Acesse seus artigos salvos em
Minha Folha, sua área personalizada
Acesse os artigos do assunto seguido na
Minha Folha, sua área personalizada
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Gostaria de receber as principais notícias
do Brasil e do mundo?
Jornalista e autor de "Escola Brasileira de Futebol". Cobriu seis Copas e oito finais de Champions.
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
O Brasil jogou bem, e Gana atuou mal no amistoso de Le Havre. O segundo gol é uma pintura de jogo coletivo, com 26 passes, sem que os ganeses nem sequer esboçassem marcar, sem nenhuma menção para desarmar.
Valeu pela carta de intenções de Tite, pela capacidade de roubar bolas no campo de ataque e pela paciência para trocar passes, também pela precisão nas jogadas ensaiadas que resultaram em um gol de Marquinhos e outro de Richarlison.
A Sérvia e a Suíça, rivais do Brasil na fase de grupos, também mostraram força. Os sérvios golearam os suecos por 4 a 1, os suíços venceram a Espanha, em Saragoça.
Há sete anos, a seleção brasileira disputou e perdeu a final do Mundial sub-20 para a Sérvia. Perdeu por 2 a 1, na prorrogação.
Daquele jogo, continuam cinco vencedores na equipe eslava, hoje dirigida por Dragan Stojkovic, meia da Iugoslávia na Copa de 1990 –perdeu a primeira cobrança da decisão por pênaltis contra a Argentina, nas quartas de final.
A Sérvia está mais forte do que há quatro anos, quando perdeu para o Brasil por 2 a 0, em Moscou. Joga com três zagueiros, linha de quatro no meio, para liberar Tadic como criador, atrás da dupla de ataque, formada por Mitrovic e Vlahovic. Atenção aos cruzamentos de Kostic. Não começou bem na Juventus, foi perfeito nos 4 a 1 sobre os suecos.
A Suíça está mais fraca, mas ganhou seus dois últimos compromissos, contra Portugal e Espanha. Os gols marcados contra os espanhóis nasceram de jogadas trabalhadas em escanteios, ambos cobrados para Akanji, o primeiro diretamente no meio da área, o segundo no primeiro pau, com o zagueiro do Manchester City ajeitando para finalização de Embolo.
Tem muita gente olhando para o que o Brasil pode fazer. A dois meses da Copa do Mundo, é muito importante observar os rivais e não apenas da primeira fase. Para trazer a taça, a seleção pode precisar vivenciar a trajetória mais difícil que já teve em um Mundial.
Sérvia na estreia e Suíça, na segunda rodada, serão adversários difíceis. Camarões perdeu para o Uzbequistão e não preocupa. Portugal ou Uruguai nas oitavas de final, Alemanha, Bélgica ou Espanha nas quartas, Argentina, Holanda ou Inglaterra nas semifinais, decisão contra a França.
Todas essas chances, a partir dos mata-matas, são especulativas. Jamais um campeão mundial teve de enfrentar quatro campeões em jogos eliminatórios para ganhar o troféu. A Argentina, de Maradona, jogou contra Itália, Uruguai, Inglaterra e Alemanha, mas pegou os italianos na fase de grupos.
A perspectiva seria ruim se o Brasil não estivesse crescendo. Está. Há bons jogadores, Neymar está em boa forma, existem variações táticas, e o time é moderno na forma de recuperar a bola no ataque.
Os elogios são justos, os rivais dos amistosos não servem como testes para a dificuldade prevista no Qatar.
Há duas armadilhas possíveis. Uma é a de superestimar a própria força brasileira, como em 2006, quando a seleção chegou à Alemanha certa de ter o melhor time do planeta e se esqueceu de trabalhar. A outra arapuca é alertar demais para as qualidades dos rivais e amedrontar-se com elas. O Brasil chegará forte a uma Copa sem favoritos. A seleção de Tite será uma das nove candidatas ao troféu.
Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, Espanha, França, Holanda, Inglaterra e Portugal são candidatos. Vamos reduzir? Alemanha ganhou só um jogo grande, 5 a 2 na Itália. A derrota para a Hungria serve de alerta. Pode haver Alemanha x Brasil nas quartas.
Quem não era candidato há um ano e melhorou foi a Holanda. Pela qualidade de seus jogadores e pelo cruzamento, que terá Senegal, Qatar e Equador na fase de grupos e provável encontro contra Estados Unidos nas oitavas. O time é forte, o caminho, menos difícil.
LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar cinco acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Leia tudo sobre o tema e siga:
Você já conhece as vantagens de ser assinante da Folha? Além de ter acesso a reportagens e colunas, você conta com newsletters exclusivas (conheça aqui). Também pode baixar nosso aplicativo gratuito na Apple Store ou na Google Play para receber alertas das principais notícias do dia. A sua assinatura nos ajuda a fazer um jornalismo independente e de qualidade. Obrigado!
Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira. Quanto custa ajudar a produzir esse conteúdo?
Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.
Carregando…
Carregando…
DNA ajuda a identificar tratamento mais eficaz contra o câncer de mama
Plataforma de entregas oferece soluções rápidas e econômicas
Brasil pode ser protagonista da alimentação do futuro
Cidadania global: formação para além do bilinguismo
Brilho eterno: Tiffany cresce e planeja dobrar vendas no Brasil
Entenda o que é deep fake e saiba como se proteger
Seminário aponta caminhos para acelerar a transição energética
Rastreamento pode reduzir mortes por câncer de pulmão
Clara facilita vida das empresas na gestão de gastos corporativos
Abertura do mercado de energia vai modernizar setor no Brasil
Chegada do 5G traz revolução para o dia a dia dos negócios
Tecnologia com inclusão e diversidade gera inovação
Podcast debate nova geração de testes genéticos na psiquiatria
Coleção especial celebra os 60 anos da Vivara
Avanço de pesquisas e mais investimentos em genômica revolucionam a medicina
Mastercard apoia inclusão digital de empreendedores das favelas
Prevenção ao suicídio exige engajamento de toda a sociedade
Inteligência artificial e automação moldam o futuro das empresas
Soluções de cibersegurança reforçam confiança do consumidor nas empresas
Tecnologia permite que pessoas recebam pela comercialização de seus dados
Tecnologia da Mastercard possibilita transferências com uso de cartão de débito
Consumidor já pode pagar suas contas com o rosto
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Votação é forma de o presidente da Câmara aumentar pressão sobre empresas que fazem levantamentos, em linha com a ofensiva do governo Bolsonaro
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Edição da newsletter FolhaJus+ tem perguntas sobre interferência no STF e ofensiva contra institutos de pesquisa
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Ex-presidente participa de programa, que bate recorde de audiência
O jornal Folha de S.Paulo é publicado pela Empresa Folha da Manhã S.A.
Copyright Folha de S.Paulo. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folhapress.
Cadastro realizado com sucesso!
Por favor, tente mais tarde!