Quarta-feira, 04 de Janeiro de 2023
Um ano mais equilibrado do que 2022, de colheita daquilo que foi plantado até então, é o que os astros e os búzios dizem sobre 2023. A cigana e taróloga Mônica Sarah Rodrigues e o babalorixá e ministro religioso Asé Odédàrésè Gladston TiÈrìnlè, presidente da Federação Nacional da Religião Orixá (Fenorixá), afirmam que 2023 é um ano para arrumar a casa. Com o novo governo, haverá dificuldades, mas elas serão mais bem contornadas.
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Ainda segundo eles, será outro ano de grandes perdas. Conforme pai Gladston, ao menos um cantor brasileiro bem famoso morrerá. De acordo com Mônica, entre os que morrerão estarão um apresentador, dois cantores muito famosos, um comediante e um outro apresentador.
Pai Gladston diz que uma nova doença afligirá o Brasil, porém o País se preparará melhor contra ela. A taróloga afirma que um acidente terrível deixará entre a vida e a morte um grande nome brasileiro, o que causará forte comoção.
Para este ano, Mônica deixa dicas: usar violeta, a cor do ano, ligada à espiritualidade, à intuição e à proteção. Gladston recomenda cores fortes, até mesmo vermelho, pois o ano mostrará a força das mulheres.
Como será 2023?
Mônica: A carta do tarô regente de 2023 será O Carro, que mostra a colheita daquilo que viemos trabalhando ao longo do tempo. Veremos o resultado de esforços de pequeno, médio ou longo prazos. Devemos aproveitar as oportunidades que surgirão e não deixar o medo e a insegurança travarem nossos caminhos. No amor, a tendência é que assuntos que envolvam relações que são mantidas por aparência, acomodação, mentiras ou ilusões venham à tona e precisem ser resolvidos. Alguns relacionamentos vistos como perfeitos podem terminar, e outros romances escondidos poderão finalmente ser assumidos. Para quem busca a cara-metade, é preciso compreender o modo de pensar das outras pessoas. Não dá para forçar a barra, nem criar ilusões.
Gladston: Vai ser um ano regido pela força das águas. Vai ser um ano de organização de tudo. Estamos nessa mudança de governo. É a entrega do Governo Bolsonaro para Lula, então será um ano de reestruturação. Eu acredito em um ano bom, mas com essa organização política, esse acerto em meio a essa guerra que ainda existe dentro do País.
Como será o primeiro ano do Governo Lula?
Mônica: Lula não encontrará facilidades ao assumir o governo. Sua equipe econômica terá que lidar com um Brasil de juros altos, crescimento baixo e inflação estourando a meta. Deve esperar um ano de muita oposição e cobrança. Porém, Lula é experiente e já sinaliza diálogos. Ele tem capacidade e é respeitado no mundo todo como um estadista. Possui credibilidade externa, mas precisará de habilidade interna para pacificar um País que foi dividido ideologicamente. Terá que lidar com eventuais pressões vindas da rua e, ainda, com problemas de saúde que poderão afastá-lo das suas funções em alguns momentos.
Gladston: Lula recebe um Brasil conturbado politicamente e dividido. E a marca de Bolsonaro vai atrapalhar. Ele terá que dominar as habilidades políticas para que o País não tenha uma guerra interna. Mas a questão espiritual mostra um ano de equilíbrio.
Como fica a economia na Baixada Santista?
Mônica: Acredito que podemos esperar que o Governo de São Paulo colabore com investimentos de infraestrutura que venham a beneficiar, principalmente, a área portuária, alavancando a economia local.
Gladston: A questão portuária e dos aeroportos vai se desenvolver muito. Como falei no início, este é o ano da força das águas e é justamente onde estamos, no mar de Iemanjá. Essa força orientada do mar vai se reverter em crescimento. É um ano favorável para a Baixada Santista, que abrirá portas para os empregos.
As mudanças climáticas estarão em pauta?
Mônica: Em 2023, continuaremos assistindo às reações do meio ambiente às agressões sofridas. Chuvas intensas, mudanças de temperatura drásticas, quedas de barreiras e problemas causados por enchentes continuarão fazendo estragos em regiões que já sofrem com isso.
Gladston: Neste ano, regido pela força das águas, vejo muitas cidades submersas. É um ano para se ter cuidado com essa força da natureza. Entretanto, na Baixada Santista, não vejo nenhuma catástrofe relacionada ao clima. Agora, no Brasil e no mundo, a história será diferente.
A pandemia de covid-19 finalmente acabará?
Mônica: Enquanto nós não tivermos a grande maioria, ou seja, mais de 70% da população vacinados com todas as doses do imunizante, inclusive a quinta dose, que deverá vir durante 2023, para poder prevenir todas as variantes do coronavírus, acho difícil visualizar o fim da pandemia.
Gladston: A covid-19 está presente. Parece que está disfarçada, mas ela está presente e vamos conviver com ela. Agora, vejo um vírus mais forte do que o da covid, que aparecerá em breve. Não virá do Brasil, mas as autoridades cuidarão mais rapidamente, e os brasileiros não sofrerão tanto. Então, uma onda com esse novo vírus virá, mais cedo ou mais tarde.
E com relação ao mundo dos famosos, alguma previsão?
Mônica: Veremos casamentos de fachada chegarem ao fim. Romances improváveis que darão o que falar e, também, escândalos financeiros envolvendo nomes de famosos. Há gravidez inesperada de algumas famosas, e perderemos dois cantores muito famosos, um comediante e um apresentador de grande nome. Um acidente terrível poderá dar fim à vida de um grande nome, causando uma enorme comoção no País. No mundo político, também acontecerão perdas de nomes importantes.
Gladston: Teremos uma perda muito importante e grande no mundo da música.
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