Esta reportagem foi atualizada no dia 14 de setembro de 2022.
A campanha para a eleição presidencial de 2022 segue em clima de grande polarização, com Jair Bolsonaro (PL) disputando a reeleição e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentando retornar à Presidência da República para um terceiro mandato. Os dois lideram as intenções de voto.
Eleições 2022: veja as principais datas da corrida eleitoral deste ano
Mais atrás nas pesquisas, Ciro Gomes (PDT) e a senadora Simone Tebet (MDB) se apresentam como uma terceira via a Lula e Bolsonaro, mas ainda não conseguiram chegar aos dois dígitos nos levantamentos mais recentes.
José Maria Eymael (DC), Leonardo Péricles (UP), Luiz Felipe d’Avila (Novo), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB), Soraya Thronicke (União Brasil) e Vera Lúcia (PSTU) tiveram 1% ou menos.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou até o momento todas as candidaturas, com exceção do pedido de Kelmon, cujo julgamento está pendente. Ele era vice do ex-deputado federal Roberto Jefferson, que teve seu registro negado por causa da Lei da Ficha Limpa, e assumiu a cabeça da chapa.
A candidatura de Pablo Marçal (Pros) também foi rejeitada pelo TSE em 6 de setembro, após seu partido retirar o pedido e anunciar apoio a Lula. Marçal declarou depois que apoia Bolsonaro.
Outros cinco candidatos já se retiraram da corrida presidencial:
O deputado federal André Janones, que abriu mão da candidatura pelo Avante para apoiar Lula;
O ex-juiz Sergio Moro, que é candidato ao Senado pelo União Brasil no Paraná;
O ex-governador de São Paulo João Doria, que anunciou sua saída da política institucional;
O deputado federal Luciano Bivar e presidente nacional do União Brasil, substituído por Thronicke;
Cabo Daciolo, que é candidato ao Senado pelo PDT no Rio de Janeiro.
A BBC News Brasil lista aqui os 11 que seguem na disputa pela Presidência.
O ex-presidente Lula aparece em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto para presidente da República, com 46% das intenções de voto na pesquisa Ipec – e 51% dos votos válidos.
Sua candidatura pelo PT à Presidência, que pareceu distante há alguns anos, ganhou força e se materializou desde que Lula teve sua condenação por corrupção anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF),
A pesquisa Ipec indica uma vantagem de 15 pontos de Lula sobre Bolsonaro, que é o segundo colocado.
Além disso, a rejeição do ex-presidente é menor do que a de Bolsonaro: 35% x 50%.
Uma das estratégias do PT para diminuir a resistência a Lula foi a indicação do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) como vice da chapa.
O principal obstáculo do ex-presidente é o antipetismo, que ainda deve ter peso na próxima disputa presidencial, com eleitores buscando alternativas em uma terceira via ou recorrendo a Bolsonaro para evitar uma vitória de Lula.
O presidente Jair Bolsonaro vai disputar a reeleição pelo Partido Liberal (PL), legenda de Valdemar Costa Neto, um dos condenados no escândalo do Mensalão. Atualmente ele tenta alavancar seus números nas pesquisas eleitorais.
Na pesquisa Ipec divulgada no dia de 12 de setembro, encomendada pela TV Globo, Bolsonaro ficou com 31% das intenções de voto.
No começo do ano, Bolsonaro enfrentava efeitos de uma avaliação negativa sobre sua condução do governo como a reação do governo à pandemia do coronavírus, os escândalos envolvendo seus filhos, especialmente em relação às chamadas “rachadinhas” e acusações relacionadas à compra de vacinas contra a covid-19.
Seu governo também foi atingido por suspeitas de irregularidades praticadas no Ministério da Educação. As suspeitas são de que pastores evangélicos estariam cobrando propina de prefeitos em troca da liberação de verbas do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE). O governo alega que determinou que o caso fosse investigado, mas o caso já levou à queda do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, que chegou a ser preso.
A crise econômica, com alta contínua da inflação, e o aumento da pobreza também podem significar desafios para a reeleição de Bolsonaro.
Por outro lado, o aumento do valor do Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família) para R$ 600 pode ajudar a recuperar parte dos votos. Bolsonaro deu novo nome ao programa, em uma tentativa de imprimir marca própria na assistência social. O presidente também conta com uma base de eleitores fiéis dispostos a ir às ruas para defender suas posições, como ocorreu nos protestos de 7 de setembro do ano passado.
Esta é a quarta vez que Ciro Gomes concorre à Presidência. Em 2018, ficou em terceiro lugar no primeiro turno, com 12,5% dos votos.
Ele também concorreu em 2002 e 1998. Candidato associado à esquerda ou centro-esquerda, Ciro Gomes tenta novamente despontar como alternativa a Lula e Bolsonaro.
