Em quem Pedro pode se inspirar para furar fila da seleção brasileira meses antes da Copa – ESPN.com.br

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Em mais uma oportunidade, Pedro se mostrou decisivo pelo Flamengo. Com o golaço marcado contra o Athletico-PR, que valeu a vaga ao clube carioca na semifinal da Copa do Brasil, cresce ainda mais os pedidos pelo centroavante na seleção brasileira. E o camisa 21 tem em quem se inspirar no passado pensando em uma vaga no Qatar.
Isso porque, em outros ciclos de Copa do Mundo, houve quem não vinha sendo convocado durante a preparação e apareceu na lista final. O primeiro deles é alguém que Pedro tem como inspiração: Ronaldo.

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Durante o ciclo da Copa do Mundo de 1994, o Fenômeno, ainda um menino despontando no Cruzeiro. Até então, o atacante havia sido convocado apenas para três amistosos contra Argentina, Islândia e Honduras. No entanto, apareceu na lista final do técnico Carlos Alberto Parreira.
Quatro anos depois, em 1998, dois nomes podem ser observados por Pedro na mesma situação. Giovanni, na época no Barcelona, e Zé Carlos, que defendia o São Paulo.
O meia, que havia feito parte do elenco canarinho na Copa América em 1997, foi chamado apenas para o amistoso contra Andorra antes da convocação final para a Copa do Mundo disputada na França.
Já Zé Carlos fez seu único jogo na carreira pela seleção justamente na Copa. Sem ter sido convocado durante o ciclo, o defensor vai a campo na semifinal contra a Holanda, já que Cafu estava suspenso.
No penta em 2002, há quatro nomes que apareceram na lista final de Felipão. Anderson Polga, Gilberto Silva, Kleberson e Kaká.
Zagueiro do Grêmio, Polga havia sido chamado apenas para quatro amistosos antes de ir para a Copa. Naquela edição, atuou em duas partidas, contra China e Costa Rica, sendo titular em ambas.
Gilberto Silva participou dos mesmos amistosos, mas apareceu também na partida contra a Bolívia nas eliminatórias. Na Coreia do Sul e no Japão, o volante foi titular absoluto.
Titular e destaque do Athletico-PR, Kléberson também foi convocado para o Mundial sem ter antes uma presença fixa nas listas de Felipão. Só tendo disputado amistosos, o volante foi importante na conquista do penta, tendo atuado em cinco partidas e conquistando a titularidade durante o torneio. Na final contra a Alemanha atuou durante os 90 minutos.
Ainda um menino crescendo para o futebol no São Paulo, Kaká foi outra surpresa de Felipão na lista final. Seus três primeiros jogos já foram em 2002, nos amistosos contra Bolívia, Islândia e Malásia. Na Copa do Mundo, entrou somente na partida contra a Costa Rica já no fim.
Em 2006, a seleção brasileira era mais uma vez comandada por Carlos Alberto Parreira. Na convocação final, Rogério Ceni e Mineiro, ambos do São Paulo. O goleiro havia sido convocado somente para dois amistosos entre 2005 e 2006 contra Guatemala e Rússia.
Já o volante, autor do gol do título do Mundial de Clubes em 2005, atuou antes da convocação final nas partidas amistosos contra os guatemaltecos e equatorianos.
Na Copa, Ceni entrou no fim da partida contra o Japão, já Mineiro não foi a campo.
Para o Mundial da África do Sul em 2010, Neymar e Paulo Henrique Ganso, dupla que encantava o Brasil pelo Santos, eram pedidos na seleção e viviam situação parecida com a que Pedro vive atualmente. Mas, a grande surpresa na lista de Dunga foi Grafite.
O atacante, na época vivendo grande fase no Wolfsburg, havia sido convocado apenas para amistosos. Adriano, campeão brasileiro pelo Flamengo em 2009, vinha sendo o nome frequente das listas pré-Copa. No entanto, Dunga chamou Grafite na lista final e deixou o Imperador de fora por conta de problemas extracampo.
Na Copa do Mundo de 2014, Felipão tinha um grupo praticamente definido. No entanto, um nome que só atuou em amistosos também foi lembrado na lista final: o zagueiro Henrique, que atualmente defende o Coritiba e estava no Palmeiras. Foram apenas cinco partidas em campo, todas elas sendo amistosos.
Já na Rússia, em 2018, Taison foi a grande surpresa na lista final de Tite. O atacante, na época no Shakhtar Donetsk, havia sido convocado para duas partidas das eliminatórias e seis amistosos.
Tratado como ‘jogador coringa’ pelo treinador canarinho, Taison, no entanto, não entrou em campo naquela edição da Copa do Mundo.

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