Veja nomes cotados para ministérios do governo Lula – UOL

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Com a vitória no pleito em 30 de outubro, cabe ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) compor um novo governo, indicando titulares para a Esplanada dos Ministérios, responsáveis por articular e promover políticas públicas nas diferentes áreas que compõem a administração federal.
O ex-presidente, conduzido a um terceiro mandato no Planalto, não indicou nomes e nem cotou candidatos a nenhuma das pastas durante a corrida eleitoral, mas há a previsão de que algumas lideranças políticas que colaboraram na campanha assumirão cargos no primeiro escalão do petista.
Veja alguns dos cotados para assumirem ministérios no governo Lula:
Padilha, deputado federal pelo PT, foi ministro das Relações Institucionais de Lula e da Saúde da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), e no pleito deste ano foi um dos coordenadores da campanha petista. Deve voltar às Relações Institucionais no novo mandato do ex-sindicalista.
Senador pelo PSD em Minas Gerais, foi importante palanque de Lula no estado, que foi vencido pelo petista nos dois turnos. É visto como uma possibilidade de indicação para o partido, mas sem uma pasta específica.
Mercadante é hoje cotado para o Ministério das Relações Exteriores ou para a pasta de Planejamento, que no governo Bolsonaro foi fundida com a Fazenda. Ele, que ficou malvisto no PT após o impeachment de Dilma por se opor à aliança com o PMDB, volta ao governo após se redimir como coordenador do plano de governo de Lula.
Sociólogo e ex-ouvidor da Polícia de São Paulo, Benedito Mariano acompanhou parte das investigações das mortes em Paraisópolis. É cotado para a Segurança Pública, pasta da qual é titular na prefeitura de Diadema, na região metropolitana de São Paulo.
Senador pelo PSD no Mato Grosso, é uma das poucas lideranças do agro que declararam apoio a Lula ainda no primeiro turno, e agora participa da transição governamental. É sondado para a Agricultura, mas concorre com Neri Geller.
Cantor e compositor, o artista é cotado pela equipe de Lula para comandar o Ministério da Cultura, que será recriado no novo mandato. César, porém, afirmou em redes sociais que prefere ver outras pessoas na pasta, como o ex-ministro Juca Ferreira (PT) ou a deputada federal Jandira Feghali (PC do B-RJ).
A cantora Daniela Mercury teve grande importância na campanha do petista ao Planalto deste ano, intensificando sua participação na reta final do pleito ligando para eleitores indecisos. Ela já havia se posicionado contrariamente a Jair Bolsonaro (PL), e agora é sondada para assumir o Ministério da Cultura.
É líder do MDB no Senado Federal e busca retomar a influência sobre o Ministério de Minas e Energia –ele foi titular da pasta no governo Dilma Rousseff. Apesar disso, ganhou proximidade com o mandato de Bolsonaro, o que o prejudica na corrida para a indicação do partido.
Salto é economista, de perfil mais técnico, e é secretário da Fazenda do estado de São Paulo. Ele é cotado para assumir a Secretaria do Tesouro, sob o guarda-chuva do Ministério da Fazenda.
O ex-ministro da Educação e ex-prefeito da capital paulista saiu da disputa ao Governo de São Paulo derrotado, mas registrou o melhor desempenho do PT no estado e foi importante para encurtar a diferença de Lula a Bolsonaro no Sudeste. Ele prefere comandar a Fazenda, mas é cotado para voltar à Educação.
Governador do Maranhão e senador eleito, Flávio Dino se destacou como uma das vozes da oposição durante o governo de Jair Bolsonaro e atuou para ampliar os votos de Lula no Nordeste. Ex-deputado federal, Dino fez carreira como juiz federal. Advogado e professor de direito, ele é cotado para os ministérios da Segurança Pública e da Justiça.
Presidente do PT e deputada federal, Gleisi foi a grande defensora da candidatura de Lula e do legado do petista quando ele foi preso, em 2018. Ela ocupou um papel essencial na campanha e agora está na equipe de transição de governo. Ela é cotada para assumir a pasta de Planejamento.
O psolista é uma aposta proeminente para a Prefeitura de São Paulo em 2024, após ser eleito deputado federal neste ano e com o bom desempenho no pleito para a capital, ocorrido em 2020. É sondado para as Cidades, concorrendo com Márcio França (PSB) pela vaga.
O ex-presidente do Banco Central aderiu à candidatura de Lula após reunião entre o petista e ex-presidenciáveis, e afirmou confiar na plataforma econômica do ex-presidente. Ele, que participou do gabinete de Michel Temer (MDB), pode assumir a Fazenda no novo governo.
É deputado federal por Alagoas em seu primeiro mandato na Câmara Federal, com passagens anteriores pela Assembleia Legislativa do estado e pela Câmara Municipal de Maceió. É uma das lideranças proeminentes do MDB, e possível indicação em troca de apoio ao governo, mas sem pasta definida.

