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Com apenas três gols marcados em três jogos, a seleção brasileira é, dentre as seleções que permanecem vivas na Copa do Qatar, a que mais dificuldade tem para soltar o grito de comemoração da garganta.
Vontade não falta. O Brasil é a equipe que mais busca balançar as redes neste Mundial: são 19 finalizações, em média, por partida. Ninguém tem tanta fome de gol quanto os comandados de Tite.
Contra a Sérvia, na estreia, os jogadores arriscaram 23 vezes; diante da Suíça, 13; contra Camarões, outras 21. Somente três bolas entraram, sempre no segundo tempo: duas na meta de Milinkovic-Savic (dois gols de Richarlison), uma na de Sommer (gol de Casemiro).
Só que, e com bastante folga, a seleção brasileira é a que mais precisa martelar para chegar ao momento de maior alegria de um jogo de futebol.
Por exemplo, a Croácia, atual vice-campeã do mundo e que pode ser a adversária do Brasil nas quartas de final, marcou quatro gols em 29 finalizações nas três partidas que disputou. Assim, fez um gol a cada sete conclusões.
A Coreia do Sul, rival desta segunda-feira (5), às 16h (de Brasília), nas oitavas de final, mesmo só tendo menos dificuldade no ataque que os brasileiros, precisou arriscar perto da metade de vezes (10,5) do Brasil para fazer cada um de seus quatro gols na Copa.
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Inglaterra, Espanha e Holanda são as seleções, das que ainda lutam pela Taça Fifa –que será entregue ao campeão no próximo dia 18–, com melhor relação finalizações/gol.
Em três partidas, o English Team registrou um gol a cada a cada 3,9 conclusões; a Fúria a cada 4; e a Laranja, que disputou um jogo a mais –já está nas quartas de final–, a cada 4,5.
A seguir, o ranking da dificuldade em fazer gol, da pior para a melhor, entre as seleções que ainda continuam na Copa, feito com base nas estatísticas da Opta, empresa de dados esportivos.
Fonte: Opta
Apesar de a situação não parecer animadora, a mira do Brasil nem é tão ruim nesta Copa, já que 37% de suas tentativas tiveram a direção certa.
Há seleções percentualmente melhores, como Croácia (55%), Argentina e Espanha (ambas 44%), e outras piores, como Marrocos (33%), Japão (32%) e Coreia (31%).
Isso mostra que os goleiros têm atuado bem contra a seleção brasileira, seja com defesas fáceis ou difíceis, impedindo a bola de entrar, e/ou que os defensores têm tido sucesso em bloquear/desviar os arremates dos brasileiros.
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