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A comunicação do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisará se sintonizar com a rapidez das redes sociais, ampliar o monitoramento das conversas na internet, criar uma estratégia de distribuição de informações articulada com ministros e deputados e intensificar a relação com influenciadores digitais, segundo diagnóstico do grupo de transição para a comunicação social do petista.
O principal desafio que está sobre a mesa da equipe é montar um plano que modernize a comunicação petista e coloque integrantes do governo como interlocutores no debate público.
“Bolsonaro criou o método do cercadinho e as lives de quinta-feira. O estilo de Lula é outro e não se pode esperar que seja um Janones“, diz João Brant, ex-secretário executivo do Ministério da Cultura, que coordena o grupo técnico de comunicação social.
“Será preciso criar capacidade de compreender o que acontece e reagir em tempo real, criar uma estrutura para girar em uma nova frequência.”
Segundo Brant, o grupo discute como conciliar a impessoalidade exigida da administração pública com a necessidade de ter uma comunicação de redes sociais que gere engajamento.
“É preciso estar preparado para uma campanha permanente, que é como se dá a comunicação hoje, mas mantendo a institucionalidade da comunicação, que não pode ultrapassar algumas linhas”, diz.
“Ao mesmo tempo, se a comunicação do governo for puramente institucional, oficial, não vai viralizar, nem terá grande alcance.”
O combate à desinformação também está nas discussões, mas ainda não há um modelo concreto de proposta, e a equipe tem evitado divulgar informações a respeito devido ao caráter sensível do tema.
O grupo é responsável por analisar a situação de áreas como a EBC (Empresa Brasileira de Comunicação) e a Secom (Secretaria de Comunicação Social) —desta última parte a estratégia de comunicação do governo federal.
Além de Brant, a equipe tem nomes como Helena Chagas, ex-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Manuela d’Ávila, ex-deputada federal (PC do B-RS), o deputado federal André Janones (Avante-MG) e o cientista político Emir Sader, militante histórico do PT.
Outro grupo, o GT de Comunicação, cuida de propostas para regulação de internet, universalização do acesso a banda larga e radiodifusão. É coordenado pelo ex-ministro do Planejamento e das Comunicações Paulo Bernardo.
Conforme antecipou a Folha, o grupo propôs a criação de uma Secretaria de Serviços e Direitos Digitais nos primeiros cem dias do governo Lula.
Nesse período, o grupo também propõe a apresentação ao Congresso de projeto de regulação da internet semelhante às leis aprovadas na União Europeia, a Lei dos Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês) e a Lei dos Mercados Digitais (DMA, na sigla em inglês).
As plataformas de internet receberam as propostas com bastante preocupação.
A atuação polêmica de Janones nas redes, que funcionou como uma máquina de propaganda antibolsonarista e sensacionalista no fim da campanha do petista, não será replicada de modo institucional, apesar de suas contribuições à equipe de transição.
Alguns elementos do estilo Janones, no entanto, são tidos como bem-vindos, como a capacidade de gerar intimidade com o público e a intensidade de publicações na internet. “Mas, obviamente, nem o Janones defende que seu estilo de comunicação seja o modelo para a Secom”, afirmou Brant.
O que o grupo pretende fazer se assemelha, em parte, com a estratégia da equipe do deputado federal eleito Guilherme Boulos (PSOL-SP) na campanha, que criou o que chamava de “gabinete do amor”, a criação e a distribuição de conteúdos para pautar o debate e não ficar refém da máquina digital bolsonarista.
O idealizador da bem-sucedida estratégia digital de Boulos foi o cineasta Gabriel Gallindo, o Gallo, que já havia conseguido galvanizar a militância digital orgânica na campanha do psolista para a Prefeitura de São Paulo, em 2020.
Gallo, que foi estrategista também da campanha de reeleição da deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ), foi integrado à campanha de Lula em julho deste ano. Em meio a disputas internas por espaço, acabou se concentrando em Boulos e Petrone.
O governo de Dilma Rousseff (PT) teve uma comunicação engessada na internet, demorando a adotar análises e monitoramento de redes sociais e sem uma presença constante para se comunicar com a população.
O mandato de Jair Bolsonaro (PL), por outro lado, ficou conhecido por uma grande articulação em grupos de WhatsApp e Telegram, além do chamado gabinete do ódio, responsável por fazer circular fake news e ataques pessoais em escala.
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