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Os eventos online promovidos pela Skeel – Recrutamento Inteligente terão continuidade neste ano. As temáticas organizadas mensalmente são pensadas para profissionais do setor de recursos humanos e gestão de pessoas e visam atualizar a comunidade sobre assuntos cotidianos e boas práticas do setor.
Para iniciar o ano, no mês de janeiro, o evento terá como temática: Desafios e Tendências do RH para 2023. Irá abordar as principais dores do setor e como o uso da tecnologia está sendo utilizado para melhorar e aperfeiçoar a gestão de recursos humanos, principalmente para facilitar a gestão de processos, como recrutamento e seleção, gestão de talentos, avaliações e treinamentos, deixando o papel do RH muito mais estratégico.
O convidado especial dessa edição será Leonardo Winckler, CTO da Skeel, que está à frente do time de desenvolvimento e também organiza a implantação de melhorias na plataforma. Segundo Winckler, estar atento às tendências e às principais dores é fundamental para entregar uma experiência ainda melhor no processo seletivo, seja para candidatos ou recrutadores.
Os desafios dos RHs são cada vez maiores e o Conexão Skeel é uma oportunidade para quem busca construir um plano de atuação de acordo com o que o mercado exige, e o que o futuro das relações empregatícias reserva. Isso porque o setor de recursos humanos está envolvido com diversas áreas da organização, como a gestão de pessoas, a administração de salários, a atração e a retenção de talentos, então é essencial que as equipes de RH estejam sempre atualizadas sobre as principais tendências do mercado.
O Conexão Skeel é um evento online e gratuito, acontece no dia 25 de janeiro, às 9h. O evento conta com vagas limitadas e as inscrições podem ser realizadas no site: www.skeel.com.br/conexao
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Mais um ciclo político nacional foi iniciado e, para o setor mineral, foi renovada a esperança de dar passos mais concretos em direção a uma atividade mais sustentável e justa. Neste mês, gestores dos municípios mineradores se reuniram e enviaram uma carta de apoio ao novo governo federal e ao Ministério de Minas e Energia (MME).
O documento, em nome da Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil (AMIG), destaca que as cidades estão “otimistas, porque o presidente afirmou que o governo tem como principal meta cuidar do povo brasileiro e esse cuidado, com certeza, terá que passar pelos estados, municípios mineradores e afetados pela mineração”. O texto ressalta que, “com o cuidado voltado também para uma das principais atividades econômicas do país, será possível acabar com a fome e com o desemprego que hoje assolam o Brasil”.
Os municípios mineradores receberam com satisfação a indicação de Alexandre Silveira, “principalmente, pelo fato de a pasta passar a ser chefiada por um político de Minas Gerais, o principal estado brasileiro na atividade minerária e, sendo ele um conhecedor das mazelas que o estado vive há mais de 30 anos, governará institucionalmente a pasta, devolvendo a toda a sociedade das cidades mineradoras a dignidade de receber justamente o que lhe é de direito”.
Na carta, é reforçado que os municípios estarão atentos para trabalhar juntos e cobrar, sempre que necessário, por um novo momento da atividade minerária brasileira, especialmente pelo aspecto público. O consultor de Relações Institucionais e Econômicas da AMIG, Waldir Salvador, ressalta que as cidades mineradoras e impactadas pela atividade “estão cansadas de tentar minimizar os prejuízos públicos, principalmente aqueles causados pela desestruturação do Departamento Nacional de Produção Mineral, falido no final de sua existência, e, com a Agência Nacional de Mineração (ANM), que, de certa forma, nasceu ‘natimorta’, novamente sem estrutura e sem o orçamento legal que lhe é devido para o cumprimento do fundamental papel de regular, fiscalizar e fomentar a mineração brasileira”.
