Eleições 2022: Lula tem 43,4% das intenções de voto e Bolsonaro tem 34,8%, segundo pesquisa CNT/MDA – Seu Dinheiro

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RESUMO DO DIA: A semana foi marcada pela divulgação de uma série de pesquisas eleitorais. Nesta sexta-feira (16), o Instituto MDA Pesquisa encerra esse ciclo com um levantamento encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e que confirma a liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com o presidente Jair Bolsonaro (PL) em segundo lugar. Confira os números da nova sondagem.
O Tribunal de Contas da União (TCU) fará a checagem de 4.161 urnas eletrônicas no primeiro turno das eleições. O objetivo é cruzar as informações dos boletins de urna, disponíveis ao fim da votação, com o resultado contabilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Auditores do TCU buscarão vias impressas dos boletins de urna em seções eleitorais das capitais dos estados e no Distrito Federal. Depois, irão comparar a informação do documento com a disponível no TSE na rede e informarão à Corte Eleitoral o resultado da amostra selecionada.
Os boletins de urna são tradicionalmente impressos e disponibilizados na porta da seção eleitoral. Nas eleições deste ano, o TSE também fornecerá os dados na internet para qualquer cidadão interessado.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) estão em busca do voto útil para vencer as eleições. Enquanto o petista quer garantir a vitória no primeiro turno, o atual chefe do Planalto tenta assegurar sua vaga no segundo turno. 
O movimento, no entanto, tem incomodado a senadora Simone Tebet (MDB). Nesta sexta-feira (16), ela lamentou as investidas das campanhas adversárias pelo voto útil, que classificou como um “desrespeito com o eleitor”. 
“Não tenho do que me blindar, mas lamentar o desrespeito com o eleitor”, afirmou ela em visita a uma feira popular em Taguatinga, cidade a 25 km do centro de Brasília.
Dizem que quando uma oportunidade surge, não podemos desperdiçá-la. E é isso que o presidente Jair Bolsonaro (PL) vai fazer na Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU): usar o discurso no evento para impulsionar sua campanha à reeleição. 
Tradicionalmente, o Brasil abre a Assembleia-Geral da ONU e, dessa vez, a ideia é que Bolsonaro explore a economia e passe uma mensagem de chefe de Estado na principal arena da diplomacia internacional, sem deixar de acenar ao público interno do País.
Confira os detalhes do discurso de Bolsonaro na ONU. 
O presidente Jair Bolsonaro (PL) lidera o índice de rejeição na corrida eleitoral, segundo o novo levantamento do Instituto MDA Pesquisa, encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). 
De acordo com a pesquisa, 55,4% dos eleitores não votariam “de jeito nenhum” no chefe do Executivo.
Na sequência aparecem Ciro Gomes (PDT), com 50,1%, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 46,4%, e Simone Tebet (MDB), com 44,7%. 
No levantamento anterior, de 30 de agosto, Bolsonaro tinha 55,8% de rejeição e Lula aparecia com 45,2%.
Em relação ao resultado da eleição presidencial, a pesquisa mostra que 36% têm “mais medo” da continuidade do governo de Bolsonaro.
Outros 30,5% têm “mais medo” da volta de Lula ao Planalto. Dos entrevistados, 22,3% não têm medo do resultado.
Uma pesquisa realizada pela Futura sob encomenda do Banco Modal coloca o presidente Jair Bolsonaro (PL) à frente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo o levantamento, cuja margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, Bolsonaro teria 41,9% em primeiro turno, seguido por Lula (36,9%), Ciro Gomes (7,0%) e Simone Tebet (6,4%).
Em segundo turno, Bolsonaro teria 46,4% e Lula, 44,5%.
Falta pouco mais de duas semanas para o primeiro turno das eleições e a campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, encontra-se diante de uma questão existencial: o que resta fazer para garantir um segundo turno contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)?
Se você tem acompanhado o dia a dia da campanha, deve ter notado uma mudança de postura por parte de Bolsonaro. As declarações polêmicas cada vez mais dão lugar a falas moderadas e até mesmo a recuos em relação a temas antes caros ao presidente.
