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As diferenças entre os cenários apontados por pesquisas eleitorais dias antes das eleições e a apuração final do primeiro turno nas urnas levantaram dúvidas e suscitaram críticas aos institutos que fazem os principais levantamentos do país.
Alguns esclarecimentos ajudam a entender melhor as informações trazidas pelas sondagens.
As pesquisas erraram os resultados do primeiro turno?
Pesquisa não é uma projeção do resultado eleitoral, que só será conhecido no dia do pleito, com a apuração oficial. Entre as entrevistas e o instante de apertar o botão na urna, muitas variáveis podem fazer com que as pessoas mudem de posição.
Portanto pesquisas não “erram” ou “acertam”. Estimam uma intenção futura, não a apuração de um voto já dado.
Qual é então o objetivo das pesquisas?
Retratar a preferência dos eleitores apenas no momento em que ela é realizada, capturando movimentos e dinâmicas de opinião usados pela própria população na hora da decisão.
As pesquisas bem feitas ouvem uma amostra representativa da sociedade e, com base nas respostas, “fotografam” um instante, que necessariamente será diferente do que ocorrerá nas urnas, já que é anterior. Por isso é importante sempre considerar a data das entrevistas.
De posse das pesquisas, o eleitor pode fazer suas escolhas de maneira mais bem informada do que se estivesse proibido de saber das tendências mais recentes.
Mas e a pesquisa de boca de urna, não serve para acertar o resultado?
As pesquisas de boca de urna, realizadas no dia da eleição nos locais de votação, são as únicas que poderiam ser comparadas ao resultado oficial, porque medem uma ação já concretizada (o voto).
Elas, porém, não são mais realizadas pelos principais institutos por serem muito caras e perderem a validade logo após o início da apuração, que hoje é bastante ágil.
Como ler os resultados de uma pesquisa eleitoral?
Um dos pontos mais importantes é levar em conta o conjunto de questões que ela aborda, e não um único indicador, como a intenção total dos votos. Isso ajuda a fazer uma análise mais ampla do cenário eleitoral daquele momento.
Todas as rodadas do Datafolha, por exemplo, trazem também os votos válidos (que simulam o cálculo que a Justiça Eleitoral fará na apuração), a parcela de indecisos, o percentual daqueles que pretendem votar em branco ou nulo, a rejeição aos candidatos e a convicção dos eleitores, entre outros recortes.
O que é margem de erro e como ela é definida?
É preciso sempre prestar atenção à margem de erro. Qualquer pesquisa por amostragem —ou seja, que seleciona uma amostra que representa as principais características da população— tem atrelada a ela uma diferença tolerada entre o valor medido e o “verdadeiro” valor.
Essa margem é definida quando os estatísticos planejam o tamanho da amostra que vão utilizar. Quanto menor é a margem de erro que eles desejam, maior deve ser a quantidade de entrevistados para alcançá-la.
O que é intervalo de confiança e empate técnico?
O intervalo formado pelos valores máximo e mínimo da margem de erro é chamado de intervalo de confiança. Como os resultados de uma pesquisa nunca são números exatos, e sim estimativas, eles devem ser interpretados dentro desse intervalo.
O empate técnico ocorre quando a diferença entre os candidatos se encontra dentro das margens de erro da pesquisa, ou seja, quando os intervalos de confiança se sobrepõem.
O mesmo princípio é seguido para interpretar os dados da evolução de um mesmo candidato ao longo do tempo. Se, de um mês para o outro, suas intenções de voto variaram dentro das margens de erro, dizemos que ele apenas oscilou.
Qual é a metodologia das pesquisas eleitorais?
Ela varia de acordo com o instituto ou empresa que a realiza. O Datafolha costuma entrevistar cerca de 2.500 pessoas (podendo chegar a 8.000 quando se estende às disputas estaduais) em pontos de fluxo das cidades que farão parte da amostra.
Esses pontos são sorteados dentro do banco de dados do instituto. O pesquisador recebe o endereço e é informado com antecedência sobre quantas entrevistas serão realizadas com homens e mulheres por faixa etária, seguindo o perfil do eleitorado total.
No ponto de fluxo, a busca do entrevistado tem que ser aleatória: o pesquisador não deve escolher nem aceitar que a pessoa se ofereça para responder.
Uma pesquisa pode ser fraudada?
As pesquisas dos principais institutos do país passam por um controle de qualidade de todos os seus questionários.
O Datafolha, por exemplo, faz uma checagem no local e por telefone de 30% das entrevistas, além de uma série de processos internos de verificação. Os pesquisadores recebem treinamento específico, e todas as entrevistas são gravadas.
Como posso conferir se uma pesquisa é séria?
Todos os levantamentos divulgados precisam ser registrados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), informando sua metodologia, amostra, questionário, cartões utilizados, contratante, valor pago e estatístico responsável.
Essas informações são abertas e podem ser acessadas no site do órgão.
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