromisso assumido em dois mil e vinte e um nas Nações Unidas pode gerar até dois vírgula cinco milhões de empregos dois milhões e meio empregos diretos na cadeia de suprimentos e restauração de ecossistemas.
Pelos cálculos dos pesquisadores, a restauração florestal tem potencial de gerar um emprego a cada dois hectares.
Então é um emprego a cada dois hectares.
O compromisso de recuperar doze milhões de hectares entre dois mil e um e dois mil e trinta foi assumido pelo Brasil na década das Nações Unidas para a restauração de ecossistemas.
Nós iniciamos esse ano a chamada década da ONU da restauração de ecossistemas que tem a liderança do programa da ONU para o meio ambiente e da Organização das Nações Unidas para alimentação e agricultura que é a FAU.
países já se comprometeram com metas propostas e planos para recuperar florestas e paisagens. Há um compromisso global de ser restaurar trezentos e cinquenta milhões de hectares de áreas e florestas degradadas até dois mil e trinta.
Olha só, trezentos e cinquenta milhões de hectares de áreas e florestas degradadas até dois mil e trinta.
Até agora a iniciativa reúne mais de setenta compromissos e mais de sessenta países e somados preveem a restauração aí de duzentos e dez milhões de hectares.
O Brasil, por exemplo, por meio da Planaveg tem o compromisso de restaurar esses doze milhões de hectares de florestas até dois mil e trinta.
Além do objetivo de implantar agricultura de baixo carbono, em outros dez milhões de hectares, metade integração lavoura pecuária floresta e metade em recuperação de pastagens.
Mais jovem o produtor rural está antenado nas redes sociais. É o que mostra dados parciais da oitava pesquisa da ABMRA que chamada Hábitos do Produtor Rural.
E foi apresentada recentemente aí no Congresso Brasileiro de Marketing Rural.
Amostra que o produtor está as gerações mais novas elas estão assumindo o comando das propriedades rurais.
A pesquisa foi realizada com quatro mil duzentos e quinze pessoas em todas as regiões do Brasil entre os dias trinta de junho e vinte e sete de julho desse ano.
por meio de uma plataforma digital. Em dois mil e treze, a idade média dos produtores era de quarenta e oito anos. Caiu pra quarenta e seis vírgula cinco anos em dois mil e dezessete e nessa pesquisa ficou em quarenta e cinco vírgula quatro anos.
Por faixas de idade, a pesquisa aponta que as novas gerações que são as gerações de dizoitu a vinte e cinco anos, vinte e cinco a trinta e cinco, de trinta e cinco a quarenta.
Estão participando cada vez mais da administração das fazendas. Enquanto o a as gerações mais velhas, quarenta e um a cinquenta, cinquenta e um a sessenta e acima de sessenta estão começando a se afastar dos negócio.
Em termos de hábitos de mídia, a pesquisa revelou que noventa e um por cento dos entrevistados acessam alguma rede social. Setenta e seis por cento assistem TV aberta.
Setenta e quatro por cento usam internet, setenta e um por cento ouvem rádio e só vinte e sete por cento leem jornais impressos.
O grande número de pessoas que usam a internet acabam lendo algumas matérias de jornais impresso via internet né?
Bom vamos falar agora um pouco sobre o mercado de carnes o mercado interno de carne bovina está bem devagar segundo os analistas do CEPEA. A demanda de carne está fraca porque a população está com pouco dinheiro no bolso.
Com isso mesmo com as exportações e altas cotações da carne não reagem. De dezembro de dois mil e vinte e um a setembro desse ano a carcaça casada do boi no atacado da grande São Paulo caiu dez vírgula cinco por cento em termos reais.
De agosto pra setembro a queda foi de um vírgula sessenta e cinco por cento. Eh sobre avicultura o poder de compra do avicultor paulista em relação ao milho e ao farelo de soja, está se reduzindo esse mês, devido a queda da dos preços do do animal vivo e a alta do do dos valores do do dos insumos, né? De acordo com
O pessoal do CEPEA de acordo com os análises do CEPEA a queda do preço da carne de frango eh é resultado da menor demanda assim como a carne suína que tá subindo né?
Porque a carne bovina tá caindo a carne de frango tá caindo em termos de de consumo os cálculos do CEPEA mostro pro avicultor paulista pode comprar quatro vírgula dizenovi quilos de milho com a venda de um quilo de frango em setembro isso até o dia quatorze quantidade quatro vírgula dois por cento abaixa da que observada em agosto.
Mas ainda oito vírgula sete por cento acima da de setembro de dois mil e vinte e um.
No caso do farelo de soja, o produtor consegue adquirir dois vírgula vinte e quatro quilos dofarelo de soja com a venda de um quilo do de frango. Dois vírgula sete por cento a menos que no mês anterior e nove vírgula cinco a menos que há um ano.