Confira a matéria especial sobre a nova estratégia de Bolsonaro para garantir o segundo turno contra Lula. 
Na reta final para o primeiro turno das eleições, tanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o presidente Jair Bolsonaro (PL) precisam se apressar caso queiram definir a disputa no dia 2 de outubro. 
Levantamento feito pelo Instituto MDA Pesquisa, encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostrou que apenas 19,3% do eleitorado admite que pode mudar de candidato até o primeiro turno. Ou seja, para 80,7% da população, a decisão do voto na eleição presidencial é definitiva. 
Dos eleitores de Bolsonaro, 87,7% dizem que não mudam mais a escolha. Dos que declaram voto em Lula, 84,5% afirmam que a decisão é definitiva.
Para 50,9% dos eleitores de Ciro Gomes (PDT), o voto é definitivo, mas 49,1% admitem mudar o voto. Dos que declaram apoio a Simone Tebet (MDB), 40,4% estão decididos e 59,6% ainda podem reavaliar a decisão.
Entre as mulheres, Lula lidera com 46% das intenções de voto. Já Bolsonaro é a preferência de 29% do público feminino. O presidente, contudo, tem vantagem entre os evangélicos. No grupo, lidera com 49%, contra 32% de Lula.
A última pesquisa eleitoral de uma semana confirmou o que os outros levantamentos já vinham indicando: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando as intenções de voto na casa dos 40% e o presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, na casa dos 30%. 
A diferença da sondagem divulgada nesta sexta-feira (16) feita pelo Instituto MDA Pesquisa e encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), é que ambos os candidatos conseguiram avançar na comparação com a pesquisa anterior. 
Agora, Lula tem 43,4% dos votos, enquanto Bolsonaro aparece com 34,8%. Dentro da margem de erro, o petista avançou 1,1 ponto porcentual e o atual chefe do Executivo, 0,7 ponto na comparação com o levantamento de 30 de agosto. 
No segundo pelotão, aparecem: 
Ainda de acordo com a sondagem, os votos brancos e nulos somam 4,1% e indecisos, 6,0%.
Lula x Bolsonaro no segundo turno
Nas projeções para um eventual segundo turno, Lula venceria Bolsonaro por 49,4% a 39,3%. O petista derrotaria Simone Tebet por 49,1% a 28,7% e Ciro Gomes por 47,5% a 30,9%.
Em um confronto entre Bolsonaro e Ciro Gomes, haveria empate na margem de erro, com 41,9% para o pedetista e 40,1% para o atual presidente. 
Já na disputa entre Bolsonaro e Simone Tebet, o chefe do Executivo somaria 41% das intenções de voto e a senadora, 38,8%.
O CNT/MDA fez 2.002 entrevistas entre os dias 12 e 14 de setembro. A margem de erro é de 2,2 p.p., e o nível de confiança é de 95%. 
Dissidentes do PDT, partido de Ciro Gomes, preparam um manifesto em favor da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informa a CNN Brasil.
A elaboração do documento tem à frente atuais e ex-integrantes do PDT. Não está claro quando o desembarque dos pedetistas será formalizado.
Um dos idealizadores é Gabriel Cassiano, um ex-aliado de Ciro agora alinhado com o PT.
Além dele, integram o movimento os vereadores do PDT em João Pessoa, Junior Leandro e Betinho; André Luan, ex-diretor da Fundação Leonel Brizola em Minas Gerais; e Vinicius Dino, ex-secretário Geral da Juventude Socialista de São Paulo.
“O manifesto terá como objetivo escancarar a dubiedade de Ciro, mostrando o contraste de suas falas sobre Lula nos anos de 2016, 2017 e 2018 comparando com as falas atuais que enxergamos ser uma conveniência eleitoral e pregando o voto útil em Lula no dia 2 de outubro para evitar um segundo turno turbulento e sangrento nesse país”, disse Cassiano à CNN Brasil.
Confira a agenda dos candidatos à Presidência da República nesta sexta-feira, 16 de setembro.
Somente a candidata Sofia Manzano (PCB) não tem agenda pública prevista para hoje.
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