COP27: Brasil diz ter pressa para começar produção de hidrogênio verde – Bahia Notícias

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Tá todo mundo procurando uma nova função pro Soberano. Eu já tenho uma ideia que pode agradar. E tenho até sugestão de meio de transporte pro novo emprego. Mas quem ganha também tem vida difícil, viu? O secretariado tá todo mundo com medo de quem pode rodar com o Cacique. E olha que tem gente prometendo o que não tem como prometer, ainda. E sabe quem quase não aguenta mais? A camisa do Líder. Saiba mais!

"Ela gostava como eu de João Gilberto e mais que todo mundo que eu tinha encontrado, ela podia fazer uma coisa que tinha um espírito do essencial do João Gilberto, da novidade, da concentração, da suavidade".
 
Disse o cantor e compositor Caetano Veloso lamentou a morte de Gal Costa nesta quarta.
O presidente estadual do PT, Éden Valadares, está de bem com a vida. Mesmo sem ter parado ainda desde as articulações para a montagem da chapa no início do ano, o dirigente partidário comemora a vitória de Jerônimo Rodrigues (PT) para o governo da Bahia, o que considera um reconhecimento do povo baiano ao trabalho feito pelo partido no estado nos últimos 16 anos.
O assédio dos vendedores ambulantes de Salvador já foi motivo de polêmica há um tempo atrás. Turistas que visitam a cidade, e até mesmo os soteropolitanos já criticaram a abordagem que as vezes pode parecer invasiva. O BN foi às ruas ouvir todos os lados desta história. Confere aí!
por Redação
O Brasil tem pressa em começar a produzir hidrogênio verde e energia elétrica a partir dos aerogeradores que serão instalados no mar (eólicas offshore). O assunto foi debatido nesta quinta-feira (10) durante o painel Infraestrutura de Apoio à Transição Energética, no pavilhão brasileiro montado na COP27, em Sharm el-Sheikh, no Egito.
 
"Precisamos acelerar [o processo de implantação de empreendimentos de energia limpa] porque todos países querem liderar esse processo. Muitos países têm condições de liderar, mas talvez o Brasil seja o país que reúne as melhores condições para liderar [esse segmento]", disse a presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Gannoum, segundo a Agência Brasil. 
 
Ela se referia, em especial, às pretensões brasileiras de produzir hidrogênio verde a partir da energia eólica gerada pelas offshore, que são os aerogeradores instalados no mar.
 
De acordo com a assessora especial do Ministério do Meio Ambiente (MMA) Roberta Cox, que também participou do debate, as ações do governo, no sentido de desburocratizar as autorizações para a instalação desses empreendimentos, têm avançado de maneira satisfatória, com a publicação de portarias que regulamentaram o decreto de cessão de uso de áreas marinhas.
 
“Uma das portarias, inclusive, criou o PUG-offshore, que é o Portal Único para Gestão do Uso de Áreas Offshore para Geração de Energia. Até então, no processo de cessão do uso de áreas marinhas, empreendedor e ministério tinham de passar por nove órgãos para terem a autorização. Agora fazemos isso em apenas um balcão único, a exemplo de outros países. O PUG dispara tudo para os outros órgãos”, explicou a representante do Ministério do Meio Ambiente.
 
Na avaliação da presidente da ABEEólica, “do lado das offshore estamos caminhando muito bem”, com a regulamentação estabelecida a partir das publicações do decreto e das portarias que tratam do assunto. “Agora vamos trabalhar fortemente para termos o primeiro leilão de seção de uso do mar, o que deve acontecer no ano que vem. Daí, o MMA poderá, enfim, fazer o licenciamento ambiental dos parques eólicos”, disse Elbia.
 
Segundo ela, os projetos visando a produção de hidrogênio verde também estão sendo encaminhados. A denominação hidrogênio verde ocorre quando a eletricidade usada na eletrólise da água, visando a extração do hidrogênio, vem de fontes de energia renováveis como eólica, fotovoltaica e hidrelétrica. Pode também ser obtido por hidroeletricidade e por biomassa de rejeito.
 
A previsão é de que o Ceará venha a se tornar o principal produtor desse combustível, tendo como hub uma usina no Porto do Pecém. Segundo o coordenador de Energia da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Joaquim Rolim, que também participou da reunião, “no Ceará deveremos ter ainda este ano a primeira molécula de hidrogênio verde sendo produzida pelo projeto piloto no Complexo do Pecem”.
 
“Inclusive o Senai já está fazendo capacitações sobre o tema de hidrogênio verde. Ano passado, tivemos um curso com mais de 5 mil inscritos. Estamos muito otimistas. Não podemos desperdiçar essa oportunidade”, disse.
 
Elbia Gannoum explicou que eólicas, offshore e hidrogênio verde têm relação entre si, “mas são interdependentes”, uma vez que o país tem à sua disposição outras fontes renováveis não danosas ao meio ambiente, o que torna este combustível ainda mais atraente para os investidores.
 
“O Brasil precisa entender essa oportunidade e ver esses investimentos como fator fundamental para o crescimento do país. Com energias renováveis, vamos gerar emprego, renda; vamos investir em tecnologia e capacitação, além de fazer pesquisas em desenvolvimento e inovação. É um pacote de beneficio de externalidades positivas que temos para atrair investimentos. Não podemos perder nenhum minuto para fazer com que o país realmente aproveite essa oportunidade”, defendeu.
 
Considerado o combustível do futuro, o hidrogênio verde tem despertado interesse cada vez maior no exterior por seu consumo e produção não serem prejudiciais ao meio ambiente.
 
Para ter o selo verde é fundamental que o hidrogênio seja produzido e transportado sem o uso de combustíveis fósseis ou de outros processos prejudiciais ao meio ambiente. Sua produção requer o uso de muita energia, em especial para retirar, por hidrólise, o hidrogênio que é encontrado na água.
 
O interesse por esse combustível é crescente devido ao risco de segurança energética pelo qual passa o continente europeu, em meio ao cenário de guerra entre Rússia e Ucrânia. Boa parte dos países europeus depende do gás exportado pela Rússia.
Passado o período das eleições de 2022, o foco dos políticos eleitos agora é de arrumar a casa e pensar os próximos passos a serem seguidos em seus mandatos. Na Bahia não é diferente. Além do tradicional processo de transição entre governos, onde estamos acompanhando as possíveis movimentações para a composição de secretariado, os bastidores da política local também já falam sobre as próximas votações. Mas calma: são as votações para escolher os chefes que vão comandar as Casas Legislativas pelos próximos anos. E é justamente isso que o Terceiro Turno discute: a arrumação para eleger o novo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia e a perspectiva de uma nova eleição na Câmara de Salvador virar o tabuleiro da política na capital baiana.

O que será essencial para a escolha dos candidatos no segundo turno?
Passado o período das disputas eleitorais, desmontamos os palanques e arregaçamos as mangas para acelerar o processo de crescimento e desenvolvimento econômico e social da Bahia. Convido as baianas e os baianos a participarem desde esforço. 

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