Empregos formais: veja quais estados lideraram criação de vagas … – Sua Finança

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O Ministério do Trabalho e Previdência informou nesta semana que o Brasil criou 2,03 milhões de empregos formais em 2022. Os dados fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que informa mensalmente a quantidade de contratações e demissões realizadas no país em cada mês.
A saber, o número de vagas criadas no ano passado foi 26,6% menor que o resultado de 2021, quando o o Brasil havia criado 2,776 milhões de empregos formais. Seja como for, todas as 27 unidades federativas (UFs) fecharam o ano com um saldo positivo de criação de postos formais de trabalho.
Em síntese, o estado de São Paulo continuou na liderança nacional, respondendo por 27,5% dos empregos formais criados no país em 2022. Aliás, veja abaixo o top dez das UFs com os maiores saldos de postos de trabalho criados no ano passado:
São Paulo: 561 mil;
Rio de Janeiro: 194,9 mil;
Minas Gerais: 178 mil;
Bahia: 120,4 mil;
Paraná: 118,1 mil;
Rio Grande do Sul: 100,8 mil;
Santa Catarina: 90,3 mil;
Goiás: 87,7 mil;
Pernambuco: 68,9 mil;
Ceará: 67 mil.

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Em contrapartida, os estados com os menores números de empregos criados entre janeiro e dezembro de 2022 foram Amapá (5.792 vagas), Acre (7.426), Roraima (7.855), Sergipe (11.732), Piauí (12.729), Tocantins (14.395), Rondônia (15.741), Alagoas (19.642). Todos são estados das regiões Norte e Nordeste.

Veja os dados de dezembro

De acordo com os dados do Caged, as UFs conseguiram fechar o ano com um saldo positivo graças ao bons resultados acumulados ao longo do ano. Isso porque, em dezembro, o Brasil registrou o fechamento de 431 mil vagas de emprego.
A saber, todas as UFs tiveram um resultado negativo no último mês de 2022, ou seja, registraram o fechamento de vagas formais de trabalho.
Confira as UFs que foram destaques negativos de dezembro, com os maiores saldos negativos do país:
São Paulo: -151,5 mil;
Minas Gerais: -45,8 mil;
Paraná: -35,9 mil;
Bahia: -16,3 mil;
Santa Catarina: -39,3 mil;
Rio Grande do Sul: -27,8 mil;
Pará: -15,2 mil;
Goiás: -12,1 mil.

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Por outro lado, os dados menos negativos, das UFs que fecharam um número menor de vagas de emprego no mês passado, foram: Acre (-795 vagas), Roraima (-934), Amapá (-981), Sergipe (-1.283), Rondônia (-1.349), Paraíba (-2.344), Tocantins (-2.492) e Rio Grande do Norte (-2.965).
Vale destacar que os meses de dezembro costumam trazer resultados negativos para o Brasil, com o número de demissões superando o de contratações. Um dos motivos para isso acontecer é que muitos sindicados estabelecem o mês de janeiro de cada ano como data base do reajuste. Por isso, muitos empregadores demitem antes desse reajuste.

Sudeste se destaca em 2022

O levantamento do Caged não mostra apenas os dados das UFs, mas também das regiões brasileiras. Entre janeiro e dezembro de 2022, o Sudeste foi o grande destaque no país, criando 978,7 mil empregos formais. Isso corresponde a 48% do total de postos de trabalho gerados no Brasil no ano passado.
Veja os números de vagas formais de emprego criadas em todas as regiões brasileiras:
Sudeste: 978,7 milhões;
Nordeste: 385,1 milhões;
Sul: 309,3 milhões;
Centro-Oeste: 231,8 milhões;
Norte: 119,1 milhões.

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Estes dados mostram que o Nordeste concentrou 18,9% dos empregos criados no país em 2022. Em seguida, ficaram as regiões Sul (15,2%), Centro-Oeste (11,4%) e, por último, o Norte (5,8%).
Em relação ao crescimento percentual anual, o Centro-Oeste teve a maior taxa, de 7,68%, seguido de perto por Norte (+7,54%) e Nordeste (6,55%). Assim, as menores taxas de aumento percentual foram registradas por Sudeste (5,69%) e Sul (5,39%).

Trabalhador ganhou menos em 2022

Os dados do Caged também mostraram que o trabalhador brasileiro ganhou menos em 2022. A saber, o salário médio de admissão era de R$ 2.012,24 em janeiro do ano passado. No entanto, o valor caiu ao longo do ano e, em dezembro, o valor estava em R$ 1.915,16.
Por outro lado, o salário médio real de desligamento cresceu no decorrer de 2022. Nesse caso, os trabalhadores demitidos no primeiro mês do ano passado estavam ganhando, em média, R$ 1.968,83. Já em dezembro, o valor era de R$ 2.038,70.
Vale ressaltar que os dados do Caged consideram apenas os trabalhadores com carteira assinada. Em outras palavras, o levantamento não inclui os trabalhadores informais do país, que representam uma grande parcela da força de trabalho do país.

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Na verdade, o Caged faz apenas um recorte do mercado de trabalho brasileiro. Por isso, estes dados apresentados pelo Ministério do Trabalho e Previdência não são comparáveis às informações levantadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (PNAD) Contínua, que mostra a taxa real de desemprego do país.

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