Pesquisa eleitoral 2022: Lula tem 47% e Bolsonaro tem 32%, aponta Datafolha – Yahoo Noticias

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (18) mostra que o ex-presidente Lula (PT) mantém uma vantagem na liderança de 15 pontos, com 47% das intenções de voto à presidência da República, seguido por Jair Bolsonaro (PL), atual presidente e candidato à reeleição, com 32%.
Ciro Gomes (PDT) aparece com 7%. Simone Tebet (MDB) tem 2%. Vera Lúcia (PSTU) registrou 1%. Os demais não pontuaram
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O instituto ouviu 5.744 eleitores em 281 cidades de terça-feira (16) a quinta-feira (18). A pesquisa, contratada pela Folha e TV Globo, foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-09404/2022.
Na pesquisa anterior, divulgada em 27 de julho, Lula aparecia com 47% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro tinha 29%. Já Ciro Gomes chegava a 8%, enquanto Simone Tebet (MDB) tinha 2%. Em maio, a distância era de 21 pontos e, em julho, era de 18.
Essa será a primeira pesquisa desde o início do pagamento do Auxílio Brasil com um novo valor, medida tomada pelo governo Bolsonaro que suscita esperanças de que a campanha do presidente seja alavancada.
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Além disso, a pesquisa mostrará o cenário no início da campanha eleitoral de forma oficial: desde o dia 16, os candidatos estão permitidos a fazer comícios, pedir votos e distribuir material de campanha.
É também o primeiro levantamento sem André Janones (Avante), que abandonou a corrida presidencial para apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outros nomes que saem da lista são de Pablo Marçal (Pros), que teve a candidatura retirada pelo partido, e de Luciano Bivar (União Brasil), substituído pela correligionária Soraya Thronicke.
Pesquisa Ipec/Globo de 15 de agosto de 2022
Pesquisa Datafolha de 28 de julho de 2022
Pesquisa XP/Ipespe de 25 de julho de 2022
Pesquisa BTG/FBS de 8 de agosto de 2022
Pesquisa Exame/Idea de 21 de julho de 2022
Pesquisa PoderData de 17 de agosto de 2022
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A morte chocante do jovem negro Tyre Nichols após ser espancado por policiais reabriu um debate angustiante nos Estados Unidos sobre a violência policial, alimentando a sensação de que as maciças manifestações que se seguiram à morte de George Floyd, em 2020, de pouco serviram para resolver o problema.Nichols, um homem negro de 29 anos, morreu no hospital em 10 de janeiro, três das depois de ter sido espancado violentamente por cinco policiais, também negros, na cidade de Memphis, no Tennessee, sul dos Estados Unidos.Os cinco policiais foram acusados de homicídio doloso. A Polícia de Memphis divulgou, na noite de sexta-feira (27), imagens do incidente extraídas das câmeras corporais dos agentes, não sem antes advertir os espectadores sobre sua violência."Estou triste pelo lugar em que estamos nos Estados Unidos", disse Lora King, cujo pai, Rodney King, também foi vítima de um espancamento brutal por parte de policiais de Los Angeles em 1991, também registrado em vídeo. O incidente provocou trágicos distúrbios e destruição nesta cidade e em outras regiões do país."Temos que fazer melhor", acrescentou à emissora CNN. "Isto é inaceitável".- Triste estatística -Após a morte de Nichols, muitos se perguntam qual foi o avanço real alcançado desde 2020, ano em que George Floyd, um homem negro morto em Minneapolis sufocado por um policial branco, que se ajoelhou sobre seu pescoço, deu origem ao movimento "Black Lives Matter" (Vidas Negras Importam), que se espalhou pelos Estados Unidos e por outros países.Depois da morte de Floyd, promessas de reforma policial se espalharam por todo o país.No entanto, dois anos depois, a quantidade de pessoas mortas durante investigações policiais alcançou, em 2022, um pico em dez anos: um total de 1.186 mortes, segundo o site Mapping Police Violence.Vinte e seis por cento delas eram negras, embora os afro-americanos representem 13% da população americana.Este número é em parte explicado pela enorme quantidade de armas de fogo nas mãos de civis nos Estados Unidos, um país onde há mais armas que pessoas. Isto aumenta consideravelmente a sensação de vulnerabilidade dos policiais durante suas intervenções, levando-os a sacar suas armas mais rapidamente.No ano passado, 66 policiais morreram baleados enquanto estavam em serviço, segundo um fundo criado para honrá-los.Mas o advogado Ben Crump, que representou a família de Floyd e agora representa a de Nichols, vê uma dinâmica mais profunda."Temos que falar sobre esta cultura policial institucionalizada que tem essa lei não escrita de que se pode fazer uso excessivo da força contra pessoas negras e latinas", disse durante coletiva de imprensa na sexta-feira."Teremos que ter esta conversa mais de uma vez até que acabe" o problema, destacou.- "Desnecessário e agressivo" -Os protestos iniciados em 2020 levaram, entre outras coisas, a esforços para deter a considerável imunidade legal concedida a policiais nos Estados Unidos e para criar um registro de agentes que fizeram uso excessivo da força.Um projeto de lei federal, inicialmente apoiado tanto pelos democratas quanto pelos republicanos, fracassou no Congresso em um momento em que os homicídios aumentaram consideravelmente, levando os republicanos a recuarem e retomarem seu tradicional chamado à "lei e à ordem".Na falta de um avanço em nível federal, houve reformas principalmente em nível local, de forma modesta e desigual, de acordo com os estados, produzindo um mosaico de diferentes abordagens.Nos Estados Unidos há quase 18.000 entidades policiais autônomas (polícia estadual, municipal, xerifes de condados, patrulhas rodoviárias, entre outras), cada uma com suas próprias regras. Houve revisões para proibir estrangulamentos como o que matou George Floyd, um uso mais frequente de câmeras corporais e o aumento das penas por violência policial injustificada.A polícia de Memphis esteve entre as que aprovaram reformas. Os policiais foram proibidos de entrar à força em residências sem aviso prévio, foram incentivados a intervir para evitar atos de violência por parte de colegas, enquanto receberam capacitação adicional para reduzir os confrontos perigosos.Apesar disso, os agentes que detiveram Nichols por uma simples infração estavam "irritados" e "a escalada já estava em um nível muito alto", disse Cerelyn Davis, primeira chefe negra do Departamento de Polícia de Memphis.Para os ativistas, o problema central está nos amplos poderes de detenção que a polícia americana tem, inclusive para infrações menores."Devemos parar de depender da polícia para responder aos problemas relacionados à pobreza", disse Kathy Sinback, diretora para o Tennessee da União Americana pelas Liberdades Civis, pois "leva a ações mais frequentes, desnecessárias e agressivas por parte das forças de ordem com relação aos membros da comunidade".Uma demonstração disso é que os efetivos policiais mataram quase 600 pessoas durante blitzes desde 2017, segundo a organização Human Rights Watch (HRW).chp/jnd/bbk/md/llu/yow/mvv
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