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Diplomatas americanos informaram ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que os Estados Unidos planejam reconhecer rapidamente o vencedor das eleições no Brasil, disseram duas fontes à agência de notícias Reuters.
Segundo elas, a agilidade é uma tentativa de desencorajar questionamentos dos resultados que possam levar a uma crise institucional ou a caos no país.
Lula se reuniu na quarta-feira (21) com o chefe da embaixada dos EUA no Brasil, Douglas Koneff. Segundo relatos, a questão do sistema eleitoral nacional foi um dos temas centrais do encontro, realizado em um hotel na capital paulista.
Uma das fontes afirma que o petista, líder nas pesquisas, comentou que o reconhecimento do resultado seria um movimento importante para minimizar o ímpeto de Jair Bolsonaro (PL) de contestar a eleição. O atual presidente tem insistido, sem provas, que o sistema de votação eletrônico é passível de fraude.
Lula teria então ouvido de Koneff —encarregado de negócios que comanda a missão americana enquanto não há embaixador— que a intenção de Washington é reconhecer o vencedor das eleições independentemente do resultado, assim que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fizer o anúncio oficial.
Um porta-voz do Departamento de Estado disse à Reuters, sem citar a reunião com Lula, que encontros com candidatos presidenciais “não implicam apoio a um indivíduo, partido ou plataforma” e reforçou que o órgão confia na força das instituições brasileiras.
A mesma garantia foi ouvida pelo ex-chanceler Celso Amorim, principal conselheiro do petista para a política externa, da parte de embaixadores da América Latina e do Caribe. O recado foi passado em conversas laterais e nas despedidas de uma reunião com diplomatas da região nesta quinta (22), oficialmente marcada para apresentar as ideias de Lula sobre política externa em eventual novo governo.
A reunião de Koneff com Lula vinha sendo negociada há semanas. Antes, o petista teve dois encontros com diplomatas estrangeiros: uma com Rússia, Índia e África do Sul e outra com França, Alemanha, Suíça, Polônia e Holanda. O chefe da embaixada americana, por sua vez, já se encontrou com dois outros presidenciáveis: Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB).
Ainda sob os efeitos do ataque ao Capitólio liderado por partidários de Donald Trump em janeiro de 2021, a administração Joe Biden tem enviado sinais de apoio ao trabalho do TSE diante dos ataques de Bolsonaro às urnas eletrônicas. O principal gesto se deu em julho, quando a embaixada divulgou uma nota afirmando que o pleito brasileiro é um modelo e que os americanos confiam na força das instituições do país.
O comunicado foi publicado pouco depois de Bolsonaro realizar uma apresentação no Palácio da Alvorada para chefes de missões diplomáticas na qual repetiu mentiras e teorias da conspiração para desacreditar o sistema eleitoral.
Meses antes, William Burns, diretor da CIA (agência de inteligência americana) tinha afirmado a auxiliares do presidente que suas tentativas de questionar o processo eleitoral não eram bem vistas pelos EUA. O recado não foi bem recebido no Palácio do Planalto.
Não foram os únicos atritos entre os governos Biden e Bolsonaro. O brasileiro é admirador de Trump e foi um dos últimos a felicitar Biden pela vitória em 2020.
No primeiro ano da relação, os dois países se engajaram em negociações sobre ambiente, ponto de forte interesse do democrata, mas as conversas esfriaram diante da persistência de números negativos de desmatamento na Amazônia.
A nove dias das eleições, Lula voltou a aumentar a vantagem em relação a Bolsonaro e está na frente nas pesquisas de intenção de voto. Segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta, o petista continua tendo chance de liquidar a eleição no primeiro turno.
Bolsonaro voltou a levantar suspeitas sobre o sistema de votação após um período de relativa calmaria. No mais recente episódio, afirmou que, se não ganhar no primeiro turno, “algo muito errado” estaria acontecendo no TSE.
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