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Em nova propaganda na TV para tentar conquistar o voto do eleitorado feminino, o presidente Jair Bolsonaro (PL) explorou nesta terça-feira (13) uma gafe do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre violência doméstica e voltou a exaltar a primeira-dama Michelle.
A peça publicitária inicia com o petista afirmando que, em seu governo, as mulheres eram tratadas com respeito. A cena seguinte mostra trecho de um discurso recente no qual o ex-presidente afirma: “Quer bater em mulher? Vá bater em outro lugar, mas não dentro da sua casa”.
Na ocasião, em comício no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, Lula condenava a violência doméstica.
A frase completa, que não aparece na propaganda de Bolsonaro, é a seguinte: “Vá bater em outro lugar, mas não dentro da sua casa ou no Brasil, porque nós não podemos mais aceitar isso”.
No vídeo do PL, o equívoco de Lula é exibido a três eleitoras, que criticam a fala. “Imagina se fosse a mãe dele, a irmã dele”, diz uma mulher. “Acho que Lula nem deveria ter saído da cadeia”, afirma outra.
Em seguida, a locutora da propaganda diz que Bolsonaro protagonizou “uma das mais belas cenas de valorização da mulher, quebrando todos os protocolos” ao ceder espaço a Michelle na posse presidencial.
Na ocasião, a primeira-dama fez um discurso em Libras (Língua Brasileira de Sinais), e o grande destaque dado a ela gerou a expectativa de que Michelle seria politicamente atuante no mandato. Ela, porém, só voltou a aparecer com protagonismo na campanha neste ano, em meio à alta rejeição feminina ao candidato à reeleição.
Entre as mulheres, Bolsonaro tem 29% das intenções de voto, contra 46% de Lula, e é visto por 51% dos eleitores como o presidenciável que mais ataca as mulheres, de acordo com a última pesquisa Datafolha.
Um resumo com o que de mais importante a Folha destaca sobre a eleição
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As eleitoras têm sido centrais nas disputas presidenciais e estaduais. Assim, os candidatos passaram a apostar na exposição de suas esposas, que aparecem nas propagandas de televisão e em atos públicos.
A campanha de Bolsonaro tenta minimizar a imagem machista do presidente dando voz a Michelle, que desde a convenção para oficializar a candidatura à reeleição faz discursos com apelo religioso e troca demonstrações de carinho com o marido. A socióloga Rosângela da Silva, a Janja, casada com Lula, também é personagem frequente em eventos políticos e aparece na propaganda televisiva do PT.
“Sabemos das dificuldades que nós mulheres enfrentamos atualmente. São milhões de mulheres endividadas para poder levar alimentos para suas famílias”, disse Janja em uma das peças.
Para Bolsonaro, a dificuldade para atrair o voto de eleitoras cresceu após o primeiro debate, no qual atacou a jornalista Vera Magalhães e a candidata do MDB, a senadora Simone Tebet. Depois, o presidente também insultou a jornalista Amanda Klein, em sabatina na Jovem Pan, e capturou o momento da celebração do Bicentenário da Independência para puxar o coro de que é “imbrochável”.
Já Lula cometeu gafes ao tentar abraçar a linguagem inclusiva para conversar com minorias. Um dos problemas para um conjunto de mulheres é o uso do termo com conotação sexual no bordão de ter 76 anos, mas “tesão de 20”. Ele seria depreciativo por perpetuar estigmas como a submissão feminina.
Na peça desta terça, o PL elenca feitos de Bolsonaro às mulheres em seu mandato, como a sanção das leis Mariana Ferrer e da violência psicológica –iniciativas que partiram do Legislativo–, além do registro de títulos de terra em nome de mulheres.
“Se para alguns parece estranho que Jair tenha feito tanta coisa pela proteção das mulheres é porque não conhecem o presidente”, diz Michelle na propaganda. A locutora tenta suavizar sua imagem ao dizer que “não é com discurso que o Jair demonstra respeito com as mulheres, é com realizações”.
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