Pesquisa eleitoral 2022: Veja os levantamentos que serão … – Yahoo Noticias

Ao longo desta semana, serão divulgadas diversas pesquisas eleitorais do pleito de 2022, tanto do cenário presidencial quanto levantamentos estaduais.
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Entre as mais esperadas estão Ipec, cujos números serão apresentados no Jornal Nacional nesta segunda-feira (29) e o Datafolha, previsto para quinta-feira (1º). Serão os primeiros levantamentos após as sabatinas dos principais candidatos no telejornal da TV Globo.
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No Jornal Nacional, serão divulgados os dados da nova rodada da pesquisa Ipec. Foram ouvidas 2.000 pessoas entre os dias 23 e 29 de agosto e a margem de erro é de dois pontos percentuais.
Também serão divulgados resultados de pesquisas para governador de:
Paraíba
Acre
Roraima
O Ipec dados de pesquisas de outros estados:
Rio de Janeiro
São Paulo
Minas Gerais
Distrito Federal
Pernambuco
Outra pesquisa nacional será divulgada na quarta-feira: Genial/Quaest. O levantamento ouviu 2.000 eleitores entre os dias 25 e 28 de agosto e a margem de erro é de dois pontos percentuais.
Também na quarta, um novo levantamento XP/Ipespe será divulgado. A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 26 e 29 de agosto e a margem de erro é de 2,2 pontos.
No mesmo dia, o Ipec divulga mais pesquisas estaduais:
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Mais um Datafolha será divulgado na próxima quinta-feira. A pesquisa será a primeira do instituto a ser divulgada após as sabatinas no Jornal Nacional e após o primeiro debate presidencial.
O instituto também divulgará pesquisas voltadas para estados:
Rio de Janeiro
São Paulo
Minas Gerais
O Ipec também apresentará os dados voltados para os pleitos estaduais:
Ceará
Alagoas
Na sexta, o Ipec seguirá com a divulgação de dados sobre as eleições nos estados. Serão apresentados os dados dos levantamentos feitos em:
Rio Grande do Sul
Pará
Espírito Santo
Pesquisa Ipec/Globo de 15 de agosto de 2022
Pesquisa Datafolha de 18 de agosto de 2022
Pesquisa XP/Ipespe de 25 de julho de 2022
Pesquisa BTG/FBS de 22 de agosto de 2022
Pesquisa Exame/Idea de 21 de julho de 2022
Pesquisa PoderData de 17 de agosto de 2022
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A União Europeia (UE) incentiva seus Estados-membros a exigirem testes negativos de covid-19 com menos de 48 horas aos viajantes procedentes da China antes do embarque, segundo um acordo do bloco anunciado nesta quarta-feira (4).
O cantor porto-riquenho Benito Antonio Martínez Ocasio, mais conhecido como Bad Bunny, de 28 anos,…
A Câmara dos Representantes (baixa) dos Estados Unidos fracassou pela sexta vez, nesta quarta-feira (4), na tentativa de eleger seu presidente, apesar do pedido do ex-presidente Donald Trump para que seus apoiadores deixem de lado as diferenças dentro do Partido Republicano e escolham o novo "speaker". As divergências internas na estreita maioria republicana persistem. Após seis votações sem sucesso, a Câmara Baixa decidiu adiar a sessão para as 20h00 locais (22h00, horário de Brasília). O republicano Kevin McCarthy, favorito para substituir a democrata Nancy Pelosi, não foi capaz de acalmar a revolta de um grupo de cerca de 20 apoiadores de Donald Trump, que o consideram moderado demais. Esse pequeno e intransigente grupo quer aproveitar a maioria apertada de assentos que os