Para avançar no debate e tornar a atividade mineral sustentável e benéfica para todos (mineradoras, municípios e cidadãos), as cidades mineradoras enviaram à Presidência da República e ao MME uma série de reivindicações e propostas que precisam ser revistas com urgência. O documento destaca quatro temas prioritários. O primeiro é o cumprimento da Lei 13.540/2017, que determina que 7% da receita da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem) seja aplicada na ANM. “A falta de estrutura de uma agência reguladora no segmento favorece ações de sonegação e evasão fiscal por parte das empresas mineradoras”, ressalta o texto. Além desse aspecto, é preciso garantir a segurança das operações de extração mineral no Brasil e garantir fomento à mineração brasileira.
A AMIG também solicita a revisão da Lei Kandir, retirando a incidência da lei sobre os recursos minerais não renováveis. “O mais justo é que 5% do que for extraído fique no município para fazer a economia girar”, argumenta o consultor da AMIG.
Outro ponto importante é a inserção de prazo de validade para as outorgas minerárias. Diferentemente de outros países, as concessões dos recursos minerais brasileiros concedidos pela ANM são de caráter “eterno” (até a exaustão da mina). Em decorrência disso, o Brasil perde, porque as concessões são renovadas somente uma única vez, deixando de abrir oportunidades e uma concorrência, legítima e necessária, para outros empreendedores minerários, às vezes, em uma opção vantajosa para o país. “É preciso, ao final da concessão, avaliar os lucros que a empresa teve e como ela contribuiu com o desenvolvimento da sociedade para, a partir daí, conceder ou revogar a licença. Hoje, uma mineradora que dá calote na Cfem consegue novas concessões para continuar trabalhando normalmente. Isso é um absurdo”, alerta a AMIG.
O documento também trata da modernização do Código Mineral Brasileiro, priorizando a autonomia do município sobre todo o processo, incluindo as concessões das licenças minerária e ambiental. “O município precisa, urgentemente, passar a ter um papel de protagonismo na administração pública, uma vez que é o ente mais próximo da realidade, dos anseios e da vida das pessoas que são diretamente afetadas pela indústria da mineração”, enfatiza.
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O mercado de Corporate Venture Capital para investimento em startups no Brasil nunca esteve tão aquecido. É o que destaca o relatório “Corporate Venture Capital no Brasil em 2022 – Panorama atual, cases e um guia para implementação de seu fundo de CVC”. Apenas em 2021, nomes nacionais como B3, Ânima Educação, Locaweb, Totvs, Suzano, Renner e Valid lançaram seus veículos de investimento em empresas em estágio inicial. De forma conjunta, eles somam cerca de R $2 bilhões em aportes minoritários para iniciativas do gênero.
Em matéria que entrega o relatório, Jayme Queiroz, analista de investimentos na ApexBrasil, chama a atenção para a rápida evolução do mercado nos últimos anos. “Em 2015, o país tinha apenas quatro ou cinco corporações internacionais fazendo investimentos de CVC no país – e a grande maioria nem era percebida dessa forma”, afirma.
Segundo Queiroz, há pelo menos 150 corporações no Brasil investindo em startups. Apesar disso, de acordo com Fábio Campos, Senior Associate da Associate Valetec Capital, gestora de investimentos em participações, é comum que haja dúvidas sobre quais os estágios de um negócio em que as startups podem receber investimentos.
“Existem diferentes tipos de capital disponíveis para empresas com forte potencial de crescimento, a depender do estágio de desenvolvimento”, diz ele. A seguir, o especialista detalha cada etapa:
1 – Estágio inicial
Campos explica que nas primeiras etapas do negócio, quando os empreendedores ainda têm pouco mais do que uma ideia, um ou dois colaboradores e talvez um MVP (Produto Mínimo Viável), mas ainda sem receita relevante, a fonte de capital mais promissora é a de investidores-anjo e a de aceleradoras.
“Alguns grupos de anjos têm sido formados, o que permite a captação de valores um pouco maiores e de forma mais coordenada do que o tratamento com anjos de forma isolada”, informa. “Projetos com forte diferencial tecnológico também podem obter capital por meio de agências de fomento, tais como Finep e bancos regionais”, complementa.
