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A estratégia de Ciro Gomes (PDT) no debate deste domingo (28) irritou petistas, que o acusaram de servir de linha auxiliar de Jair Bolsonaro (PL). Há meses, Ciro vem equiparando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Bolsonaro em suas críticas, apesar de no passado ter sido aliado dos petistas.
“Ciro mostrou que é a quinta coluna do bolsonarismo. Mostrou desequilíbrio, prepotência, deselegância e prestou serviço de forma constrangedora a Bolsonaro”, disse o advogado Marco Aurélio de Carvalho, aliado de Lula. A avaliação é compartilhada, reservadamente, na campanha bolsonarista.
O debate realizado neste domingo, o primeiro da atual campanha presidencial, foi organizado em pool por Folha, UOL e TVs Bandeirantes e Cultura.
O presidente do PDT, Carlos Lupi, aprovou o tom do candidato de seu partido. “[Ciro Gomes] encontrou o tom, foi objetivo, não perdeu um segundo nem ultrapassou o tempo, foi didático e apresentou projeto”, afirmou. Ele diz não concordar com a avaliação de que Ciro estaria indiretamente ajudando Bolsonaro.
O pedetista está em um distante terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, com 7%, de acordo com a sondagem mais recente do Datafolha, e tenta furar a polarização eleitoral entre Lula e Bolsonaro.
O distanciamento entre Ciro e PT começou por volta de 2018, quando o pedetista foi candidato a presidente e não apoiou Fernando Haddad (PT) no segundo turno contra Bolsonaro. À época, Ciro viajou a Paris depois de ficar em terceiro lugar no primeiro turno e voltou ao Brasil para votar no segundo turno.
O episódio foi lembrado por Lula durante o debate deste domingo em contraponto a críticas do candidato do PDT. “Eu não saí do Brasil para não votar no Haddad”, disse o petista. Neste momento, Ciro respondeu fora do microfone, lembrando que o ex-presidente estava preso na ocasião.
Antes da cisão, ambos trabalharam juntos, entre 2003 e 2006, quando o pedetista foi ministro da Integração Nacional do governo Lula. A ligação continuou no segundo mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, no qual o irmão de Ciro, o senador Cid Gomes, foi ministro da Educação por cinco meses.
Apesar das diferenças, Lula deixou a porta aberta para negociar com o PDT em caso de vitória nas eleições deste ano ao dizer que gostaria de contar com o apoio da sigla em sua gestão. Em resposta, Ciro chamou o petista de “encantador de serpentes”. Nos bastidores, o PDT se mostra inclinado a apoiar o petista em um possível segundo turno contra Bolsonaro. O arranjo não incluiria Ciro, que já disse repetidas vezes que não fará campanha para nenhum dos dois em uma eventual segunda rodada.
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