CBF tem lista com 18 brasileiros 'potenciais melhores do mundo'; veja nomes e quais times dominam – ESPN.com.br

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O Centro de Pesquisa e Análise da seleção brasileira possui uma lista com 18 potenciais nomes de se tornarem melhores do mundo no futuro. O material foi revelado por Branco, tetracampeão mundial em 1994 e atual coordenador de base da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
“A gente tem um planejamento para a geração 2030. O objetivo é formar bem e com espírito vitorioso. As gerações que vêm aí do futebol brasileiro são espetaculares. O dia a dia me dá confiança. Os treinos que a gente faz na Granja Comary e a qualidade individual de cada atleta dão essa certeza”, afirmou à Folha de São Paulo.

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Veja abaixo a lista com os 18 nomes:
Rodrygo (atacante, Real Madrid)
Martinelli (atacante, Arsenal)
Yuri Alberto (atacante, Corinthians)
Kaio Jorge (atacante, Juventus)
Reinier (meia, Real Madrid)
Lázaro (meia, Flamengo)
Marcos Leonardo (atacante, Santos)
Matheus Martins (atacante, Fluminense)
Patryck (lateral-esquerdo, São Paulo)
Vinicius Tobias (lateral-direito, Real Madrid)
Andrey (meia, Vasco)
Angelo (atacante, Santos)
Vitor Roque (atacante, Athletico-PR)
Nathan Ribeiro (atacante, Grêmio)
Matheus Gonçalves (meia, Flamengo)
Endrick (atacante, Palmeiras)
Pedrinho (meia, Corinthians)
Luis Guilherme (meia, Palmeiras)
A última vez que o Brasil teve um representante como melhor do mundo foi em 2007 com Kaká. Nesta época, os 18 selecionados ainda não haviam iniciado nem a carreira como profissionais. As apostas são para os ciclos de 2026 e 2030 da Copa do Mundo.
Por outro lado, alguns nomes que também são tratados como potenciais melhores do mundo não estão na lista. São os casos de Neymar e Vinicius Jr., que já possuem uma carreira consolidada na Europa.
“Começamos a abrir o campo de observação. A gente precisa ter controle geral do mercado porque trabalhamos em todas as seleções. Precisamos ter uma linha de trabalho boa porque o Brasil é um celeiro. A base sempre foi a saída para o futebol brasileiro. Temos tudo monitorado, mas a pandemia prejudicou muito por não podermos viajar. Temos uma ferramenta online para isso, mas in loco é sempre melhor. Você vê como é o atleta, conversa com as pessoas do clube dele, com familiares…”, completou Branco.

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