republicanos garantiram na Câmara Baixa nas eleições de meio de mandato, em novembro, para impor condições. Sem seu apoio, McCarthy não poderá ser eleito. Os Estados Unidos querem "uma nova cara, uma nova visão, uma nova liderança", afirmou um deles, Chip Roy, congressista do Texas. McCarthy, 57 anos, acatou muitos dos pedidos do grupo, mas o impasse continua. Nem mesmo a intervenção de Trump nesta quarta-feira parece fazê-los mudar de ideia. Em sua rede social, Trump pediu ao partido que "evite uma derrota vergonhosa". "É hora de todos os nossos membros republicanos da Câmara votarem em Kevin, fecharem o acordo e alcançarem a vitória", postou. "Kevin McCarthy fará um bom trabalho, e talvez até um ótimo trabalho", acrescentou o ex-presidente. Mas a oposição parece ganhar força. Não há adversário de peso para disputar o cargo com McCarthy, eleito pela Califórnia. O único nome que circula como possível alternativa é o do chefe do grupo republicano, Steve Scalise, mas por enquanto sem grandes possibilidades. Entre os não refratários, um certo mal-estar começa a ser percebido. "Isso tudo parece confuso", admitiu Mike Gallagher, um aliado próximo de Kevin McCarthy. "Mas a democracia é confusa (…) É uma característica, não um erro, do nosso sistema." A eleição do titular da Câmara Baixa, conhecido como "speaker", terceira figura mais importante da política americana, requer uma maioria de 218 votos. McCarthy, no entanto, não somou mais e 203. A situação, sem precedentes nos últimos 100 anos no Congresso americano, paralisa a instituição. Sem um presidente da Câmara dos Representantes, os congressistas eleitos não podem prestar juramento e, consequentemente, aprovar projetos de lei. Os republicanos pretendem usar essa vantagem numérica na Câmara Baixa para abrir uma série de investigações contra Biden. – Cenário beneficia Biden? – O presidente democrata, Joe Biden, chamou a situação de "vergonhosa" e alertou que "o resto do mundo" observa os EUA de perto. Por outro lado, as dificuldades de seus rivais políticos parecem divertir os democratas, que foram vistos rindo e aplaudindo sarcasticamente os republicanos durante as sessões. Ao longo das votações, o partido de Biden se uniu em torno da candidatura do líder democrata Hakeem Jeffries. Mas ele não tem votos suficientes para ser eleito. A eleição do presidente da Câmara dos Representantes pode ser decidida em horas, ou levar semanas. Em 1856, demorou dois meses. Uma Câmara hostil poderia beneficiar Biden, caso ele confirme sua intenção de voltar a se candidatar à Presidência em 2024, uma decisão que deve ser anunciada ainda este ano. O presidente democrata viajou para o Kentucky nesta quarta-feira para avalizar a construção de uma nova grande ponte financiada com uma faraônica lei de infraestrutura aprovada em parte graças a alguns votos republicanos no Congresso. cjc/ube/erl/yow/dga/ad/mr/rpr/am/mvv
A oposição republicana assume, nesta terça-feira (3), o controle da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, determinada a confrontar o presidente democrata Joe Biden, mas deve, primeiro, resolver as divisões em suas próprias fileiras.
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Uma "maioria esmagadora" de países da União Europeia (UE) se pronunciou, nesta terça-feira (3), a favor de testar para covid os viajantes procedentes da China, antes que estes embarquem rumo à Europa, segundo um porta-voz da Comissão Europeia.
