Finais do Brasileirão Feminino Binance A-2 reúnem mais de 35 mil torcedores – Confederação Brasileira de Futebol – CBF


Torcidas marcam presença em grandes duelos entre Athletico Paranaense e Ceará
A final do Brasileirão Feminino Binance A-2 contou com um show dentro e fora dos gramados. Contando as duas partidas entre Athletico Paranaense e Ceará, o público somado foi de mais de 35 mil torcedores presentes, uma marca tão histórica quanto simbólica para o futebol feminino no país.
No jogo de ida, o Athletico levou 28.447 pessoas às arquibancadas da Arena da Baixada, em Curitiba. Com a força de sua torcida, o Furacão venceu por 2 a 0 e abriu vantagem na decisão. Disposto a dar o troco, o Ceará também fez bonito. Neste sábado (17), 7.071 pessoas estiveram no Estádio Presidente Vargas para acompanhar a grande virada do Vozão, que ganhou por 2 a 0 e levou o título nos pênaltis.
Em entrevista à CBF TV, a gerente de competições Aline Pellegrino destacou tanto o grande papel exercido pelas torcidas quanto o alto nível de futebol apresentado dentro de campo.
“São dois finalistas de massa. No jogo de ida, o Athletico colocou mais de 28 mil athleticanos na Arena da Baixada. Hoje, a torcida do Ceará não fez por menos. Eu fico muito feliz, foi um jogo de altíssimo nível. Esse primeiro ano de A-2 em um formato diferente começou com um nível elevadíssimo e vai crescer ainda mais”.
Ceará x Athletico Paranaense - Final do Brasileirão Feminino Binance A-2 2022 Aline Pellegrino durante a final do Brasileirão Feminino Binance A-2
Créditos: Rafael Ribeiro/CBF

Ida
Athletico Paranaense 2 x 0 Ceará – 28.447 torcedores
Volta
Ceará 2 x 0 Athletico Paranaense – 7.071 torcedores
Para Aline Pellegrino, os públicos mostram que o futebol feminino está caminhando no rumo certo de uma transformação necessária em sua cultura. A modalidade se consolida cada vez mais no imaginário dos torcedores, sendo um espaço para manifestações de amor ao clube em um ambiente mais saudável para todos.
“Existe uma questão cultural no futebol feminino. A modalidade foi proibida por mais de 40 anos, então as instituições do futebol se organizaram sem o futebol feminino. Agora, elas têm que se reorganizar. É uma mudança que leva tempo”, ponderou.
Um exemplo chamou muito a atenção de Aline durante a partida. Em meio às cadeiras do Estádio Presidente Vargas, estava uma bebê de nove meses, que acompanhava um título do Ceará no colo do pai. A imagem é um espelho do que o futebol feminino pode ser para muitos torcedores: um ambiente de acolhimento e paixão.
“Essa menina, daqui a alguns anos, vai ter um vídeo, uma foto dela no estádio, pode ser uma jogadora, uma torcedora. O que se viu aqui foi muita família, muita criança. O futebol feminino pode propiciar isso para o torcedor. Não tem tanta pressão, você vem mais relaxado, traz a família. A torcida fez uma festa igual faria no Castelão para o time masculino. Isso com certeza ajudou o time nessa grande virada”, finalizou Aline.
Ceará x Athletico Paranaense - Final do Brasileirão Feminino Binance A-2 2022 Torcedor do Ceará no Estádio Presidente Vargas
Créditos: Rafael Ribeiro/CBF

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