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Representação
Vice-campeã da Taça Brasil, entrada da Serc/UCDB deve trazer mais investimentos
31/01/2023 10h00
judson marinho
Meninas da Serc/UCDB chegaram à final da Taça Brasil de Futsal no ano passado, no Guanandizão – Maurício Moreira/CBFS
Pela primeira vez, uma equipe feminina de futsal de Mato Grosso do Sul vai representar o Estado na Liga Feminina de Futsal (LFF).
Confirmado nas redes sociais da competição, a Serc/UCDB, de Chapadão do Sul com parceria da Universidade Católica Dom Bosco de Campo Grande, alugou a vaga para disputar a Liga Feminina 2023, campeonato de nível nacional, que reúne as melhores equipes do futsal brasileiro.
A Serc/UCDB entrou na Liga após saída de duas equipes nordestinas, o Confiança (SE) e o SUMOV (CE), com isso, além do time de Mato Grosso do Sul, a Unidep Pato Branco (PR) também adquiriu a vaga em aberto.
O clube de MS estará na briga pelo título da competição junto de outras 11 equipes confirmadas: Stein Cascavel, Taboão Magnus, Leoas da Serra, Unochapecó, Londrina, APCEF, ADTB, Baterias Júpiter, Barateiro, Unidep e São José.
Segundo o técnico da Serc/UCDB, Luiz Fernando, o Nando, a entrada da equipe na liga nacional já era um desejo do time e da própria LFF.
“Nos temos contatos com a presidente e vice-presidente da Liga há muito tempo, elas sempre convidam a gente para participar, por causa do histórico da nossa equipe. Anteriormente, não tínhamos recurso para isso, mas neste ano aceitamos este desafio”, disse Nando.
No ano passado, a Serc/UCDB ganhou destaque nacional no futsal feminino pelo bom desempenho apresentado nas competições nacionais, como a Taça Brasil, que foi disputada em Campo Grande, no mês de junho.
Na ocasião, a Serc chegou à final da competição enfrentando o Stein Cascavel, no ginásio Guanandizão. O resultado da partida terminou com a vitória dos paranaenses por 3 a 0.
“Ano passado, eu realizei dois sonhos, de disputar a Taça Brasil em Campo Grande e chegar à final da competição. Entrar na Liga é muito importante para o Estado, vamos ter a noção de como é jogar uma competição com calendário extenso e também criar a oportunidade de outras equipes daqui disputarem”, declarou o treinador da Serc/UCDB.
A Liga Feminina de Futsal de 2023 seguirá com o mesmo sistema de disputa que foi realizado no ano passado.
A primeira fase da competição é jogada em turno único, todos contra todos, classificando os oito primeiros colocados para a fase mata-mata (playoffs).
Na fase eliminatória segue das quartas de final até a final da competição, com partidas de ida e volta.
A segunda edição da Liga Feminina terá 12 clubes de cinco estados diferentes: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul.
Assim como ocorreu em 2022, a LFF está programada para ter início em abril e término no mês de novembro.
A final da primeira edição da Liga Feminina de Futsal, foi disputada entre o Taboão Magnus e o Stein Cascavel, considerados os melhores times do País.
O primeiro jogo terminou com um sonoro 6 a 0 para o Magnus, mas, na partida decisiva, o Stein Cascavel correu atrás do prejuízo e venceu por 7 a 1.
Decisão foi para prorrogação, em que o Stein Cascavel se sagrou o campeão da Liga, marcando o gol do título.
Saiba: O desempenho em 2022 da jogadora da Serc/UCDB Kamila Lobo, 32 anos, foi recompensado com o prêmio de melhor jogadora da Taça Brasil de Futsal, além de ter sido a artilheira da competição, com sete gols. A atleta esteve presente em todas as competições que a Serc/UCDB disputou em 2022.
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Discurso de Ódio
A Advocacia-Geral da União (AGU) foi acionada, e Paulo Pimenta (PT), ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, afirmou que o Planalto tomará providências
31/01/2023 14h12
O jogador de vôlei Wallace de Souza, da seleção brasileira e atualmente no Sada Cruzeiro, sugeriu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) levasse um “tiro na cara” em uma enquete compartilhada em sua conta no Instagram. A postagem foi apagada pelo atleta posteriormente.
Wallace de Souza fez uma série de postagens nas primeiras horas desta terça-feira sobre a sua experiência em um stand de tiro, compartilhando inclusive a arma que mais gostou de usar. O atleta abriu a caixa de perguntas aos seguidores e foi questionado se “daria um tiro na cara do Lula”. O jogador respondeu com uma enquete: “Alguém faria isso: sim ou não?”.
Em nota, o Sada Cruzeiro lamentou profundamente a atitude e pediu desculpas pela publicação de Wallace, ressaltando a necessidade de cautela em manifestações nas redes sociais por causa do momento “delicado” do País. Mas não insinuou qualquer punição ao jogador. O atleta é apoiador declarado do ex-presidente Jair Bolsonaro, derrotado nas urnas pelo petista nas eleições de 2022 e entusiasta da ampliação do acesso a armas pela população.
