Preferência por estrangeiro e 'lista' com favoritos: os bastidores da busca da CBF por novo técnico da seleção – ESPN.com.br

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Quem será o novo técnico da seleção brasileira? A pergunta que atiça a curiosidade de imprensa e torcida segue sem resposta um mês após a Copa do Mundo, mas, nos bastidores, já existe uma tendência sobre a escolha do sucessor de Tite, que rescindiu contrato oficialmente na terça-feira passada (17).
Segundo apurou a ESPN, a CBF tem a preferência por um treinador estrangeiro no momento. E, por estrangeiro, entende-se um europeu com trabalhos de sucesso no Velho Continente. O presidente Ednaldo Rodrigues deseja contar com um nome de peso. Alguns, inclusive, aparecem em uma lista de favoritos.

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São os casos do italiano Carlo Ancelotti (Real Madrid), do português José Mourinho (Roma), do francês Zinedine Zidane e do espanhol Luis Enrique (ambos sem trabalho e, portanto, livres no mercado). Os quatro despontam como os principais cotados para dirigir o Brasil até a Copa do Mundo de 2026.
Pep Guardiola (Manchester City) e Jürgen Klopp (Liverpool) são tratados como opções “fora da realidade do momento” e por isso não entram na relação preferencial da CBF.
As negociações oficiais ainda não começaram, até porque Ednaldo Rodrigues não tem prevista uma agenda de reuniões na Europa. A próxima viagem do presidente da CBF será para o Mundial de Clubes, que acontece entre 1º e 11 de fevereiro, com o Flamengo na disputa pelo título com o Real Madrid, do próprio Ancelotti.
Mas, antes mesmo de se reunir com tais treinadores, a CBF sabe qual será o maior entrave na tentativa de contratar algum deles: convencer o escolhido a morar no Brasil. Sobre custos com salários, a entidade não enxerga como um problema, pois é possível bancar altas pedidas.
A prioridade é ter algum treinador renomado do futebol europeu, mas, claro, existe a possibilidade de nenhum deles ser atraído pelo convite da CBF.
Somente neste cenário é que a entidade partiria para uma opção “caseira”, ou seja, um profissional que trabalhe atualmente no futebol brasileiro.
Como essa não é a ideia inicial e nem a que mais agrada ao presidente, nomes do Brasil não são avaliados no momento.

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