Acesse seus artigos salvos em
Minha Folha, sua área personalizada
Acesse os artigos do assunto seguido na
Minha Folha, sua área personalizada
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Gostaria de receber as principais notícias
do Brasil e do mundo?
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Por muito tempo, Dorival Júnior ficou remoendo sua saída do Flamengo no final de 2018, depois de levar o time ao vice-campeonato brasileiro. Martelava na cabeça do treinador, sobretudo, o fato de que ele poderia ter dirigido a equipe no começo de uma das eras mais vitoriosas do clube carioca, iniciada com o título da Libertadores de 2019.
Dorival levou quase quatro anos para superar a frustração. Nesta quarta-feira (19), ele enfim conquistou o seu primeiro título à frente da agremiação rubro-negra, ao derrotar o Corinthians na final da Copa do Brasil na disputa por pênaltis (6 a 5) —no tempo normal, houve um empate por 1 a 1.
“Eu fico muito feliz com a forma como a equipe se desenvolveu. Fico feliz como a minha carreira também se desenvolveu. Era uma questão de honra para mim voltar ao Flamengo um dia. Eu não imaginava que seria nesse momento”, disse o treinador, ainda no gramado após a vitória.
“Sou muito sincero. E para mim foi uma decisão complicada e difícil, porém eu ouvi meu coração naquele instante porque eu tinha que retornar ao Flamengo”, acrescentou.
Em sua terceira passagem pela Gávea, o comandante foi o principal responsável por resgatar a confiança dos atletas depois de um início de temporada ruim, que resultou na demissão do português Paulo Souza, em julho, quando o time ocupava apenas a 14ª posição do Brasileiro. Ele também havia sido derrotado nas decisões do Estadual e da Supercopa do Brasil.
Era um momento complicado para se assumir a responsabilidade de dirigir um dos elencos mais caros do país. Mas era justamente isso o que Dorival queria. Nas duas passagens anteriores, sobretudo a primeira, iniciada em julho de 2012, ele enfrentou tempos de vacas magras —a saída dele em março de 2013, por exemplo, ocorreu por não aceitar uma redução salarial proposta pelo então presidente Bandeira de Mello.
Ele voltaria ao clube em setembro de 2018 para tentar levar a equipe à conquista do Nacional. Apesar de ter um bom aproveitamento, com sete vitórias, três empates e duas derrotas, acabou com o vice daquele ano, superado pelo Palmeiras.
Em dezembro, com a mudança de diretoria, acabou demitido por Rodolfo Landim. Abel Braga foi escolhido pelo novo mandatário. A passagem dele duraria até maio. No mês seguinte, Jorge Jesus foi contratado.
Com o português, o Flamengo viveu tempos de glória. Ganhou cinco títulos, entre eles a Libertadores. Mas, após sua saída, em 2020, quatro técnicos passaram pela Gávea sem repetir o mesmo sucesso. Dorival é o sétimo da gestão Landim, sem contar os interinos.
Entre sua segunda passagem e o seu retorno à Gávea, além de passar por Athletico Paranaense e Ceará, viveu um momento difícil em sua vida particular. Em março de 2019, o técnico soube que tinha um câncer de próstata.
Conforme contou à Folha em dezembro daquele ano, ao saber da notícia ele teve uma reação tão prática quanto possível diante da situação: “Meu único pensamento foi: ‘vamos resolver logo isso, então’”.
Foram cerca de sete meses entre o diagnóstico e a cirurgia para retirada do tumor, em 1o de outubro. Até a data do procedimento, ele escondeu o diagnóstico de colegas do futebol, imprensa e torcedores.
Na época, como disse à reportagem, ele não pensava em morte. A confiança de Dorival na recuperação se deu, em parte, porque o câncer foi descoberto no início.
“Pegar [a doença] no início ajudou bastante e eu já fazia acompanhamento. Mesmo antes da confirmação eu tinha certeza que não seria algo tão ruim assim. Foi o que aconteceu”, disse. “Por isso que a prevenção é fundamental.”
Desde sua volta ao futebol, o trabalho no Flamengo foi o que recolocou o treinador no cenário nacional. Ele, inclusive, já teve seu nome cogitado para assumir a seleção brasileira após a Copa do Mundo, quando Tite deixará o comando do elenco.
Por enquanto, porém, o técnico não quer saber disso. Só quer saber em curtir o título da Copa do Brasil, o segundo de sua carreira —ele 2010, ele venceu o torneio pelo Santos.
Os jogadores flamenguistas, contudo, terão pouco tempo para comemorar. Afinal, no próximo dia 29, o time carioca terá outra decisão pela frente, com a final da Copa Libertadores, em jogo único, diante do Athletico Paranaense.
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Leia tudo sobre o tema e siga:
Você já conhece as vantagens de ser assinante da Folha? Além de ter acesso a reportagens e colunas, você conta com newsletters exclusivas (conheça aqui). Também pode baixar nosso aplicativo gratuito na Apple Store ou na Google Play para receber alertas das principais notícias do dia. A sua assinatura nos ajuda a fazer um jornalismo independente e de qualidade. Obrigado!
Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira. Quanto custa ajudar a produzir esse conteúdo?
Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.
Carregando…
Carregando…
Fundo da TC Pandhora é lançado para o público geral
Cartão de crédito versátil revoluciona pagamentos corporativos
Série de podcasts discute o papel do advogado em uma sociedade em transformação
Novos exames dão precisão ao diagnóstico do câncer de próstata
5G habilita potencial total da indústria 4.0
Vacinas são importantes em todas as fases da vida
Tecnologia da Mastercard garante a segurança de operações com criptoativos
Empresas devem saber acolher colaboradores com depressão
Havaianas celebra 60 anos como exemplo de inovação
Nova lavadora e secadora da LG alia tecnologia e sustentabilidade
Mackenzie é uma das universidades privadas mais reconhecidas pelas empresas
Lalamove oferece soluções seguras e econômicas para entrega rápida e descomplicada
DNA ajuda a identificar tratamento mais eficaz contra o câncer de mama
Cidadania global: formação para além do bilinguismo
Entenda o que é deep fake e saiba como se proteger
Rastreamento pode reduzir mortes por câncer de pulmão
Clara facilita vida das empresas na gestão de gastos corporativos
Tecnologia com inclusão e diversidade gera inovação
Inteligência artificial e automação moldam o futuro das empresas
Tecnologia permite que pessoas recebam pela comercialização de seus dados
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Segmento discute ajuste entre pressionar e apoiar gestão do PT depois do papel relevante na campanha vitoriosa do petista
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Manifestações que pedem golpe de Estado são um problema, mas é difícil lidar com elas, dizem analistas
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Movimentos querem continuar mobilizados para cobrar Lula e enfrentar grupos de direita
O jornal Folha de S.Paulo é publicado pela Empresa Folha da Manhã S.A.
Copyright Folha de S.Paulo. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folhapress.
Cadastro realizado com sucesso!
Por favor, tente mais tarde!