O tão falado debate da Rede Globo para o primeiro turno das eleições aconteceu. Diferentemente de outros protagonismos históricos esse pareceu muito mais uma esquete mal feita de um programa de humor do que um dos maiores debates pela disputa do centro do poder. Se estamos tão acostumados com a falta de liturgia do cargo desse presidente, os outros não demonstraram sequer melhor aptidão. Exceto por Simone Tebet que proporcionou a melhor parte da noite numa conversa civilizada sobre educação com Soraya Thronike. De resto, o que se viu foi um show de horrores.
Veja as últimas pesquisas eleitorais para presidente:
Pesquisa Ipec/Globo de 26 de setembro de 2022
Pesquisa Datafolha de 29 de setembro de 2022
Pesquisa XP/Ipespe de 23 de setembro de 2022
Pesquisa BTG/FBS de 26 de setembro de 2022
Pesquisa PoderData de 28 de setembro de 2022
Pesquisa Genial/Quaest de 28 de setembro de 2022
Se a política é de encenação a noite de quinta-feira foi um circo. Repito meu professor Juremir Machado: obscenidade pura. Um padre que não é padre, por um acaso do destino (ok, pela nossa famigerada lei eleitoral) deturpou até mesmo as regras simples de ouvir em silêncio enquanto outro fala. Cabo eleitoral é alcunha do passado. O tal padre parecia um soldado com misto de palhaço que ninguém mais aguentava. Um desserviço.
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Schwartzenberg já dizia: o espetáculo hoje em dia está no poder. Não mais apenas na sociedade. De tão enorme que foi o avanço do mal. O que vemos é o Estado se transformando em estrutura teatral.
Eu, que sempre estudei as imagens espetaculares, o animal político, a obsessão em aparecer, vi as teorias tomando forma na televisão. Nada poderia ter sido mais chocante do que aquilo.
Lula estava cansado, aparentemente exausto de uma campanha que lhe tira as últimas forças. Se entregou às provocações levianas do tal Kevin, Kelmon…sei lá. Tivesse sido de um oponente que pode lhe tirar votos ou de alguém com argumentos…mas o padre? Enfim, o padre, afinal.
Bolsonaro começou agressivo e resolveu polarizar com Felipe D’Ávila que o contrapunha quase pedindo desculpas. Foi uma tática interessante para atacar Lula sem entrar diretamente no embate.
Ciro não foi. Não explicou sua ausência. Aquele que mandaram no lugar não era o pedetista com números afiados na ponta da língua.
Nem de entretenimento podemos chamar o que aconteceu na noite de quinta-feira. Ok. Eu sei que pedir uma visão racional da política não se sustenta e qualquer reflexão que deseje enfrentar o problema do excesso de apelo às emoções e ao teatral em detrimento do teor propositivo irá falhar.
Quem acredita que houve vencedores certamente está corroído pela cegueira de um sistema que insiste em nos colocar como amigos e inimigos. Não houve vencedores na noite de quinta-feira. Perdemos todos.
É verdade que cada ciclo histórico definirá, ao seu final, o que é e não é verídico. O julgamento histórico é algo que não temos, primeiro como prever, segundo, como impedir. Mas a ruptura das normas mais básicas de civilidade a ausência quase que completa de regras cotidianas não deve nos levar muito além do que estamos vivendo: imprevisibilidade, instabilidade e cansaço.
Uma estranha loucura parece se apoderar de todos nós onde o esgotamento do questionamento e da curiosidade nos fazem ceder a uma espécie de coerção silenciosa. Perdemos por completo a objetividade. Cedemos, cansados, ao espetáculo mais insidioso que nos oferecem. Sem nem ao menos questionarmos. Estamos todos confinados num circo onde os palhaços nos anestesiam e não temos mais forças para reagir. Dois de outubro é hoje. Vivemos a repressão na sua forma mais perigosa: a alienação. O cansaço tomou conta de todos nós. Vamos votar no menos pior.
Cantora reagiu após rumores de ter ficado com o ator
A imagem do candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) fazendo o número 22 com as mãos, que representa o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022, é uma montagem. O conteúdo circulou dezenas de vezes nas redes sociais na véspera do primeiro turno, em 2 de outubro. Mas a foto original mostra o pedetista fazendo, na verdade, 12, seu número.“Se Lula mudou o seu… pq eu tbm nao poderia mudar o meu voto?”, diz o texto sobreposto à imagem compartilhada no Facebook. Capt
Patrícia Abravanel tem substituído o pai durante suas ausências na TV
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Com 95,5% das urnas apuradas, o número de abstenções nas urnas, ou seja, de pessoas que não compareceram para votar, chegou a 31,2 milhões (20,8% dos eleitores). O resultado é estável se comparado à última eleição majoritária, em 2018, quando Jair Bolsonaro (hoje no PL) foi eleito. Em relação a 2002, quando 20,4 milhões de pessoas não votaram, as abstenções cresceram 50,6% no país. Os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que o aumento foi gradativo. Ape
Pablo Ortellado, professor de gestão de políticas públicas na USP e que estuda o eleitorado bolsonarista, afirma que será necessário entender por que a diferença entre o resultado eleitoral e as pesquisas foi tão significativa.
