O Datafolha divulgou, nesta sexta-feira (7), sua a primeira pesquisa eleitoral com foco no segundo turno das Eleições 2022.
Vencedor do primeiro turno, o candidato Lula (PT) aparece na frente também no primeiro levantamento com 49% das intenções de voto contra 44% de Jair Bolsonaro (PL), que concorre à reeleição. Indecisos somam 2%, enquanto brancos/nulos são 6%.
Também serão divulgados resultados da pesquisa Datafolha sobre a corrida pelo governo de São Paulo, que repete a polarização nacional. Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato de Bolsonaro, enfrenta Fernando Haddad (PT), apoiado por Lula.
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O desempenho melhor do que o previsto de Bolsonaro no primeiro turno, se refletiu em uma melhor avaliação de seu governo, com aumento da aprovação e queda da reprovação.
Segundo a mais recente pesquisa do Datafolha, 40% dos eleitores consideram a gestão de Bolsonaro ruim ou péssima —eram 44%. Já a classificam como ótima ou boa, 37% (eram 31%), e 22% dizem a avaliar como regular (eram 24%).
Na mais recente ocasião em que havia feito o questionamento, de quarta (27) a quinta (29) da semana passada, o instituto aferiu 44% de reprovação, 31% de aprovação e 24%, de nota regular dada a Bolsonaro.
Ao longo da campanha, o ruim/péssimo associado a Bolsonaro oscilou de 48% a 44%, uma estabilidade. Já foi pior: em dezembro de 2021, o presidente marcou seu pior índice, com 53% de reprovação.
Já a aprovação teve um crescimento: era de 25% em maio e chegou à casa dos 30% em setembro, quando empacou e ficou oscilando nesta faixa. Tradicionalmente, governos têm melhoria de aprovação em ano eleitoral, com a adoção de medidas populistas ou populares e a maior exposição do presidente.
A pouco mais de três semanas do segundo turno, 93% dos eleitores se dizem totalmente decididos sobre o voto para presidente, enquanto 7% afirmam que a escolha ainda pode mudar, segundo a pesquisa Datafolha.
O percentual de convicção é ainda mais elevado entre os entrevistados que optam pelos dois competidores. Dos eleitores do ex-presidente, 95% declaram plena certeza sobre a escolha. Dos apoiadores do atual mandatário, 94% dão a mesma resposta.
Entre os eleitores que declaram a intenção de votar nulo ou em branco, 65% se dizem totalmente decididos e 34% afirmam que ainda podem mudar.
Passado o primeiro turno da eleição geral deste ano, a rejeição segue como principal nó a desatar pela campanha de Bolsonaro e surge como um problema maior para Lula (PT). Segundo o Datafolha, dizem não votar nele 51% dos eleitores, enquanto 46% afirmam o mesmo do petista.
A campanha do presidente vinha tentado apresentar um político menos estridente e mais moderado, apesar de intensidade dos ataques pessoais contra o antecessor que ocupou o Planalto de 2003 a 2010 ter subido. O mesmo ocorre no caminho inverso, com o PT recuperando até uma frase de Bolsonaro sobre canibalismo.
Mas por ora saíram de cena as contestações do sistema eleitoral e das urnas eletrônicas, somadas a ameaças golpistas supostamente apoiadas pelas Forças Armadas —subsistiram críticas às pesquisas.
O Bolsonaro do segundo turno segue a chamar Lula de ladrão, quando não satanista ou cristofóbico, mas se apresenta como alguém que cometeu erros e apresenta apoios institucionais de governadores eleitos.
O Ipec divulgou a primeira pesquisa eleitoral com foco no segundo turno das Eleições 2022 na quarta-feira (5). Vencedor do primeiro turno, o candidato Lula (PT) aparece na frente também no primeiro levantamento com 51% das intenções de voto contra 43% de Jair Bolsonaro (PL), que concorre à reeleição.
Lula (PT): 51%
Bolsonaro (PL): 43%
Branco e nulo: 4%
Não sabe: 2%
Nos votos válidos, a pesquisa apontou que Lula tem 55%, e Bolsonaro, 45%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
O segundo turno será disputado no dia 30 de outubro, último domingo do mês. Assim como no primeiro turno, o horário em que os colégios eleitorais estarão abertos para receber os eleitores será das 8h às 17h no horário de Brasília. Locais com fuso diferentes do da capital deverão adaptar seus horários para que o encerramento em todo o país seja simultâneo.
Em estados nos quais houver necessidade, haverá disputa para governador. Todos os estados e o Distrito Federal votarão para presidente da República.
Governador (dois dígitos)
Presidente da República (dois dígitos)
O presidente da República exerce a função de chefe do poder Executivo e de chefe do Estado (autoridade máxima) de forma simultânea em uma nação cujo sistema de governo é denominado presidencialismo.
Como chefe do poder Executivo, o presidente é responsável pelas ações e decisões cotidianas da política brasileira.
Por exemplo: como criar políticas públicas e programas governamentais, como gerir a administração federal, sugerir novas leis, dentre outras atividades. Já como chefe de Estado, o presidente é o representante máximo do país que o elegeu perante o mundo.
O governador é representante do Poder Executivo, com objetivo de governar o povo e conduzir os interesses públicos de cada estado.
Assim, a função do governador é comandar de forma completa o estado e representá-lo em ações jurídicas, políticas e administrativas. Ele também defende todos os interesses e necessidades do estado para com o presidente da República.
O Poder Executivo estadual também possui a função de articulação política com o governo federal, bem como com os municípios que integram o estado.
Segurança pública – Uma das maiores responsabilidades do governador estadual é a segurança pública, envolvendo o total controle das Polícias Civil e Militar e a construção e administração de presídios.
Saúde – Está na alçada do governador criar as políticas de saúde estaduais e organizar o atendimento todo o atendimento de saúde, construindo e mantendo hospitais e instalações – laboratórios, centros de doação de sangue e centros de atendimento complexo (hospitais do câncer, por exemplo).
Educação – No quesito educacional, o principal foco do governador costuma ser o ensino médio, hoje considerada a mais problemática das etapas do ensino formal brasileiro.
Definir o orçamento estadual – Os documentos orçamentários são de responsabilidade do governador estadual. Eles visam fomentar o planejamento de curto e médio prazo do estado, trazendo mais transparência ao uso dos recursos públicos.
Infraestrutura estadual – A responsabilidade sobre toda a infraestrutura é mantida na alçada do governador estadual. Rodovias e portos, por exemplo, precisam receber cuidados do governo.
Adquirir investimentos federais para estados e municípios – Para viabilizar projetos de grande porte, tanto o estado quanto os municípios dependem de investimentos vindos do governo federal. Para isso, o governador é importante e peça-chave na articulação política entre União, estado e municípios.
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