Na pesquisa Ipec de 12 de setembro, Ciro marcou 7% nas intenções de voto. A mesma pesquisa indicou que 52% de seus eleitores admitem que podem mudar o voto, em comparação com 14% e 16% para Lula e Bolsonaro, respectivamente.
A seu favor, ele conta com experiência política, em uma eleição que não dará o mesmo peso a outsiders, ou figuras antipolíticas, como a de 2018. Ciro foi prefeito de Fortaleza, deputado estadual, deputado federal, governador do Ceará e ministro dos governos de Itamar Franco e Lula.
Para fazer frente à candidatura de Lula, Ciro tem adotado uma estratégia de ataque, criticando fortemente o ex-presidente.
Se por um lado essa estratégia visa firmar Ciro Gomes como alternativa a Lula, por outro, pode eventualmente afastar eleitores que nutrem alguma simpatia pelo PT ou que defendem uma ampla aliança contra Bolsonaro.
A candidatura de Simone Tebet foi lançada em dezembro de 2021 pela direção nacional do MDB e oficializada em julho deste ano. É a primeira vez que a senadora disputa o cargo.
Ela foi a primeira mulher a disputar o comando do Senado, em 2021. Também foi a primeira mulher a comandar a disputada Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a primeira vice-governadora de Mato Grosso do Sul e primeira prefeita de Três Lagoas (MS).
A possibilidade de candidatura à Presidência surgiu do destaque que Tebet teve na CPI da Covid no Senado.
Embora não fosse integrante fixa da comissão, ela participou dos principais depoimentos com uma postura contundente e crítica à gestão de Bolsonaro na pandemia.
O principal obstáculo que a senadora enfrenta é se tornar nacionalmente conhecida. Na última pesquisa Ipec, Tebet atingiu 4% das intenções de voto.
O cientista político Luiz Felipe D’Ávila foi anunciado em novembro e oficializado em julho como candidato do Partido Novo à Presidência da República.
Em 2018, a legenda surpreendeu em desempenho quando seu então candidato à presidente, João Amoêdo, terminou o primeiro turno em quinto lugar, com 2,5% dos votos, à frente de candidatos como Henrique Meirelles (então MDB, hoje no União Brasil) e Marina Silva (Rede).
Amoêdo, que chegou a anunciar voto em Bolsonaro no segundo turno, passou a defender o impeachment do presidente durante a pandemia.
Ele chegou a ser lançado novamente como pré-candidato pelo Novo no início do ano, mas sua candidatura sofreu oposição de parcela dos integrantes do partido, sobretudo entre os que apoiam Bolsonaro.
O partido, então, decidiu lançar D’Ávila. Ex-PSDB, ele coordenou o programa de governo do candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, em 2018, mas depois deixou o partido. Ele é crítico de Bolsonaro e Lula e diz que os dois formaram governos “populistas de direita e esquerda”.
Ao ser lançado pré-candidato pelo Novo, defendeu privatizações e outras reformas para reduzir o papel do Estado na economia.
Ele teve 1% na última pesquisa Ipec, de 12 de setembro.
A senadora por Mato Grosso do Sul Soraya Thornicke será a candidata do União Brasil após a desistência do presidente da sigla, Luciano Bivar, que resolveu disputar a reeleição como deputado federal por Pernambuco.
A empresária tem 49 anos e nasceu em Dourados (MS). Foi eleita em 2018 pelo PSL, partido que elegeu Bolsonaro e se tornou o União Brasil.
Foi vice-líder do governo no Congresso e é coordenadora política da Frente Parlamentar da Agropecuária no Senado.
Tem como propostas a criação de um imposto único, o fim do foro privilegiado para todas as autoridades e a fundação de uma corte anticorrupção formada por 30 juízes e 11 desembargadores.
Ela obteve 1% na última pesquisa Ipec.
O fundador e atual presidente do Democracia Cristã José Maria Eymael já disputou a Presidência outras cinco vezes no passado.
Foi deputado federal constituinte em 1988 (seu nome na urna será “Constituinte Eymael”) e ficou conhecido pelo jingle “Ey, Ey, Eymael, um democrata cristão”, lançado em 1985, quando se candidatou a prefeito de São Paulo pela primeira vez.
No discurso em que formalizou sua participação na corrida de 2022, o empresário e advogado, com especialização em direito tributário, disse ser a favor de “valores da família” e que defende a adoção de programas de emprego e moradia para o país.
Eymael, de 82 anos, concorreu à Presidência nas eleições de 1998, 2006, 2010, 2014 e 2018. Nunca foi para o segundo turno e, nas últimas eleições, recebeu 41,7 mil votos (0,04%).
Ele não atingiu 1% na última pesquisa de intenção de votos do Ipec.
