Eleições 2022: saiba quais são os números dos candidatos à … – Yahoo Noticias

No próximo dia 2 de outubro, ou seja, daqui menos de um mês, os eleitores irão às urnas para escolher deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República. No total, são 12 candidatos a presidente.
E mesmo com a proximidade, 29% dos eleitores ainda não sabem o número dos seus candidatos à presidência, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (10).
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Os dados apontam que entre os eleitores do ex-presidente Lula (PT), 81% sabem dizer corretamente o código de urna. Outros 17% dizem que não sabem e 1% falam o número errado.
Já os que pretendem votar em Jair Bolsonaro (PL) 67% acertam o número, 30% não sabem e 4% erram.
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Lula (PT) – Tradicionalmente, e novamente desta vez, o ex-presidente se apresenta com o número 13 nas urnas eletrônicas. Esta será a sexta vez que o ex-metalúrgico de 76 anos se candidata ao cargo máximo de nossa democracia. Antes, ele foi presidente em 2002, sendo reeleito em 2006.
Jair Bolsonaro (PL) – O atual presidente tentará a reeleição em outubro tendo o 22 como número. O PL é o décimo partido da vida política de Bolsonaro, que tem 67 anos. Ele se elegeu em 2018 pelo PSL.
Pesquisa Ipec/Globo de 5 de setembro de 2022
Pesquisa Datafolha de 9 de setembro de 2022
Pesquisa XP/Ipespe de 31 de agosto de 2022
Pesquisa BTG/FBS de 5 de setembro de 2022
Pesquisa Exame/Idea de 21 de julho de 2022
Pesquisa PoderData de 31 de agosto de 2022
Pesquisa Genial/Quaest de 6 de setembro de 2022

Ciro Gomes (PDT) – Pela quarta vez tentando ser eleito presidente, o candidato tem 64 anos e representa o número 12. Ciro é advogado e já foi governador do Ceará e ministro nos governos Itamar Franco e Lula.

Simone Tebet (MDB) – A ex-senadora pelo Mato Grosso do Sul se apresenta com o número 15. Tebet, tem 52 anos e já foi deputada estadual e prefeita de Três Lagoas (MS) e vice-governadora do estado.

Soraya Thronicke (União Brasil) – Também senadora por Mato Grosso do Sul, a candidata tem 49 anos e será o número 44 nas urnas eletrônicas. Ela tem formação em direito e é proprietária de uma rede de motéis.