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) começou a divulgar a apuração dos votos das eleições de 2022 por volta das 17h, horário em que as seções eleitorais foram fechadas. Eleitores que já tinham entrado na fila até 17h receberam uma senha para votar. Assim que os últimos eleitores votarem, será emitido o boletim de urna, registrando o resultado. O documento fica colado na porta da seção eleitoral e os dados são enviados à Justiça Eleitoral em mídia digital para a apuraçã
SÃO PAULO (Reuters) – Um dia depois de enfrentar um resultado na urna pior do que o esperado, a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começa a debater apoios para o segundo turno, e deve procurar em breve, formalmente, o PDT de Ciro Gomes e o MDB de Simone Tebet. Depois de se reaproximar de Lula na reta final da campanha eleitoral, a ex-ministra Marina Silva (Rede) disse nesta segunda-feira estar disposta a fazer contato com Ciro, se for necessário, na busca pelo apoio do quar
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) vão disputar o segundo turno da eleição presidencial. A rodada final será no próximo dia 30. Com 99,86% das urnas apuradas neste domingo (2), o petista marcava 48,39%, ante 43,23% de Bolsonaro, que registrou um desempenho superior ao que previam as pesquisas encerradas na véspera, comandando uma onda de bons resultados de seus aliados nos estados. Viu reeleitos parceiros em Minas e Rio e viu seu indicado chegar ao
Brasil vai ter de enfrentar uma segunda volta eleitoral para escolher o novo presidente. Analista de Oxford fala de um duelo entre "inimigos políticos" e da desconfiança do eleitorado
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O site do PL, partido de Jair Bolsonaro, foi alvo de ataque hacker neste domingo (2) e foi tirado do ar. Segundo a sigla, a página recebeu milhares de acessos do exterior e seu setor de tecnologia da informação teve que derrubá-lo. O site foi tirado do ar pela manhã, às 10h, e foi restaurado no fim da tarde, às 17h45. Nesse intervalo, filiados, candidatos e jornalistas não puderam acessar a página, que não conseguiu transmitir o vídeo de votação de Bolsonaro ao longo
O populista Boyko Borissov, que governou a Bulgária durante mais de uma década, voltou a vencer as eleições, mas precisa de alianças para governar
Coligação do candidato a governador Elmano de Freitas (PT) encontrou santinhos neste domingo (2) associando a imagem de capitão Wagner a Lula
A jornalista que denunciou a guerra em direto na televisão pública, desapareceu com a filha e está na lista das pessoas procuradas por Moscovo
Sem surpresas, anexação recebeu voto favorável unânime dos deputados russos
No 2º turno, a campanha de Bolsonaro deve focar nos aspectos positivos da agenda econômica e na corrupção de governos petistas
SOFIA (Reuters) – Os búlgaros votam neste domingo em sua quarta eleição nacional em menos de dois anos, com pouca esperança de surgimento de um governo estável por causa de profundas divisões dentro da elite política sobre como combater a corrupção arraigada. A turbulência política prolongada ameaça minar as ambições da Bulgária de ingressar na zona do euro em 2024, em meio à inflação de dois dígitos e aos altos preços da energia, e pode levar a um abrandamento da posição de Sofia sobre a guerra
KIEV (Reuters) – A Ucrânia reivindicou neste domingo o controle total do centro logístico oriental de Lyman, o ganho mais significativo de Kiev no campo de batalha em semanas, fornecendo um potencial ponto de partida para novos ataques ao leste enquanto aumenta ainda mais a pressão sobre o Kremlin. O revés pungente para o presidente russo, Vladimir Putin, veio depois que ele proclamou a anexação de quatro regiões que cobrem quase um quinto da Ucrânia na sexta-feira, uma área que inclui Lyman.
As mudanças foram necessárias em função de reformas estruturais que estão sendo realizadas nas unidades escolares onde funcionavam os locais de votação anteriores
Em pronunciamento na noite deste domingo (2), o petista projetou o estado paulista como peça-chave do embate com Bolsonaro
Avó da vítima encontrou o familiar sem vida e acionou a Polícia Militar
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