Zebra em 2022, Austrália busca se reencontrar com a geração de 2006 – UOL

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Terminou mal, mas foi o maior momento da Austrália nas Copas do Mundo. A seleção que participava pela segunda vez do torneio (a primeira havia sido em 1974) levou a Itália ao limite em 2006.
A equipe que três jogos depois seria campeã do mundo precisou da marcação de um pênalti polêmico, nos acréscimos do segundo tempo da prorrogação, para bater o rival da Oceania por 1 a 0 nas oitavas de final.
“Não foi pênalti. Vou morrer dizendo que não aconteceu nenhuma falta”, disse antes da Copa de 2018 o zagueiro Lucas Neill.
O juiz viu infração dele dentro da área em disputa com o lateral Fabio Grosso. A cobrança seria convertida por Francesco Totti.
Foi também o momento em que a Austrália provou que passaria a ter alguma relevância no cenário do futebol internacional. A partir de 2006, esteve presente em todos os Mundiais. Isso apesar de ter sido transferida para as Eliminatórias da Ásia para ter maior competição. Contra países da Oceania, era muito fácil.
Só não conseguiu repetir o resultado de 2006, quando derrotou Japão e Croácia para obter a vaga nas oitavas. Em 2010, 2014 e 2018 caiu na fase de grupos.
A Austrália chega ao Qatar de forma inesperada. Com a pior geração desde o surgimento do time que tinha Harry Kewell, Mark Viduka, Mark Schwarzer e Tim Cahill, a partir do início do século, a equipe foi para a repescagem e teve de enfrentar o Peru em partida única no Qatar. A decisão após 120 minutos de baixo nível técnico teve de ser resolvida nos pênaltis.
Foi quando o goleiro reserva dos Socceroos (apelido da seleção australiana) brilhou, com seu estilo exótico de dançar em cima da linha antes da cobrança adversária. Andrew Redmayne, 33, defendeu o chute de Advíncula para mandar seu país de novo para a Copa, da maneira mais surpreendente desde que superou o Uruguai para se classificar ao torneio de 2006.
“Sei que não somos considerados favoritos a nos classificar, mas não deixa de ser uma das maiores motivações no futebol provar que as outras pessoas estão erradas”, afirma o atacante Jamir Maclaren, do Melbourne City.
Ele é a principal esperança de gols da seleção. Nas Eliminatórias, anotou sete vezes em dez partidas.
A Austrália é a zebra em um grupo que é quase idêntico ao que enfrentou na Rússia, em 2018. Vai estrear contra a campeã do mundo França, em 22 de novembro. Depois enfrentará Tunísia e Dinamarca. A esperança é chegar com chances de classificação para definir a vaga contra os dinamarqueses.
Os dois europeus foram adversários há quatro anos. A Austrália perdeu para a França por 2 a 1 e empatou com a Dinamarca: 1 a 1.
Apesar da exposição obtida graças à defesa do pênalti diante dos peruanos, Redmayne não será titular. A posição pertence ao capitão Mat Ryan, 30, ex-Arsenal (ING) e atualmente na Real Sociedad (ESP). Ele esteve presente nos Mundiais de 2014 e 2018. A peça mais importante no meio-campo é Ajdin Hrustic, 26, campeão da última Liga Europa com o Eintracht Frankfurt (ALE).
A esperança de dar ao time um momento inesperado que pode surpreender a marcação adversária pode vir de Awer Mabil, 27. O meia-atacante nascido no Quênia atua pelo Cádiz (ESP) e começou a ser chamado pelo técnico Graham Arnold apenas neste ano.

Mesmo que a Austrália caia na fase de grupos, ter obtido a classificação já é uma vitória para Arnold. Seu nome foi recebido pela imprensa com descrença, ao ser anunciado como novo técnico da seleção em 2018. Três meses antes do embate contra o Peru, ele pensou em se demitir.
“Quase fiz isso. Só não o fiz por causa dos jogadores”, disse, cansado das críticas.
No final, foi responsável por uma aposta que poderia significar uma avalanche de reclamações, mas deu certo: trocar Ryan por Redmayne antes da disputa de pênaltis.
“Eu não me importo com os que duvidam. Eu só me importo com os meus jogadores”, ele disse, após a classificação.
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