Leonardo Péricles é técnico em eletrônica e presidente nacional do Unidade Popular pelo Socialismo (UP), partido de esquerda fundado em 2019.
Ele mora em uma ocupação em Belo Horizonte, e sua candidatura foi anunciada em novembro de 2021 e oficializada em julho de 2022.
O pré-candidato defende pautas como a realização de uma nova Assembleia Constituinte e um plebiscito para consultar a população sobre refinanciamento da dívida pública do país e a reforma urbana por meio da destinação de imóveis ociosos para moradia popular.
Assim como Vera Lúcia, Leonardo também enfrenta uma alta taxa de desconhecimento por parte do eleitorado.
Ele foi citado, mas não atingiu 1% na pesquisas de intenção de voto do Ipec de 12 de setembro.
Kelmon Luis da Silva Souza, descrito por seu partido como “homem cristão, conservador e de direita”, se apresenta como um “sacerdote ortodoxo”.
O baiano de 45 anos era vice do ex-deputado federal Roberto Jefferson e assumiu a cabeça da chapa do PTB depois que Jefferson teve seu pedido de candidatura negado pelo TSE, em 1º de setembro.
O tribunal concluiu que o ex-deputado federal está inelegível devido à sua condenação criminal pelo Supremo Tribunal Federal em 2013 por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
No entanto, o plano de governo, intitulado Direita, Graças à Deus, não sofreu alterações.
Entre as propostas, estão reduzir e simplificar a carga tributária, privatizar estatais, cortar despesas com pessoal, simplificar a legislação trabalhista e unificar a Previdência para funcionários dos setores privado e público.
Kelmon foi citado na última pesquisa do Ipec, mas não chegou a 1% das intenções de voto.
Em fevereiro, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) lançou a candidatura da professora universitária Sofia Manzano, que foi oficializada em julho. Ela tem 50 anos de idade e começou sua militância política aos 18, em 1989.
Manzano é economista formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), mestre em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutora em História pela Universidade de São Paulo (USP).
Desde 2013, ela vive em Vitória da Conquista, onde dá aulas na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). O foco das suas pesquisas são as relações de trabalho e a desigualdade social.
Em entrevista concedida em abril para o site Brasil de Fato RS, Manzano defendeu propostas como intensificar pesquisas universitárias para o setor agrícola para que elas tenham como foco a agricultura familiar e as pequenas propriedades e não o chamado agronegócio. Ela também fez uma defesa do comunismo.
Manzano foi citada por eleitores consultados pelo Ipec em seu levantamento mais recente, mas não chegou a 1%.
O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) lançou a candidatura de Vera Lúcia em 19 de março e a oficializou em julho.
Esta será a segunda vez que ela disputa a Presidência pela sigla. A primeira foi em 2018, quando obteve 55,7 mil votos, o equivalente a 0,05% dos votos válidos.
O PSTU foi fundado no início dos anos 1990 a partir de dissidências de outros partidos como o PT, partido ao qual Vera Lúcia chegou a ser filiada até 1992. O partido se autodefine como “socialista e revolucionário”.
Antes de ingressar na política, Vera Lúcia foi faxineira e costureira em Sergipe, Estado onde iniciou sua militância. Ela participou da fundação do sindicato dos profissionais de costura da indústria calçadista do Estado.
Durante os governos petistas, o PSTU se colocou como oposição, fazendo críticas tanto às gestões de Lula quanto de Dilma.
Na última pesquisa Ipec, Vera Lúcia foi citada, mas não chegou a obter 1% das intenções de voto.
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(Reuters) – O presidente da Rússia, Vladimir Putin, não realizará sua tradicional coletiva de imprensa televisionada de fim de ano neste mês, disse o Kremlin nesta segunda-feira, dez meses após a invasão da Ucrânia pela Rússia. O evento é um marco na agenda de Putin, que dá a ele a chance de mostrar seu domínio das discussões e sua resistência enquanto se senta sozinho no palco de um grande auditório para uma sessão de perguntas e respostas com repórteres que pode durar mais de quatro horas.
