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O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse nesta sexta-feira (2) que tem 80% do ministério “na cabeça”, mas que só vai anunciar os nomes após ser diplomado, em cerimônia que está marcada para 12 de dezembro.
“Tenho 80% do ministério na cabeça, mas não quero construir um ministério para mim, quero construir para forças políticas que me ajudaram”, afirmou à imprensa.
“Vou ser diplomado no dia 12. Depois que for diplomado, que for presidente da República reconhecido, aí vou começar a escolher meu ministério.”
Lula conversou com a imprensa no CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), onde está instalado o governo de transição.
Ele confirmou que a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) continuará no comando do PT e não será nomeada ministra.
Lula disse ainda que Gleisi foi essencial na vitória eleitoral sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL). “Achei que não é importante desmontar o partido porque ganhamos as eleições.”
O presidente eleito declarou que a deputada terá um papel “tão ou mais importante do que qualquer ministro”. “Vai me ajudar a governar o país.”
Lula afirmou que as análises da equipe de transição de governo apontam que “a situação do Brasil não é das melhores”. Ele defendeu a aprovação da PEC da Transição, que retira o Bolsa Família do teto de gastos e libera espaço para áreas com falta de verba, como o Ministério da Saúde, além de propostas de campanha do petista.
A proposta protocolada não fala em valores, mas devem ficar fora do teto de gastos R$ 175 bilhões para programas sociais e R$ 23 bilhões para investimentos. Esse formato valeria pelos quatro anos do governo do petista.
O presidente eleito não apontou quais ministérios devem ser recriados, mas disse que o desenho da Esplanada será similar ao de seu último mandato.
“A base do meu ministério será a base dos [ministérios] que eu tinha no segundo mandato, com uma coisa acrescida, o Ministério dos Povos Originários. Que ainda não sei se de cara será ministério ou uma secretaria especial ligada à Presidência.”
Antes de chegar ao CCBB, Lula esteve com o ex-presidente José Sarney, em Brasília.
“Visita a um homem que foi presidente da República, presidente do Senado. Tem uma história nesse país”. Me ajudou muito e está com 91 anos de idade”, disse o petista.
“Já fui visitar o Fernando Henrique Cardoso. São pessoas que me ajudaram, mesmo quando divergiram comigo, ajudaram.”
Lula afirmou à imprensa que, antes de escolher os futuros ministros, está conversando com representantes de partidos que o apoiaram durante a campanha ou se aproximaram do futuro governo.
O plano do petista de formar uma base política com MDB, PSD e União Brasil dependerá da negociação de ministérios no novo governo.
Aliados de Lula dizem que não há postos suficientes no primeiro escalão para o número de pedidos que têm sido feitos. O presidente eleito ainda irá montar a nova formação de ministérios com base na governabilidade e não há garantia que todos os pleitos dos aliados de centro serão atendidos.
Alguns aliados de Lula passaram a ser apontados como favoritos para assumir ministérios.
O ex-presidente do TCU (Tribunal de Contas da União) José Múcio Monteiro é o principal cotado para o comando do Ministério da Defesa.
A senadora Simone Tebet (MDB-MS), o senador eleito Flávio Dino (PSB-MA), e o ex-ministro Fernando Haddad (PT-SP) também são apontados por aliados do petista como prováveis ministros.
A diplomação de Lula, em 12 de dezembro, será feita na sede do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A cerimônia formaliza a escolha dos eleitos e marca o fim do processo eleitoral. Lula e Geraldo Alckmin (PSB), vice-presidente eleito, vão receber diplomas assinados pelo presidente da corte, o ministro Alexandre de Moraes.
Neste ano, a cerimônia do presidente eleito foi confirmada no momento em que apoiadores de Bolsonaro realizam protestos antidemocráticos nas estradas e em frente a quartéis. Eles defendem, em geral, um golpe militar para evitar a posse de Lula, marcada para 1º de janeiro.
O PL e o presidente Bolsonaro ainda têm mobilizado esses atos golpistas com questionamentos frágeis sobre o resultado das eleições.
Nas eleições deste ano, Lula recebeu 50,9% dos votos válidos no segundo turno, e Bolsonaro, 49,1%. Foi a primeira vez que um presidente perdeu uma disputa pela reeleição no país.
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