Wagner é um dos caciques do PT, e já foi deputado federal e governador pela Bahia, além de ministro das Relações Institucionais sob Lula e na Defesa e Casa Civil sob Dilma. Hoje é senador, mas trabalhou ativamente na campanha de Lula e é cotado para voltar à Esplanada.
Prates é senador do PT do Rio Grande do Norte e é atuante na área de energia, especialmente no setor de óleo e gás. Deve assumir o Ministério de Minas e Energia, mas também é visto como forte opção para assumir a Petrobras.
É a primeira mulher indígena a ser eleita deputada federal na história, pela Rede e representando Roraima. Vista como uma boa opção de moderação e negociação, é sondada para o Ministério dos Povos Originários.
Ex-ministro das Relações Institucionais no segundo mandato de Lula à frente da Presidência, também foi ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) e é visto por Aliados do presidente eleito como uma solução para pacificar as Forças Armadas pela alta capacidade de articulação.
Priante é ligado ao governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), aliado a Lula. O MDB do Pará conseguiu eleger 9 deputados, de um total de 17 no estado, e o deputado federal é uma das opções de indicação da sigla em troca de apoio ao governo no Legislativo.
Juca Ferreira é outro nome possível para um futuro Ministério da Cultura. O sociólogo participou da gestão de Gilberto Gil e o sucedeu no cargo nos governos Lula e Dilma. Ele também comandou as secretarias de cultura de São Paulo e Belo Horizonte.
Antropólogo e cientista político, Luiz Eduardo Soares foi secretário nacional de Segurança Pública no primeiro ano da gestão Lula, em 2003. Ele deixou o posto fazendo críticas ao governo, mas se reconciliou com o partido e passou a defender o retorno de Lula à Presidência. Ele é cotado para a Segurança Pública.
A ex-ministra do Meio Ambiente, que havia rompido com o PT desde 2009, reconciliou-se com o partido nas eleições deste ano e foi um grande símbolo de união na campanha. Ela foi eleita deputada federal, mas pode ocupar novamente o Meio Ambiente no novo mandato de Lula.
França, ex-governador de São Paulo e articulador que viabilizou a chapa Lula-Alckmin, é cotado para assumir o Ministério das Cidades, que será recriado por Lula em seu mandato. Ele foi candidato ao Senado por São Paulo neste ano, perdendo para Marcos Pontes (PL-SP).
O deputado federal e ex-ministro de Dilma é do PP de Mato Grosso, e foi um dos poucos bastiões de Lula no setor agropecuário, engajando-se na campanha apesar dos ataques. Geller é uma opção para a Agricultura, concorrendo com Simone Tebet (MDB-MS).
Pedro Paulo é ligado ao prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), que fez campanha a favor de Lula desde o primeiro turno da eleição presidencial. O partido não sinalizou que pasta o parlamentar poderia comandar.
Advogado e professor de direito constitucional da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Pedro Serrano é ex-procurador do Estado de São Paulo. Ele é cotado para o Ministério da Justiça.
Pérsio Arida é nome próximo do vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), e foi um dos pais do Plano Real, abrindo o voto em Lula no segundo turno. Ele é ventilado como um possível Ministério da Fazenda, em aceno ao mercado.
Senador pelo Amapá, o parlamentar da Rede foi um dos primeiros aliados a embarcar na candidatura de Lula. Durante a campanha, trabalhou de forma intensa e costurou apoios simbólicos. Assim como Marina Silva, Randolfe também é cotado para o Ministério do Meio Ambiente.
Filho de Renan Calheiros (MDB-AL), é senador eleito e um dos quadros mais próximos a Lula dentro do partido. Deve ser indicado para a esplanada pelo pai, que busca aumentar a influência na estrutura interna do MDB.
O governador da Bahia é um dos favoritos a assumir a Fazenda no novo governo petista. Ele encerra seu mandato no estado este ano, e deu uma demonstração de unidade no PT ao reconciliar-se com Jacques Wagner e apoiar a candidatura de Jerônimo Rodrigues, eleito governador.
Advogado, professor visitante da Universidade de Columbia, em Nova York, presidente do Instituto Luiz Gama e colunista da Folha. É cotado para o Ministério da Justiça.
A senadora e candidata à Presidência pelo MDB neste ano foi peça chave para a eleição de Lula, colaborando com a campanha especialmente em sua movimentação para os votos de indecisos e pessoas menos afeiçoadas ao PT. Ela, que prefere assumir a Educação, é cotada para os ministérios da Agricultura e da Justiça.
É deputada federal eleita pelo PSOL em São Paulo e foi candidata à Vice-presidência em 2018 pelo mesmo partido, com Guilherme Boulos. É liderança preponderante entre os indígenas e é cotada para o Ministério dos Povos Originários, pasta inédita que será criada por Lula.
Campello é ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome no governo Dilma Rousseff, e é bem vista aos olhos de Lula como uma opção para ministérios da área social, que serão ampliados no novo governo do petista.
O senador pelo estado do Piauí é um dos sondados a assumir o Ministério da Fazenda no governo Lula. Ele foi um dos coordenadores da campanha do ex-presidente e colaborou na elaboração de propostas para a economia.

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