A Clínica Florence, especializada no atendimento a pacientes em reabilitação e em cuidados paliativos, anunciou abertura de 153 vagas. Os cargos são para a equipe de saúde: enfermagem, medicina, fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia, e também na administrativa.
Todo processo seletivo é on-line e interessados já podem se cadastrar no site da clínica. O anúncio ativo das vagas será feito apenas em setembro de 2023, mas o currículo cadastrado permite que profissionais sejam chamados para outras vagas. Atualmente a clínica conta com 300 funcionários diretos e indiretos.
O cardiologista Lucas Andrade, CEO e idealizador da Florence, diz que a avaliação dos profissionais vai considerar quem está alinhado com a política do hospital. “Buscamos sempre pessoas que tenham grande propósito pelo que a gente faz, cuidar das pessoas com paixão e que sejam empáticas. Duas coisas muito importantes são motivação e boa comunicação”, afirma.
O aumento de postos de trabalho na clínica acontece em razão da ampliação da unidade hospitalar. A clínica em Salvador passará a ter 93 leitos com a criação de novas alas, permitindo o crescimento das áreas de cozinha, farmácia, suprimentos e jardim. O aumento permitirá atender 400 pacientes a mais por ano.
As obras começaram em 15 de novembro de 2022 e têm previsão de término para 23 de novembro de 2023. O investimento para expansão foi de cerca de R$ 22 milhões.
A Florence é baiana e a primeira clínica de transição de cuidados do Norte/Nordeste, isto é, especializada na reabilitação intensiva de pacientes em estado pós-agudo, a exemplo de paciente que já tiveram Acidente Vascular Cerebral (AVC), covid-19 e fraturado fêmur, assim como no cuidado de pacientes em fim de vida. O objetivo do tratamento é oferecer uma internação humanizada.
“O conceito de hospital de transição de cuidados ainda é pouco difundido no Brasil, mas está em crescimento por conta da sua importante contribuição na assistência à saúde, já que complementamos o atendimento que é fornecido atualmente na rede hospitalar convencional, fazendo a transição dos cuidados entre o período de internação no hospital e a alta para casa. Desta forma, ajudamos a diminuir os custos no setor de saúde, evitando reinternações desnecessárias”, explica Lucas Andrade.
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