O ex-craque Ronaldo 'Fenômeno' é uma das lendas do futebol que estão no Catar acompanhando de perto a Copa do Mundo, que entra nesta terça-feira (13) em sua fase semifinal com o duelo entre Argentina e Croácia. Com sua habitual simpatia e falando em português, espanhol, italiano e inglês, o maior destaque da conquista do penta em 2002 deu uma entrevista coletiva a jornalistas do mundo todo em um cartão-postal de Lusail, próximo ao estádio que receberá a grande final do Mundial: o icônico Fairmont & Raffles Lusail Hotel, com suas duas torres à beira-mar em formato que remete às espadas árabes. Ronaldo falou sobre os semifinalistas, destacou um favorito e analisou os craques do torneio. Ele também comentou o desempenho do Brasil e discorreu sobre o futuro da Seleção, que caminha para 24 anos sem título mundial após a eliminação para a Croácia nas quartas de final no Catar. – França favorita – "Minha previsão desde o início sempre foi Brasil e França na final. O Brasil não está mais. A França, jogo após jogo, vem confirmando seu favoritismo e acho que segue sendo a grande favorita", disse o ex-craque. "Não sigo muito de perto, mas aparentemente eles não têm sofrido com a pressão", acrescentou, sobre o fato de os franceses defenderem o título. Ronaldo também elogiou a principal estrela dos 'Bleus', Kylian Mbappé: "Ele sabe como usar suas habilidades. Como ir mais rápido que os outros. E ele usa essa habilidade para dar assistências ou marcar", disse Ronaldo, que acredita que o atacante francês vai ser eleito o melhor jogador do Mundial. Às vésperas de completar 24 anos, Mbappé já marcou 9 gols em Copas (o alemão Miroslav Klose é o recordista com 16), e está a dois jogos de um segundo título mundial, o que o coloca como sério candidato a bater recordes no futebol. "Ele tem tempo, habilidade, tem fome e talento para conseguir tudo isso, com certeza", concordou Ronaldo. O ex-atacante brasileiro também elogiou o Marrocos, que surpreendeu neste Mundial ao chegar entre os quatro melhores. "É uma linda história do futebol que uma seleção africana esteja na semifinal de uma Copa. Eu vejo as reações no Marrocos. O futebol nos dá histórias tão lindas como a de Marrocos e devemos apreciar." Mas Ronaldo diminuiu o entusiasmo quando perguntado sobre as chances dos marroquinos irem à grande final: "Eu gostaria, mas não acho que vão conseguir. Acho que a França tem uma equipe muito sólida. Seja na defesa, seja no ataque, no meio de campo…" – Sem torcida para a Argentina – Provocado a responder se vai torcer por Lionel Messi e a seleção da Argentina, Ronaldo abriu um sorriso e despistou. "Eu não posso responder por todo o Brasil. Posso responder por mim. E eu não tenho tanta certeza. Mas é claro que vou ficar feliz por ele. Temos uma grande rivalidade entre Brasil e Argentina. Eu não vou ser tão hipócrita e dizer que vou ficar feliz pela Argentina. Não é verdade. Mas é claro que vejo o futebol como um romântico. Eu vou curtir qualquer campeão", garantiu o Fenômeno. O ex-craque também elogiou outro astro, que vai estar em campo pela seleção oposta. "Luka Modric jogou muito bem, como sempre faz. É um jogador com uma capacidade física ainda muito boa. Tecnicamente não se discute. Mas não só ele. Os três meias da Croácia são muito bons. E o Brasil não conseguiu fazer a pressão que havia feito em outros jogos." Ronaldo também discorreu sobre a eliminação brasileira no Catar: "Acho que o que nos faltou foi algo que também é característico nosso que é a experiência, a catimba, saber gastar tempo. Depois de marcar o gol na prorrogação aí deveriam ter acabado o jogo, saber administrar bem a bola, fazer o adversário correr, mantê-los longe." – Apoio a Neymar – Ronaldo, que viveu intensamente a pressão de ter que vencer uma Copa, falou sobre Neymar, que recentemente colocou em dúvida sua continuidade na Seleção. "Acho que ele está muito chateado com o resultado na Copa. É normal que o Neymar se sinta desse jeito por enquanto. Mas eu também tenho certeza de que ele vai voltar mais forte e vai continuar jogando com a seleção. Ele ainda é jovem. Acho que ele pode jogar a próxima Copa." Sobre o sucessor de Tite como novo técnico do Brasil, Ronaldo não se opôs à ideia de que seja um estrangeiro: "Eu adoraria ver nomes como Guardiola, Ancelotti, Mourinho. Mas não sou eu quem escolhe. Então vamos ver o que acontece nos próximos dias." Ronaldo elogiou a Copa do Catar tanto fora quanto dentro de campo. "Eu vi um nível bem alto, técnico, tático. Talvez ainda na primeira fase uma diferença ainda entre algumas seleções. Mas quando começam os jogos eliminatórios começa a ficar bem mais igualado." O ex-craque disse não acreditar que a partir da Copa de 2026, com 48 seleções, a qualidade do espetáculo vá cair. "Sou a favor sim de aumentar o número de participantes. Afinal, uma Copa do Mundo, pelo nome, já diz muito. Acho que o formato para dar oportunidade a outros países para participarem dessa grande festa mundial é digno. E eu acho que não vai comprometer o nível técnico das próximas edições". aam/mr/mvv/rpr
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