Luiz Felipe d’Ávila (Novo) – Estreante em eleições, o candidato representa o número 30. Ele tem 58 anos, é mestre em administração pública e é dono do maior patrimônio entre os candidatos, com R$ 24 milhões declarados.
Segundo o levantamento do Datafolha, Lula e Bolsonaro lideram as intenções de votos no primeiro turno. O petista aparece com 45% e o atual mandatário com 34%.
A pesquisa ouviu 2.676 pessoas, entre 8 e 9 de setembro, em 191 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. O código da pesquisa na Justiça Eleitoral é BR-07422/2022.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou, nesta quinta-feira (5), a aplicação de um cessar-fogo a suas tropas na Ucrânia nos dias 6 e 7 de janeiro, por ocasião do Natal ortodoxo, a primeira trégua desde o início do conflito há quase um ano. O anúncio acontece depois que o patriarca da igreja ortodoxa russa Kirill, de 76 anos, pediu uma pausa nos combates na véspera do Natal ortodoxo, que será comemorado no sábado. Em uma conversa por telefone com Putin, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, também pediu a aplicação de um "cessar-fogo unilateral" para iniciar negociações de paz com Kiev. "Em vista do chamado de Sua Santidade, o patriarca Kirill, instruo o ministro da Defesa da Rússia a introduzir um regime de cessar-fogo ao longo de toda linha de contato entre as partes na Ucrânia", anunciou o Kremlin em nota. A trégua terá início às 12h locais (6h em Brasília) de 6 de janeiro e vai até as 24h locais (18h em Brasília) de 7 de janeiro, acrescentou. Putin pediu às tropas ucranianas respeito à trégua para que os que professam a fé ortodoxa – majoritária na Ucrânia e na Rússia – possam "assistir aos serviços religiosos na véspera de Natal, assim como no Dia do Natividade de Cristo". Este seria o primeiro cessar-fogo desde o início da invasão russa da Ucrânia em 24 de fevereiro. Até agora, só foram alcançados acordos locais, como em abril, quando os civis foram evacuados da siderúrgica de Azovstal em Mariupol, no sudeste do país. Por sua vez, o assessor da Presidência ucraniana, Mykhailo Podoliak, classificou o anúncio russo de "hipocrisia" e insistiu em que as tropas de Moscou deveriam abandonar seu país. "A Rússia deve deixar os territórios ocupados. Somente então haverá uma 'trégua temporária'. Fique com sua hipocrisia", tuitou. Em uma mensagem anterior enviada à imprensa, Podoliak denunciara o cessar-fogo como um "mero gesto de propaganda". – Turquia como mediador? – Em sua conversa telefônica com Putin, o presidente da Turquia pediu que as negociações com a Ucrânia fossem retomadas. O russo respondeu que está pronto para um "diálogo sério" com a Ucrânia, desde que as autoridades de Kiev aceitem "as novas realidades territoriais" que surgiram após a invasão do país. Em setembro, Moscou reivindicou a anexação de quatro oblasts (províncias) que ocupa parcialmente na Ucrânia, assim como já havia feito com a península ucraniana da Crimeia em março de 2014. Erdogan, que se postula como mediador no conflito, também falou por telefone com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky. O presidente ucraniano, no entanto, recusa-se a negociar com a Rússia enquanto Putin estiver no poder, insistindo em que o objetivo é recuperar todos os territórios ocupados. Além disso, o pedido de cessar-fogo do patriarca Kirill, que é próximo de Putin, corre o risco de ter pouco impacto na Ucrânia, onde sua influência entrou em declínio nos últimos anos. Ente 2018 e 2019, estabeleceu-se na Ucrânia uma igreja independente da tutela religiosa russa. Já em maio, pouco depois do início da invasão russa, a igreja ortodoxa ucraniana rompeu seus laços com Moscou. Os apelos de cessar-fogo ocorrem dias depois de um ataque ucraniano na véspera do Ano Novo com pelo menos 89 soldados russos mortos em Makiivka, na província anexada de Donetsk. Em um fato pouco comum desde o início do conflito, o Exército russo admitiu este trágico balanço após o bombardeio, o que lhe rendeu duras críticas. – 'Deixaremos a cidade' – Na frente de batalha, os combates continuam intensos, especialmente em Bakhmut, no leste, que as tropas russas — apoiadas por mercenários do grupo Wagner — tentam controlar há meses. Segundo o balanço diário da Presidência ucraniana, cinco pessoas morreram, e oito ficaram feridas nas últimas 24 horas. Em Chasiv Yar, uma localidade situada a menos de 20 km de Bakhmut, os moradores disseram à AFP que um míssil russo havia atingido um edifício, ferindo um homem e uma mulher. A explosão destruiu as janelas de um edifício contíguo e de um hospital, deixando muitos escombros pelo chão. "Quando ficar muito difícil, vamos deixar a cidade", declarou Olena, uma moradora, à AFP. "Tenho três cachorros. Já teria partido se alguém aceitasse levá-los, mas ninguém quer", explicou. Mais ao sul, em Berislav, cidade próxima a Kherson, os bombardeios causaram a morte de duas pessoas, segundo o chefe adjunto da administração presidencial, Kirilo Timochenko. Outras duas morreram um ataque no oblast de Zaporizhzhia, também no sul, segundo o governador Oleksandr Starukh. bur-pop/bds/es-sag/an/rpr/mvv
