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‘Pelé era a arte em movimento’, diz Simões (Divulgação
A saudade deixada por Pelé transcende fronteiras e deixa marcas para quem o conheceu como adversário em campo. Ídolo do Benfica e da seleção de Portugal na década de 1960, António Simões detalhou a amizade que manteve por tantas décadas com o Atleta do Século, que morreu na quinta-feira passada (29) aos 82 anos.
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– Foi um grande amigo, um grande colega, um rei. Embora fôssemos adversários, sempre desenvolvemos uma relação de carinho e respeito pelo outro. Tivemos até momentos nos quais nos divertimos muito juntos. Minha admiração por ele ficou ainda mais forte – afirmou ao LANCE!.
Campeão da Taça dos Clubes Campeões Europeus de 1961/1962 (equivalente à Champions League) aos 18 anos, Simões recordou-se da primeira vez na qual se deparou com o “Rei” em campo.
– Houve esta ligação forte da imagem do Pelé sempre. E quando ele veio jogar pelo Santos contra o Benfica em Lisboa (na segunda e decisiva partida do Mundial Interclubes, após o Peixe ter vencido por 3 a 2 na ida) vi coisas extraordinárias! Em alguns momentos ele conseguia tabelar com o adversário. Chutava, a bola desviava em um jogador nosso e voltava para o pé dele. Perdemos por 5 a 2, mas sabíamos que tínhamos vivido um grande espetáculo. Ele disse que foi um dos melhores momentos da sua carreira. Ali eu me fascinei e percebi o quanto Pelé era extraordinário – destacou.
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Quis o destino que, quatro anos depois, Simões estivesse na seleção de Portugal que derrotou o Brasil por 3 a 1. Naquela partida, Pelé saiu de campo com fortes dores e há imagens dele sendo carregado. O ex-atacante relembra o que rondou aquele duelo no Mundial da Inglaterra.
– Acho que houve uma circunstância naquela partida. Pelé jogou contra nós já lesionado devido a uma pancada que sofreu contra a Bulgária. Inclusive, ficou de fora da partida contra a Hungria. Não estava em seu melhor momento e a seleção de (Vicente) Feola vinha em uma transição e não nos conseguiu derrotar – e acrescentou:
– O extraordinário é que, anos mais tarde, Pelé, Tostão, Jairzinho fizeram o Brasil voltar a ser campeão. Era um grupo fascinante – constatou.
Aos seus olhos, a forma de Pelé jogar é inigualável.
– Não é à toa que é uma referência universal. Tudo que vi e ainda vejo astros fazerem em campo, Pelé foi o primeiro a fazer. Ele foi pioneiro em algumas jogadas e dribles e muitas vezes fez melhor do que todos os atletas que vimos e vemos – e frisou:
– É óbvio que Cruyff, Eusebio, Di Stefano, Puskás, atualmente Cristiano Ronaldo e Messi têm dons. Só que Pelé foi a arte em movimento, algo que exige um pensamento específico. A verdade é que daqui a cem anos as pessoas vão falar deste dom incontestável de Pelé com a bola. Um grande jogador e um grande amigo – concluiu Simões.
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