Segundo o especialista, outra via de captação neste estágio é o crowdfunding, plataformas que pulverizam a captação de recursos junto a um grande número de investidores. “Neste estágio, estamos falando geralmente de volumes inferiores a R$ 1 milhão”.
2 – Estágio avançado
Em um próximo estágio, prossegue Campos, uma vez que a empresa já tenha alguma receita, ainda que pequena, torna-se disponível, além do recurso de anjos, capital de fundos de Venture Capital e de Corporate Venture Capital que tenham característica “early-stage”.
“Este faturamento, ainda que incipiente por parte da startup, é importante porque demonstra aos investidores que a empresa de fato está conquistando o interesse real de seus clientes, ou seja, atingiu seu PMF (Product-Market Fit)”, afirma. “Nesta fase, estamos falando geralmente de aportes na casa de R$ 1 milhão até R$ 3 milhões. Alguns dos fundos de CVC geridos pela Valetec visam investir em empresas neste estágio”, completa.
3 – Estágio final
De acordo com Campos, na fase de tração, quando a empresa começa a demonstrar crescimento forte e consistente, o capital da maior parte dos fundos de VC e Corporate Venture Capital torna-se disponível. Nesta etapa, as métricas da empresa mostram de forma inequívoca que o mercado tem interesse em suas soluções e que a startup já construiu um modelo comercial escalável, que permitirá crescimento ainda mais acelerado, por meio da injeção de capital.
“Aqui, estamos falando dos famosos ‘Series A’ que, no Brasil, tem volume geralmente entre R$ 3 milhões e R$ 20 milhões. A maior parte dos fundos de Corporate Venture Capital geridos pela Valetec visam investir em empresas neste estágio”, diz ele.
Segundo o Senior Associate da Associate Valetec Capital, quando a empresa alcança porte ainda maior, com faturamento geralmente superior a R $2 milhões por mês, outros fundos de VC passam a avaliar investimentos na empresa – e também é comum que investidores que já atuam na empresa façam novos aportes.
“O foco geralmente é proporcionar continuidade no ciclo de crescimento da startup e as rodadas, chamadas Series B, Series C etc, geralmente começam com R$ 20 milhões, indo até R$ 100 milhões ou até mais do que isso”, reporta. “Nesta etapa, costumam participar também fundos de VC internacionais (sobretudo norte-americanos) e, nestas situações, é comum que as rodadas (Series C em diante) superem bastante a marca dos R$ 100 milhões”, afirma.
O especialista destaca que empresas maiores, com faturamento mensal superior a R$ 10 ou 20 milhões, passam a ter acesso a investimentos por meio do mercado de PE (Private Equity). Para atrair a atenção destes fundos, no entanto, geralmente a empresa precisa demonstrar não apenas boa receita e crescimento, mas também boas margens, indicando a viabilidade do negócio.
Para concluir, Campos ressalta que há diferentes fontes de capital que possuem interesse em investir em startups: “Os empreendedores devem ter em mente o caminho de captação de suas empresas, bem como o tempo necessário para cada processo, pois o ideal é que o capital entre para acelerar o crescimento e não para ‘pagar as contas’”.
Ainda segundo ele, durante a negociação com os investidores, é importante tratar com atenção os aspectos de governança do aporte. “É comum que empreendedores foquem apenas nos aspectos econômicos da operação (valuation e tamanho do cheque) e não tomem o devido cuidado com relação aos aspectos de governança”, articula.
“Esta é uma situação perigosa, pois pode levar a dificuldades futuras, tais como impedimentos para a realização de novas rodadas de captação, baixo retorno para os empreendedores em momentos de saída (por conta de cláusulas de liquidation preference, por exemplo), entre outros problemas”, finaliza.