“As redes sociais podem parecer um espaço em que tudo está liberado, sem muita avaliação das responsabilidades de interpretação, e isso é uma armadilha gigantesca”, escreveu o clube. “Ressaltamos, principalmente, que a violência nunca deve ser exaltada ou estimulada”.
Paulo Pimenta (PT), ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, afirmou em publicação nas redes sociais que acionou a Advocacia-Geral da União (AGU) e que o Planalto vai tomar todas as atitudes necessárias. “Não vamos tolerar ameaças feitas por extremistas e golpistas!”
Procurada pela reportagem, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) afirma que “repudia qualquer tipo de violência ou incitação a atos violentos, e entende que o esporte é uma ferramenta para propagação de valores como o respeito, a tolerância e a igualdade”.
Após anunciar a sua aposentadoria da seleção brasileira, Wallace de Souza retornou ao time nacional no ano passado, quando ajudou a equipe comandada por Renan Dal Zotto a conquistar a medalha de bronze no Mundial de vôlei. O oposto de 35 anos também foi medalhista olímpico na Olimpíada do Rio-2016 e prata nos Jogos de Londres-2012. Com o Cruzeiro, o atleta foi campeão mineiro, da Supercopa, do Mundial de Clubes, do Sul-Americano e, por último, da Superliga.
FUTEBOL
Clube do Rio de Janeiro investiu um total de 124,6 milhões de euros (R$ 690,7 milhões)
31/01/2023 12h00
DIVULGAÇÃO
Na tentativa de ser campeão mundial de clubes pela segunda vez na história (a primeira em um torneio chancelado pela Fifa), o Flamengo levará a Marrocos o elenco mais caro já montado por um time brasileiro em todos os tempos.
De acordo com o “Transfermarkt”, site especializado na cobertura do Mercado da Bola internacional, o clube do Rio de Janeiro investiu um total de 124,6 milhões de euros (R$ 690,7 milhões) na compra dos direitos econômicos dos jogadores que formam seu atual elenco profissional.
Nunca antes o futebol pentacampeão mundial havia visto uma equipe sua formar um grupo de atletas tão caros assim.
O recorde anterior pertencia ao próprio Fla, que fechou 2022, ano em que venceu a Copa Libertadores da América e obteve a classificação para o torneio que reúne os campeões continentais, com um elenco no qual havia investido 103,5 milhões de euros (R$ 574 milhões).
Só que o elenco rubro-negro se tornou ainda mais caro desde a virada do ano. O clube gastou 22 milhões de euros (R$ 122,4 milhões) para repatriar o meia Gerson, que estava no Olympique de Marselha, e adquirir os direitos do lateral-esquerdo Ayrton Lucas, originalmente emprestado pelo Spartak Moscou.
O poderio econômico do representante brasileiro no Mundial é um ponto tão fora da curva no cenário nacional que conta com cinco dos sete jogadores mais caros já contratados por times da terra de Pelé, Garrincha, Romário, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho.
Os três primeiros colocados no ranking das maiores transferências da história do futebol brasileiro (Gabigol no topo e Gerson e Giorgian de Arrascaeta, na sequência) fazem parte do elenco rubro-negro. O sexto (Éverton Cebolinha) e o sétimo colocados (Pedro), também.
Normalmente disputado em dezembro, o Mundial de Clubes precisou ser adiado para fevereiro por causa da disputa da Copa do Mundo, no fim do ano passado.
Outra particularidade desta edição é que, como a Liga dos Campeões da Ásia ainda não terminou, o representante do continente será o vencedor do torneio de 2021, o saudita Al-Hilal.
A primeira partida da competição da Fifa será disputada às 16h (de Brasília) de amanhã, entre o egípcio Al-Ahly, vice-campeão africano, e o neozelandês Auckland City, que ganhou a Champions da Oceania.
O Flamengo só estreia na próxima terça-feira. Antes de viajar a Marrocos, na quinta-feira, os comandados de Vitor Pereira ainda jogam contra o Boavista, pelo Estadual do Rio.
As últimas dez edições do Mundial foram vencidas por clubes da Europa (quatro delas pelo Real Madrid, o time a ser batido neste ano). A última vez que uma equipe sul-americana levantou a taça foi em 2012, com o Corinthians.
No caso específico do Flamengo, essa será sua terceira participação em competições cujo objetivo é premiar o melhor time de futebol do planeta.
Em 1981, ele ganhou a antiga Copa Intercontinental com uma vitória sobre o Liverpool. Três anos atrás, em dezembro de 2019, o clube brasileiro reencontrou os ingleses no torneio da Fifa, mas acabou derrotado na decisão e ficou com o vice-campeonato.
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