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A embaixada americana em Havana retomou, nesta quarta-feira (4), a emissão total de vistos para os cubanos que desejam se radicar nos Estados Unidos, em um contexto de êxodo recorde para este país, mas sem sinais de "normalização" das relações com a ilha. "Entramos e foi tudo muito rápido. Já tenho que buscar o visto e posso viajar", declarou, eufórica, a jovem Melissa Vázquez, de 18 anos, à AFP. Ela acrescentou que esperou "sete anos" para poder se reunir com seu pai, que vive nos Estados Unidos. Na sexta-feira, a embaixada americana destacou em um comunicado que a "expansão" de seus serviços consulares busca "garantir uma migração segura, legal e ordenada". Essa missão anunciou, em março, a reabertura de seu consulado. Na sequência, ocorreram vários encontros de alto nível sobre o tema migratório, primeiro em Washington e depois em Havana, com o objetivo de reativar os acordos migratórios bilaterais, interrompidos sob o governo de Donald Trump (2017-2021). "Com isto, concretiza-se o que sempre dissemos: buscamos encontrar meios práticos de apoiar o povo cubano", declarou nos Estados Unidos o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price. – Sem vistos para turistas – Em maio, o consulado começou a entrega limitada de vistos de reunificação familiar e, em setembro, anunciou o processamento completo de vistos, exceto os de turismo, para janeiro de 2023. "Demos passos muito discretos voltados a encaminhar a cooperação bilateral para o cumprimento dos acordos migratórios", disse, em dezembro, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel. – Êxodo histórico – A ilha caribenha, que passa por sua pior crise econômica em três décadas, também enfrenta o seu maior êxodo migratório neste momento. Essas saídas dispararam desde novembro de 2021, quando a Nicarágua, um forte aliado de Havana, eliminou a exigência de visto para os cubanos. Estes, em sua maioria, voam para o país centro-americano para iniciar a travessia por terra rumo aos Estados Unidos. Segundo números oficiais dos EUA, entre dezembro de 2021 e o mesmo mês de 2022, as autoridades fronteiriças interceptaram, em 277.594 ocasiões, cubanos que haviam entrado ilegalmente no país por terra. A emigração ilegal pelo mar também disparou nos últimos meses. O governo cubano reconhece que Washington entregou no ano passado, pela primeira vez desde 2017, mais de 20.000 vistos de imigrantes, um número estabelecido nos acordos migratórios de 1994-95. Mas, "enquanto continuarem com o bloqueio (…) e o tratamento privilegiado na fronteira" conferido aos imigrantes procedentes de Cuba, "será difícil diminuir consideravelmente o fluxo migratório irregular", reagiu no Twitter o ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez. Embora em Washington "não queiram admitir, existe um vínculo direto entre o recrudescimento das medidas extremas contra a economia cubana e a proporção com que disparou o fluxo migratório dramático", declarou em novembro à AFP a vice-diretora da chancelaria cubana para os Estados Unidos, Johana Tablada. – 'Caminho do meio' – Embora tenha flexibilizado algumas das disposições de Trump contra Cuba, o presidente Joe Biden tem evitado retomar a política de maior aproximação de Barack Obama (2009-2017), de quem foi vice-presidente. Quando chegou à Casa Branca, em janeiro de 2021, Biden prometeu rever a política de seu antecessor republicano para Havana, mas endureceu seu discurso após os protestos antigovernamentais de julho de 2021, os maiores registrados na ilha em seis décadas de regime. No mês passado, Biden reiterou sua reivindicação de libertação de "centenas de presos políticos" após os protestos. Seu governo mantém Cuba em uma lista de países que patrocinam o terrorismo e o incluiu recentemente em outra dos que atentam contra a liberdade religiosa. Para Jorge Duany, especialista em Cuba da Universidade Internacional da Flórida, "Biden tenta recalibrar sua política para Cuba, a fim de traçar um caminho do meio entre a 'pressão máxima' de Trump e a 'aproximação' de Obama, mas, até agora, as mudanças na política americana têm sido mínimas". "Por enquanto, não há condições para avançar na normalização das relações", afirmou Michael Shifter, da Universidade de Georgetown em Washington. rd-cb/ad/rpr/ic/mvv/lb
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RIO DE JANEIRO (Reuters) – A participação do senador Jean Paul Prates (PT-RN) em empresas de consultoria do setor de óleo e gás será analisada pelos comitês que avaliam currículos de futuros executivos da Petrobras, mas essa atuação pretérita não é vista como um empecilho para que o político assuma o comando da petroleira, apontou à Reuters a sua assessoria de imprensa. A escolha do nome de Prates para presidir a Petrobras foi confirmada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda em 2022.

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