Para mais informações, basta acessar: http://www.valelec.com.br/
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O comportamento do consumidor brasileiro mudou desde a popularização da internet no final da década de 1990. Aos poucos, muitas informações estavam ao alcance daquele que finaliza a compra e, consequentemente, novas exigências surgiram fazendo com que o mercado se adaptasse. E o ano de 2023 pretende seguir nesse caminho.
Com a presença massiva da internet por meio de sites, blogs, portais, canais de vídeos e até mesmo das redes sociais, o Comércio Eletrônico, Comércio Online ou o E-Commerce deixou de ser uma tendência e uma previsão futura para se tornar realidade, de acordo com o projeto E-Commerce Brasil criado em parceria com diversas empresas varejistas.
Mas ter apenas um endereço na web não basta para que as vendas sejam alavancadas, por isso alguns cuidados devem ser levados em consideração no momento de criação do seu comércio online.
1 – Entender é o primeiro passo
Um estudo recente do grupo CB Insights levantou os 10 principais motivos de falência entre os pequenos negócios. Entre eles, 17% se dão para as empresas que não seguem modelos de negócio, ou seja, não conhecem totalmente sobre sua empresa e os possíveis clientes que podem ser captados por suas ações e produtos.
2 – Análise de público-alvo
Sendo o objetivo final que envolve todo o processo de criação de uma empresa e desenvolvimento de um produto, o público possui características únicas para cada organização. Pesquisas de mercado e as próprias redes sociais podem ser boas ferramentas auxiliadoras para entender quem são eles.
3 – Tendências de Mercado
Ainda no estudo do grupo CB Insights, não atender as necessidades do mercado é o item que está no topo da lista dos motivos de falência de empresas, sendo responsável por 42% dos fechamentos.
De acordo com Rodrigo Santos, coordenador de Marketing da Gráfica Online GIV, não basta apenas ter uma ideia genial em mente se ela não se adapta aos padrões já estabelecidos no mercado.
Ainda sobre o tema, Rodrigo reforça que produtos novos podem ser bem-vindos, mas os itens mais “populares” devem ser considerados no momento de realizar planejamentos e estratégias de vendas ou divulgações.
“Claro que devemos nos atentar com novidades que surgem, ainda mais no mercado gráfico que está em constante mudança, mas ainda assim a importância de manter uma constância de vendas nos produtos já consolidados no setor é necessária para que se consiga manter um equilíbrio”, afirma.
4 – Planejamento e estratégia lado a lado
Se preparar para os passos que serão dados, analisar os riscos e benefícios de determinadas atitudes e entender os limites que a empresa pode chegar, se torna um fator-chave no mercado que separa as empresas bem e malsucedidas.
5 – Redes sociais podem ser ótimas aliadas
De acordo com o especialista em Marketing Digital Marcus Sheridan, “O bom conteúdo é a melhor ferramenta de vendas do mundo”. As redes sociais demonstram um alto potencial no que diz respeito aos consumidores e a maneira que conteúdos podem impactar determinados grupos.
É o que mostra os dados da pesquisa Social Commerce, realizada pela All iN/Social Miner em parceria com a Etus e Opinion Box. De acordo com o levantamento, aproximadamente 76% dos consumidores já recorrem às redes sociais quando pesquisam itens de seu interesse, sendo o Instagram como favorito recebendo 62% dos usuários que buscam produtos ou serviços.
Analisando e investindo de maneira estratégica, Rodrigo Santos ainda complementa sobre a relação direta das redes sociais com o desenvolvimento estratégico do Marketing, suas organizações de postagens e como isso pode trazer clientes em potencial para o setor gráfico.
“Aos poucos e com as ferramentas necessárias tivemos a possibilidade de encontrar nosso público-alvo e, com as redes sociais, direcionar campanhas para impactar positivamente essas pessoas por meio do e-commerce. Realmente são novos tempos, e a internet se tornou uma aliada nesse processo”, finaliza.
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