Fique ligado na história da Seleção Holandesa e como chegaram até a Copa do Mundo 2022. O mundo todo para a fim de prestigiar e acompanhar seu respectivo país na Copa do Mundo e a PL Brasil apresenta os times europeus que estarão na busca pela taça desse ano.
Antes de mais nada, a seleção da Holanda fica situada na parte ocidental da Europa, fazendo fronteira com a Alemanha, a Leste e a Bélgica, ao Sul. Dessa forma, o país representa os Países Baixos nas competições organizadas pela FIFA e UEFA, tal como, a Copa do Mundo 2022.
Sua 1ª aparição na competição aconteceu em 1934, na 2ª edição, e depois, em 1938. Entretanto, não demorou para sumirem um pouco do âmbito internacional e retornando apenas na década de 70, quando encantaram o mundo com a verdadeira aula tática do Carrossel Holandês.
De antemão, os Oranjes garantiram sua vaga na Copa do Mundo com uma boa confiança, a equipe estava no Grupo G nas Eliminatórias Europeias e passou como líder, com 23 pontos.
Sendo assim, sofreu apenas uma derrota e venceu sete, deixando a Turquia e a Noruega (de Haaland) para trás. Além disso, o Montenegro fechava o grupo na lanterna, com 12 pontos somados.
Consequentemente, o técnico holandês, Louis van Gaal, conseguiu o 3º melhor ataque das eliminatórias, com 33 gols marcados, atrás apenas da Inglaterra (39) e Alemanha (36).
Com isso, o grande destaque vai para Memphis Depay, da Holanda, que liderou a artilharia (ao lado de Harry Kane, 12 tentos) e entregou mais assistências, seis. Seu compatriota, Davy Klaassen, ficou em 5º lugar nas assistências, com quatro passes decisivos para o gol.
Primeiramente, a Seleção Holandesa é uma das favoritas à ir longe na competição, com uma equipe que está fazendo uma boa campanha na fase de grupos da Nations League 2022 e tem o melhor ataque na League A (com 11 gols marcados), liderando seu grupo com 10 pontos. Sem contar que é um grupo bem complicado, com Bélgica, País de Gales e Polônia (todas estão na Copa).
Porém, na Eurocopa do ano passado, caiu para a República Tcheca por 2 x 0 e não conseguiu passar das oitavas de final.
Em síntese, a Holanda vai para sua 10ª participação em um Mundial. E mesmo sem ter conquistado o troféu, já fez história chegando em três finais, com menos vices que a Alemanha apenas (com quatro).
Assim como toda seleção, teve seus altos e baixos na competição e já chegou bem perto da conquista algumas vezes. Sem contar que já terminou em 3º em 2014 e em 4º, em 1998.
A Seleção Holandesa foi uma das primeiras equipes europeias a convocar negros para o plantel.
As suas duas primeiras participações são pouco lembradas, já que acabaram eliminadas na 1º fase. Após ficar de fora de cinco Copas (1950 à 1966) e duas e Eurocopas (1960-64), os Países Baixos retornaram com tudo.
Comandados pelo técnico Rinus Michels, fizeram uma campanha histórica em 74, com cinco vitórias, um empate e uma derrota em sete jogos. Sendo a única derrota, na final contra a Alemanha Ocidental, na qual começou vencendo e sofreu a virada.
Foi nesse ano que o mundo conheceu o Carrossel Holandês, guiados em campo por um dos maiores da história e o maior ídolo neerlandês, Cryuff.
Em um sistema 3-4-3 com uma linha de zagueiros atuando bem alta, onde os jogadores não ocupavam posições fixas, além disso, nessa época que introduziram o “falso nove”. Com certeza, o jeito como a equipe jogava revolucionou o futebol e inspirou grandes treinadores e esquemas táticos.
Mas, acabou não sendo suficiente para conquistar o título inédito. Na Copa seguinte, chegaram novamente à final (dessa vez sem Cryuff) e perderam por 3 x 1 para as donas da casa, a Argentina.
De fora de mais duas copas, a Holanda chegava para o ano de 90 como os atuais campeões da Euro e um forte favoritismo. Contudo, caíram para o Brasil nas quartas de final, em partida equilibrada por 3 x 2.
Avançando um pouco no tempo, entre algumas crises e a decepção de ficar de fora de 2002, para eles a Copa de 2006 ficou marcada por um evento negativo, a Batalha de Nuremberg.
Assim ficou conhecido o jogo que ficou marcado como o mais indisciplinado da história do torneio, nas oitavas contra Portugal. Além da eliminação, a partida empatou negativamente com o recorde de mais cartões amarelos em um jogo (20 – igualando à Alemanha x Camarões em 2002). E o maior número e cartões vermelhos também, com quatro.
A partir de 2008 começou a sua grande invencibilidade ao comando de Bert van Marwijk, a equipe se tornou a 1ª equipe europeia à se classificar para aquele Mundial, pelas eliminatórias.
O quase ano de Sneijder: a Holanda chegou pela 3ª vez em sua história em uma final e aos 116 minutos, Iniesta destruía o sonho da seleção (mais uma vez). Sneijder pelo menos ficou entre os primeiros na artilharia, com cinco gols.
Por fim, fizeram uma grande campanha em 2014, perdendo nos pênaltis para a Argentina e venceram do Brasil por 3 x 0 na disputa pelo 3º lugar. E em 2018, novamente, não conseguiu se classificar. Em tese, desde 78, apenas treinadores holandeses comandaram a seleção.
Por outro lado, a Seleção Holandesa tem tradição e uma camisa pesada mundialmente, mas em questões de títulos, conseguiu erguer apenas um em todo a sua história.
Além disso, não se trata de uma Copa do Mundo, mesmo já tendo disputado três finais e perdendo todas elas.
Mesmo assim, vários ídolos já vestiram a camisa laranja da equipe e fizeram história por lá, acompanhe abaixo alguns deles.
A começar, abrindo o Top 5, Seedorf já disputou 83 partidas com a camisa da sua seleção, mesmo marcando apenas em 13 oportunidades. Com certeza, é um jogador que fez história! Já jogou três Eurocopas e a Copa do Mundo de 1998, mas não conseguiu levantar nenhum troféu.
O bola de ouro de 1987, Gullit, foi uma peça fundamental para a conquista da Euro e já ganhou vários prêmios individuais pela Seleção Holandesa, como: futebolista holandês do ano de 1987, participou da seleção da Euro em duas ocasiões, entre outros.
A saber, Bergkamp já participou de 79 jogos pela Holanda e marcou 37 vezes, sendo o 4º maior artilheiro da seleção. Além de já ter jogado duas Copas, marcando um gol antológico contra a Argentina nas quartas de final (em 1988), que foi considerado o mais bonito de sua carreira.
Por sua vez, Marco van Basten foi responsável simplesmente em marcar o gol do único título da Holanda, para cima da União Soviética. Então só isso já seria necessário por toda idolatria, sem contar tudo que ele realizou em campo.
Em suma, a 1ª posição não poderia ser diferente, dificilmente você faria uma lista dos cinco maiores jogadores de todos os tempos do mundo e deixaria Cruyff de fora. O eterno camisa 14 se tornou o maior ídolo de sua nação e uma referência para as gerações posteriores.