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Por 12 anos, desde que o Qatar venceu a disputa para sediar a Copa do Mundo, o foco esteve em como o país se preparou para receber o torneio. O valor exato não é confirmado, mas a estimativa é que tenham sido investidos cerca de US$ 200 bilhões (R$ 1,06 trilhão, na cotação atual) em obras de infraestrutura, em estádios e na construção de Lusail, uma nova cidade vizinha à capital Doha —com múltiplas denúncias sobre as precárias condições dos trabalhadores.
A pouco mais de dois meses do início da competição, a questão passa a ser também o que esperar dentro de campo da seleção local. Que tem em Xavi, jogador histórico do Barcelona e hoje treinador do próprio time catalão, uma de suas influências.
O Qatar jamais participou do Mundial e tem pequena tradição no futebol, mesmo no Oriente Médio e nas eliminatórias da Ásia.
“Nós vamos competir contra qualquer equipe. Temos uma ideia na cabeça e tentamos enfrentar todos de igual para igual, seja um rival modesto ou uma força mundial”, afirma o técnico espanhol Félix Sánchez Bas, 46. Ele trabalhou nas categorias de base do Barcelona até 2006, quando foi contratado pelo governo qatari para atuar na Aspire Academy, o centro nacional de formação de atletas.
Em 2017, Sánchez assumiu o comando da seleção principal. Desde então, todo o planejamento foi direcionado para a competição que será pela primeira vez realizada em uma nação do Oriente Médio.
O Qatar faz a abertura da Copa do Mundo em 20 de novembro, contra o Equador. Será um jogo-chave, já que Senegal e Holanda, favoritas à classificação, também estão no Grupo A.
Em junho deste ano, todos os atletas que estão nos planos de Sánchez foram retirados de seus clubes e começaram a preparação para o Mundial em tempo integral.
“Hoje em dia, as seleções se conhecem, e as diferenças diminuíram, porque todos possuem recursos e profissionais para estudar os adversários. Não há surpresas”, diz o treinador, em entrevista para o site da federação local.
Toda ajuda é bem-vinda. A seleção tem se beneficiado da influência geopolítica e financeira da família real para aprofundar o intercâmbio e ganhar experiência. A seleção disputou as Copas Américas de 2019 e 2021, torneio que teoricamente seria reservado às federações da América do Sul. Também fez parte da Copa Ouro de 2021, competição organizada pela Concacaf, das Américas Central e do Norte.
A Qatar Airways é uma das patrocinadoras da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) e da Copa Libertadores. A empresa, que pertence ao governo do Qatar, pagou todos os gastos da final do torneio sul-americano em 2018, quando Boca Juniors e River Plate decidiram o título em Madri.
O sheik Tamim bin Hamad Al Thani, emir do Qatar, tem investimentos na Argentina e é amigo de Mauricio Macri, ex-presidente do país e do Boca Juniors.
Há evolução. Nas Eliminatórias para a Copa de 2018, o Qatar chegou à fase final, mas foi eliminada. Foi campeão da Copa da Ásia de 2019 e ficou em terceiro na Copa Árabe de 2021. Eram dois resultados inéditos na história do futebol nacional.
A equipe tem usado um esquema 3-5-2 por possuir jogadores defensivos versáteis, como zagueiro Pedro Miguel, nascido em Portugal, e o lateral Abdelkarim Hassan. Mas a maior esperança da torcida está no ataque, especialmente no atacante Akram Afif, 25. Rápido e driblador, ele teve passagens por Villarreal e Sporting Gijón (ambos da Espanha) e hoje está no Al Sadd.
Afif foi o primeiro nome do futebol do Qatar a ser contratado por uma equipe espanhola e a ter atuado em partidas da primeira divisão.
O Al Sadd foi treinado por Xavi, que marcou época como jogador do Barcelona —hoje, aos 42, está à frente da própria equipe catalã. Félix Sánchez afirma que o craque ajudou a moldar a geração de atletas do Qatar que estão na seleção.
“Ele nos ajudou sempre que pôde. Nove jogadores da nossa equipe são do Al Sadd. Acho que ele conhece nossa seleção melhor do que nós. Xavi sempre teve muito otimismo sobre o nosso time e sempre acreditou que os resultados poderiam chegar”, disse Sánchez, em artigo no site The Coaches’ Voice.
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