PODCAST CORREIO RURAL
Ouça seu Podcast semanal do Correio Rural na voz de Brunho Blecher
19/09/2022 07h00
Facebook
Twitter
Whatsapp
Quais são os cem maiores, os cem mais do agro? cem municípios mais ricos do agro. Um levantamento feito pelo Ministério da Agricultura indicou esses cem municípios com base no valor bruto da produção. A maior parte deles está em Mato Grosso. São trinta e cinco municípios de Mato Grosso.
O que mostra o poder da agropecuária do estado de Mato Grosso. Em seguida estão os estados de Mato Grosso do Sul, treze
Goiás dez, Bahia, nove, Minas Gerais, oito, São Paulo seis, Paraná e Pará quatro e Piauí dois. Depois teve vários municípios com um município só.
sem mais do agro geraram em dois mil e vinte um valor da produção de cento e cinquenta e um vírgula dois bilhões de reais. O que representa trinta e dois por cento do total do VPB.
Em Mato Grosso a agropecuária tem participação relevante no PIB do estado. Estimada em vinte e um vírgula trinta e seis por cento. Sorriso, líder da lista dos cem mais.
A agropecuária representa vinte e seis vírgula sessenta e cinco por cento do PIB do município e Sapezal líder na produção de algodão representa cinquenta e três vírgula dezessete por cento do valor do PIB municipal, do valor da produção obtido pelo município de Sorriso no Mato Grosso.
Em dois mil e vinte cinquenta e dois por cento foi obtido pela soja e trinta e cinco pelo milho. Soja, algodão e milho são os produtos que dão o maior sucesso desses município
pois descarregam níveis de tecnologia e de produtividade altos. Agora eu vou dar a relação dos dez municípios que estão na lista dos cem mais.
E vamos dar a lista também dos treze municípios de Mato Grosso do Sul que estão nessa relação dos cem mais. do mapa, cem mais ricos.
Esses são os treze municípios de Mato Grosso do Sul que aparece na lista de cem mais e que estão em segundo Mato Grosso do Sul, está em segundo lugar.
em número de municípios que está na lista dos cem mais.
Olha aí, sete em cada dez pessoas tem uma percepção positiva do agronegócio. É o que mostra uma pesquisa realizada para o movimento todos a uma só voz que foi apresentada durante o décimo quarto congresso de marketing da ABMRA realizada na semana passada em São Paulo.
O levantamento entrevistou quatro mil duzentas e quinze pessoas distribuídas por todas as regiões do Brasil, diversas faixas etárias e diferentes classes sociais. Vão um grande levantamento aí.
A maioria, sessenta e cinco por cento, declarou ter uma atitude positiva em relação ao agronegócio. Mas vinte e dois por cento indicaram que boicotariam o setor enquanto quarenta e três por cento seriam neutros.
A faixa etária de trinta a cinquenta e nove anos é a mais crítica para o agro, pra essa faixa etária o agro é descrito como responsável por impactos ambientais e má utilização de recursos hídricos.
Então é uma notícia positiva de ser a maioria sessenta e cinco por cento tem uma atitude positiva em relação ao agro mas tem uma boa faixa de entrevistados vinte e dois por cento que que tem uma visão bastante crítica ao agronegócio.
Olha aí, gente, o alerta. A gente vai ter uma safra muito boa aí de grãos. Na próxima temporada. Mas vamos ter aí problemas. O déficit de armazenagem no Brasil, que nessa safra atual
Essa aqui acabou agora. Girou em torno de oitenta e nove milhões de toneladas. Já era alto, pode ultrapassar cento e trinta milhões na safra dois mil e vinte e dois, dois mil e vinte e três.
Situação considerada dramática pela Cogo Inteligência em Agronegócio. Numa entrevista ao Canal Rural o Carlos Cogo ressaltou que a projeção da próxima safra de grãos é de trezentos e vinte milhões de toneladas.
E mesmo que se utilize aí todos os recursos do programa para a construção e ampliação dos armazéns o chamado PCA não escaparemos, não escaparemos do déficit de armazenagem.
A gente não vai escapar do déficit de armazenagem. Quer dizer, a situação é bem dramática aí, a gente tem uma situação de muito dramática nessa área e olha o Cubo diz assim a situação é drástica está a beira do caos sobre o PCA que é o programa aí de armazém, o Carlos Cogo destacou que cinco vírgula treze bilhões de reais e foram liberados pelo Governo Federal, não atende, o setor.
Não vai resolver o problema de armazenagem de grãos que a cada safra, que a cada safra, repito, piora.
MAIS LIDAS
1
/ 2 dias
2
/ 2 dias
3
/ 2 dias
4
/ 2 dias
5
/ 2 dias
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
/ 3 dias
/ 4 dias
/ 5 dias
/ 6 dias
Av. Calógeras, 356, Centro
[email protected]
(67) 3323-6090
(67) 9.9976-0469
©2022 CORREIO DO ESTADO. Todos os Direitos Reservados.
Layout
Plataforma