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Os bombardeios continuavam nesta sexta-feira (6) em ambos os lados do "front" em Bakhmut, epicentro dos combates no leste da Ucrânia e em outras localidades do país, apesar do cessar-fogo unilateral decretado pela Rússia por ocasião do Natal ortodoxo. Jornalistas da AFP ouviram disparos de artilharia de ambos os lados da linha de frente em Bakhmut, uma cidade com ruas em grande parte destruídas e desertas, depois que o cessar-fogo  começou teoricamente às 09h GMT (6h em Brasília), embora sua intensidade tenha sido menor do que nos dias anteriores. Pavlo Diatchenko, um policial de Bakhmut, chamou a trégua de "provocação" russa. Os civis "estão sendo bombardeados dia e noite e quase todos os dias há mortes", disse ele. O Exército russo garantiu, no entanto, que respeitaria sua trégua e acusou as tropas ucranianas de "continuar a bombardear cidades e posições russas". O vice-chefe da administração presidencial ucraniana, Kirilo Timoshenko, relatou dois bombardeios russos em Kramatorsk, também no leste, que atingiram uma casa, mas não deixaram vítimas. Ele também relatou um bombardeio russo em Kherson (sul). As autoridades separatistas pró-Rússia no leste da Ucrânia relataram vários bombardeios em Donetsk, reduto antes do cessar-fogo decretado pelo presidente russo, Vladimir Putin, entrar em vigor. Seguindo o apelo do patriarca da Igreja Ortodoxa Russa, Kirill, e do presidente turco Recep Tayyip Erdogan, Putin ordenou um "cessar-fogo ao longo de toda a linha de contato entre os lados na Ucrânia" das 09h GMT de 6 de janeiro até 21 de janeiro. – "Buscando oxigênio" – Esta deveria ser a primeira grande trégua na Ucrânia desde que começou a invasão russa em 24 de fevereiro. Anteriormente, houve breves pausas nos combates, mas apenas em nível local, como durante a retirada de civis da fábrica Azovstal em Mariupol (sudeste) em abril. Cético em relação ao anúncio, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, estima que trata-se de uma “desculpa para conter o avanço” das tropas de Kiev em Donbass, no leste, e levar “equipamentos, munições e aproximar homens das nossas posições”. Putin pediu às tropas ucranianas que respeitassem a trégua para permitir que os ortodoxos, a fé majoritária na Ucrânia e na Rússia, "participassem dos serviços religiosos na véspera de Natal, além do dia do nascimento de Cristo". "A Rússia deve abandonar os territórios ocupados, só então haverá uma 'trégua temporária'. Guardem sua hipocrisia", tuitou na quinta-feira um assessor da Presidência ucraniana, Mijaílo Podoliak. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, estimou que Putin está "buscando oxigênio". "Estava pronto para bombardear hospitais, creches e igrejas" em 25 de dezembro e no dia de Ano Novo, disse Biden durante um discurso na Casa Branca. Este cessar-fogo "não contribuirá em nada para avançar nas perspectivas de paz", reagiu o ministro britânico de Assuntos Exteriores, James Cleverly. Esta trégua não trará "nem liberdade nem segurança" à Ucrânia, afirmaram diplomatas alemães. O chefe da diplomacia da União Europeia, Josep Borrell, classificou a trégua como "hipócrita" e "pouco confiável". "O Kremlin não tem nenhuma credibilidade e esta declaração de cessar-fogo não é confiável", declarou Borrell à imprensa durante visita a Fez, no Marrocos. – "Novas realidades" – Durante seu telefonema com Erdogan, Putin disse que a Rússia está pronta para entrar em um "diálogo sério" com a Ucrânia, desde que cumpra as exigências russas e aceite as "novas realidades territoriais" derivadas da invasão do país em fevereiro. Moscou exigiu em setembro a anexação de quatro regiões ocupadas ao menos parcialmente por seus militares na Ucrânia, apesar de vários reveses militares russos no terreno, assim como fez com a península ucraniana da Crimeia em março de 2014. Zelensky insiste na retirada total das forças russas de seu país, incluindo da Crimeia, antes de iniciar qualquer diálogo com Moscou. Caso contrário, promete recuperar os territórios ocupados à força. Putin acusou o Ocidente de "fornecer armas e material militar ao regime de Kiev e de facilitar informação". Na quinta-feira, Estados Unidos e Alemanha prometeram a Kiev fornecer veículos de combate de infantaria Bradley e Marder. A França anunciou que enviaria blindados AMX-10 RC. Berlim também se comprometeu a enviar uma bateria de defesa antiaérea Patriot, seguindo os passos de Washington. bur/pz/meb/es/tt/jc
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WASHINGTON (Reuters) – Os Estados Unidos usarão as restrições da era da pandemia para expulsar rapidamente imigrantes cubanos, nicaraguenses e haitianos que forem pegos cruzando ilegalmente a fronteira entre EUA e México, anunciou o presidente Joe Biden nesta quinta-feira, em uma tentativa de conter a crise de imigração no país. Ao mesmo tempo, os EUA permitirão que até 30.
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