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Com 14 dias de campanha oficial, empresas dos marqueteiros de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Ciro Gomes (PDT) lideram o ranking de gastos declarados pelos candidatos em todo o país.
De acordo com o sistema de divulgação de informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Lula informou até a tarde desta segunda-feira (29) o maior custo de marketing, R$ 26,9 milhões, sendo a maior parte, R$ 25,9 milhões, para a M4 Comunicação e Propaganda, que tem Sidônio Pereira entre os sócios.
Já Ciro declarou custo até agora de R$ 5,2 milhões com propaganda em rádio e TV, sendo R$ 3 milhões para a Santana e Associados Marketing e Propaganda, de João Santana —marqueteiro das vitoriosas campanhas do PT em 2006, 2010 e 2014 e hoje rompido com o partido.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) não declarou até esta segunda gasto com seu marketing eleitoral.
Até o momento, os candidatos a todos os cargos declararam desembolsos, no geral, que chegam a R$ 232 milhões.
Bolsonaro e o candidato do Novo, Luiz Felipe D’Ávila, lideram o recebimento de doações privadas entre os presidenciáveis.
Bolsonaro já arrecadou R$ 1,5 milhão em recursos privados, com destaque para as doações do ex-piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet (R$ 501 mil) e do empresário Gilson Lari Trennepohl (R$ 350 mil), vice-prefeito da cidade de Não-Me-Toque (RS),
Luiz Felipe d’Ávila recebeu, via Novo, R$ 500 mil de 11 doadores, entre eles os empresários Abílio Diniz, do Carrefour (R$ 100 mil), e Eugenio Mattar (R$ 100 mil), da Localiza.
Até o momento, Lula é o que informou o maior recebimento de verba pública de campanha até agora, R$ 66,7 milhões do fundo eleitoral do PT. O teto de gastos dos presidenciáveis no primeiro turno é de R$ 88,9 milhões.
Bolsonaro recebeu R$ 10 milhões do fundo partidário do PL. Em 2020 ele chegou a recomendar aos seus apoiadores que não votassem em candidatos que usassem verbas do fundo eleitoral (os dois fundos, partidário e eleitoral, são a principal fonte de recursos públicos para as campanhas).
Neste ano, o discurso mudou. Tanto ele como outros bolsonaristas que execravam publicamente políticos que usavam dinheiro público nas campanhas agora fazem o mesmo.
Carla Zambelli (PL-SP) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP), por exemplo, já receberam R$ 1 milhão e R$ 500 mil, respectivamente, do fundão eleitoral.
A Folha não conseguiu falar com Eduardo Bolsonaro.
“Sou contra o Fundo Eleitoral e esperamos que, com a nova composição da Câmara, consigamos superá-lo e ainda tornar mais transparente o financiamento dos partidos”, disse Zambelli, por meio da assessoria. Ela disse que usa o dinheiro para ter paridade de armas com a esquerda e por ter sido autorizada por seus eleitores, em enquete na internet.
“Na vaquinha que fiz, obtive R$ 10,7 mil de doação, o que é insuficiente para fazer uma campanha num estado de 645 municípios.”
Mesmo sem incluir as doações privadas, essa será a eleição mais cara da história, com o direcionamento aos candidatos de cerca de R$ 6 bilhões em verba pública, além de renúncia fiscal de cerca de R$ 740 milhões pela veiculação da propaganda eleitoral no rádio e na TV. A verba pública é distribuída, na quase totalidade, de acordo com o peso dos partidos no Congresso.
Apesar de as empresas terem sido proibidas de fazer doações a políticos e candidatos a partir de 2015, o financiamento empresarial continua de pé, em menor volume, por meio de contribuições feitas por executivos das companhias.
Até o momento, o TSE informa ter havido doações privadas a todos os candidatos no valor de R$ 104 milhões. Junta-se a esse financiamento privado o dinheiro próprio usado pelos políticos, que até agora somam R$ 46 milhões.
Até o momento, o ex-secretário de Desestatização de Bolsonaro Salim Mattar, da Localiza, é o maior doador individual, com R$ 2,8 milhões repassados para 19 candidatos.
Ele informou por meio de sua assessoria que “está apoiando predominantemente, mas não exclusivamente, candidatos a governador, senador, deputado federal e deputado estadual, pelo partido Novo, de cujos valores liberais compartilha”.
Todas as doações estão em conformidade com as regras da Justiça Eleitoral e respeitam o limite de 10% de seus rendimentos brutos no ano anterior, acrescentou.
O segundo maior doador individual é Heitor Linden, que direcionou R$ 2,6 milhões para a campanha de Roberto Argenta (PSC) ao Governo do Rio Grande do Sul. Linden é dono da Calçados Beira-Rio. Ele não respondeu aos questionamentos da reportagem.
Rubens Ometto, do conglomerado do setor de energia Cosan, doou R$ 1,9 milhão para 18 candidatos até o momento. Entre eles estão expoentes do bolsonarismo, como Tarcísio de Freitas (Republicanos), que disputa o Governo de São Paulo, e a ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina (PL), que tenta se eleger senadora por Mato Grosso do Sul.
“As doações eleitorais feitas por Rubens Ometto Silveira Mello são realizadas em caráter pessoal e seguem as regras estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral e demais normas aplicáveis”, disse o empresário, por meio da sua assessoria de imprensa.
Tanto Salim Mattar quanto Ometto também contribuíram para a campanha do ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles (PL), que busca uma vaga na Câmara dos Deputados.
O primeiro doou R$ 250 mil ao candidato, enquanto a família do segundo soma outros R$ 150 mil, considerando o apoio do patriarca (R$ 50 mil) e também o de Marcelo Campos Ometto, que hoje preside o conselho da Unica (União da Indústria de Cana de Açúcar).
Salles também recebeu uma doação de R$ 150 mil do candidato mais rico dessas eleições, Marcos Ermírio de Moraes (PSDB-GO), herdeiro do grupo Votorantim.
Ermírio, que declarou na Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 1,3 bilhão, é suplente do também tucano e candidato ao Senado Marconi Perillo (GO).
Nas eleições de 2018, Rubens Ometto já havia sido o maior financiador privado das candidaturas, com R$ 7,5 milhões destinados a candidatos do PSDB, DEM (hoje União Brasil) e MDB. Ele foi seguido por integrantes da família que comanda a Riachuelo (R$ 6,9 milhões) e por integrantes da família Mattar (R$ 3,7 milhões). Os valores não foram corrigidos.
Há quatro anos, o total de doações às campanhas foi de R$ 576 milhões. Na época, o fundão eleitoral era bem menor —R$ 1,7 bilhão, contra os R$ 5 bilhões atuais.
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