Lucas Mota é repórter de Esportes de O POVO. Estudou jornalismo na Universidade 7 de Setembro e na Universidad de Málaga (UMA). Ganhou o Prêmio CDL de Comunicação na categoria Webjornalismo e o Prêmio Gandhi de Comunicação na categoria Jornalismo Impresso, e ficou em 2º lugar no Prêmio Nacional de Jornalismo Rui Bianchi
Em meio a incertezas fora de campo, o Ceará tem se mostrado bastante ativo no mercado da bola. Até o momento, seis jogadores já foram anunciados. Há outros três atletas com acertos encaminhados. Por enquanto, o setor mais carente é o ataque.
Tenho gostado da movimentação do Ceará até agora no mercado. A diretoria, que passou por mudanças e efetivou Juliano Camargo e Albeci Júnior para comandar o Departamento do Futebol, buscou jogadores que tiveram temporadas de destaque na Série B do Campeonato Brasileiro.
No papel, o time em formação é bom. É claro que para avaliar se brigará forte pelo acesso, somente quando a bola rolar. Muitas vezes na prática as coisas não andam como planejado, vide o que aconteceu na temporada de 2022, quando o Alvinegro tinha elenco com qualidade suficiente para se manter na primeira divisão e fez campanha pífia, resultando no rebaixamento.
O Ceará já anunciou os seguintes jogadores: zagueiro Tiago Pagnussat, os laterais Willian Formiga e Danilo Barcelos, os volantes Caíque e Arthur Rezende e o meia Jean Carlos. Com acertos encaminhados, o centroavante Vitor Gabriel e o goleiro Alfredo Aguilar treinam no clube. Não foram apresentados ainda por questões burocráticas.
Ontem, a negociação com o atacante Luvannor também se encaminhou. O jogador deve ser anunciado em breve e se juntar ao restante do elenco alvinegro na pré-temporada.
O clube vai formando uma equipe competitiva para alcançar o principal objetivo na temporada de 2023, o retorno à elite do futebol nacional.
Mas vale ressaltar a situação do setor ofensivo. Desde a saída de Arthur Cabral no fim de 2018, o Ceará não teve mais nenhum atacante goleador. É o principal problema da equipe nos últimos quatro anos.
Disputar a Série B sem ter quem empurre a bola para redes é complicado. Só Vitor Gabriel, jogador de apenas 22 anos que ainda busca seu espaço no cenário nacional, e Cléber, remanescente do elenco de 2022, é muito arriscado. Tanto é que a diretoria ainda procura no mercado o centroavante para ser o protagonista em 2023.
Ôpa! Tenho mais informações pra você. Acesse minha página e clique no sino para receber notificações.
“
Estamos disponibilizando gratuitamente um conteúdo de acesso exclusivo de assinantes. Para mais colunas, vídeos e reportagens especias como essas acesse sua conta ou assine O POVO +.