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Na última vez em que a Polônia passou da fase de grupos da Copa do Mundo, o Brasil tinha Sócrates no meio-campo e Josimar na lateral direita. Foram dois dos jogadores a fazer gols nos 4 a 0 da equipe sul-americana sobre os europeus nas oitavas de final em 1986.
Uma das cenas marcantes daquela partida foi o soco dado por Marek Ostrowski no estômago de Sócrates antes da cobrança de um escanteio. Em anos pré-VAR, o lance não foi visto pela arbitragem e nada aconteceu.
Eram anos em que a Polônia vivia transição que a colocaria como equipe periférica do futebol após uma década de bonança. Foi o fim da geração de Lato, Zmuda e depois Boniek, que havia sido terceira colocada nos Mundiais de 1974 e 1982 e chegado à fase semifinal (em grupo de quatro equipes) em 1978.
Mas mesmo na época de ouro os poloneses não tinham uma arma ofensiva tão letal quanto o time de 2022. A Copa do Mundo do Qatar poderá ser a última oportunidade para Robert Lewandowski, 34, obter um resultado expressivo com o seu país.
Duas vezes melhor do mundo pela Fifa (2020 e 2021), ele venceu neste mês o prêmio de principal atacante da temporada passada, dado pela revista francesa France Football durante a cerimônia da Bola de Ouro.
Não será o primeiro Mundial de Lewandowski. Ele estava presente na Rússia, há quatro anos, mas não foi suficiente para fazer a Polônia se classificar em grupo que também tinha Senegal, Japão e Colômbia.
“A pressão que vem com a expectativa dos nossos torcedores e de todo o país é enorme, e estou consciente disso. Eu tenho e quero sentir-me motivado para mostrar a eles o que posso fazer no campo. Tenho de sempre encontrar a solução e tentar dar o meu melhor”, disse o atacante em entrevista para o site da Fifa.
Não será uma tarefa fácil. Embora a Arábia Saudita seja considerada um rival fraco no Grupo C, a equipe também terá pela frente a Argentina, de Lionel Messi, e o México, que se classificou para as oitavas de final nos últimos sete torneios. A estreia será diante dos mexicanos, em 22 de novembro.
Quem considerar que a favorita para terminar em primeiro é a Argentina vai perceber que a rodada inicial é a mais decisiva para a Polônia.
Se estão distante da qualidade técnica da seleção que derrotou o Brasil na disputa pelo terceiro lugar na Copa de 1974, os poloneses vão ao Qatar com uma base experiente e acostumada a partidas importantes nos campeonatos europeus. Mesmo que não sejam peças tão confiáveis assim, como o goleiro Wojciech Szczesny, 32, da Juventus (ITA), jogador que marcou a carreira por grandes defesas seguidas por falhas minutos depois.
Em todos os setores do elenco há nomes experientes. Na defesa, deverá aparecer Kamil Glik, 34, do Benevento (ITA). No meio-campo, são esperadas as convocações de Grzegorz Krychowiak, 32, do Al Shabab (ARS). No ataque, Krzysztof Piatek, 27, da Salernitana (ITA), e Arkadiusz Milik, 28, da Juventus (ITA), são candidatos a ajudar Lewandowski na frente.
Além da escolha óbvia do camisa 9, quem deve chamar a atenção na equipe é o meia Piotr Zielinski, 28, do Napoli. Ele é um dos principais nomes de armação da campanha da equipe líder do Campeonato Italiano.
O esquema tático do técnico Czeslaw Michniewicz, 52, contempla um 4-2-3-1 para dar maior estabilidade defensiva e fazer a bola chegar a Zielinksi, que tem a função de municiar Lewandowski no ataque.
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